quinta-feira, setembro 13, 2007

PARABÉNS, BRASIL!

Ontem foi um dia de glória para a nação, afinal, depois de muito sofrimento para o nosso povo, fez-se justiça. Foi um período de humilhação, chacota e vergonha, mas finalmente conseguimos vencer o México. E vencemos da maneira que mais gostamos, na bola e na porrada. Foi um show, um espetáculo da melhor qualidade, de causar orgulho a qualquer brasileiro. Ronaldinho gaúcho nunca jogou tanta bola e nunca deu tanta pancada pela seleção. Foi maravilhoso ver. Dunga, você é fantástico! De quebra, lá na europa, nosso ídolo maior, Felipão, ainda deu um murro na cara de um zagueiro ousado da Sérvia.

Amoêdo, curioso pra saber quem matou Taís.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Renan absolvido

Só algumas palavras: puta que pariu!!

Márcio

terça-feira, setembro 11, 2007

Muito mais que um jogo (parte 2 - final)

Meu pai é um rubro-negro chato, que me pirraçava. Quem me conhece sabe que nossa relação nunca foi das melhores e a rivalidade futebolística só evidenciava isso. Não foi por outro motivo senão confrontá-lo que eu virei Bahia. Acabei me apaixonando pelo clube depois, mas o pontapé inicial foi o prazer do afrontamento, da petulância, da rebeldia.

Como o jogo já tinha acabado há muito tempo, minha esperança era que ele estivesse dormindo. Eu morava num sobrado, na Federação. Quando Chica parou o carro, eu vi a luz da sala acesa. Só podia ser ele assistindo TV. Minha irmã e minha mãe não ficavam acordadas até tão tarde. Eu ainda não tinha conseguido parar de chorar. Me despedi de Chica, nem olhei pra cara de Clara, abri o portão devagar e sentei na ponta da escada, pra ver se a luz se apagava. Nada.

Meu pai nunca ficava acordado até mais tarde. Ele trabalhava de turno, em Camaçari, no Pólo. Dormia cedo porque muitas vezes tinha que ficar 24 horas seguidas trabalhando. Mas eu não sabia porque porra ele teimava em ficar acordado aquela noite. Como eu sabia disso, achei que minha espera ia ser rápida. Ledo engano. O tempo passava, o choro não, o cansaço também não, a raiva não, o medo não, e a luz também não apagava. Contei no relógio. Uma hora e meia de espera. Quase 2h da matina.

Ele sabia que minha programação incluía o show. E eu pensando, o filho da puta tá me esperando só pra me sacanear. E me revoltava duplamente com a situação: que porra de pai que eu tenho? E todos os traumas da infância e da adolescência, de nossa convivência conturbada, vinham à tona. E se misturavam com a dor de ver o time relegado ao submundo do futebol nacional. Puta que pariu, que angústia.

Até que começou a chover, a luz não apagava, não teve jeito. Subi a escada. Devagar. Cada degrau, com a esperança de ver a luz apagar. Pensei em dormir na varanda, mas ele podia ver, me acordar me chamando de covarde. A janela tava aberta. Não. Resolvi encarar. Eu era homem ou que porra?! Mas ia enfrentar a batalha com honra. Não ia ceder. Fiz toda a força do mundo pra segurar o choro, passar de cabeça erguida, sem olhar pra baixo, sem titubear. Facilitaria a nossa convenção de não cumprimentar um ao outro. Pela primeira vez senti alívio pelo fato de meu pai não me dizer “boa noite”, nem vice-versa. Sem ter que abrir a boca, eu não corria o risco de esmorecer, deixar escapar a voz embargada.

Respirei fundo e abri a porta. Uma última ponta de esperança me fez pensar que ele estivesse dormindo, porque ele tava deitado, com a cabeça de costas pra porta. Rodei a maçaneta lentamente e fechei bem devagar. No estalar no trinco, ele deu um pulo e se levantou rapidamente. Puta que pariu, eu pensei. Me fudi. Tudo que eu queria era passar batido, sem ter que olhar pra cara dele. Mas ele levantou. Que merda, pensei.

Olhei pra ele e sucumbi. Camisa do Bahia, calça jeans, cara inchada, molhado, a imagem da derrota. Baixei a cabeça e os ombros e fiquei parado na frente dele, esperando a bomba. Segurar o choro já tinha virado uma malfadada intenção. Ele se aproximou, não disse nada. Pegou minha cabeça por trás, botou no ombro dele e me abraçou. Eu correspondi. Abracei-o pela cintura. Chorei, chorei pra caralho. Aquele choro de soluço. Que sufoca. Que dá aquele nó na garganta. Que faz latejar e doer a cabeça.

Eu não conseguia falar. Ele também não falava nada. Rapaz, devem ter sido só cinco minutos. Mas pra mim, pareciam dias. Ele pegava minha cabeça, apertava e fazia carinho, em silêncio. Eu só conseguia chorar. Um misto de alívio, alegria pelo gesto dele, tristeza pela queda, enfim, um desabafo. Passado aquele tempo, ele beijou minha testa, me desejou boa noite, me chamou de filho, e foi dormir.

Parece uma experiência comum de pai e filho, mas pra quem conhece da minha relação com seu André, sabe que não foi.

Aquele foi o segundo abraço que meu pai me deu na vida. O primeiro e único por iniciativa dele. O primeiro de todos, inesquecível, é uma das memórias mais nítidas da minha infância. No meu aniversário de cinco anos. Ele chegou de surpresa e eu corri na porta pra abraçá-lo.

Outra coisa marcante é que, naquele já dia 09 de novembro, véspera do aniversário dele, foi a primeira vez que eu vi meu pai chorar. Na verdade, não vi, ouvi, porque na minha posição não deu pra ver o rosto dele. Também foi a única vez que ouvi meu pai me chamar de filho e me fazer cafuné.

Nosso terceiro abraço ainda não rolou. Mas eu cansei de ficar esperando. Foda-se o orgulho. Vou lá pedir, antes que seja tarde. Alguém tem que ceder. 10 anos já foi tempo demais... a torcida do Bahia que o diga.

E ainda tem gente que acha que futebol é besteira...


D. Sena,
Que não é “Moura Machado”, mas filho de um cara com esse sobrenome, que ama o tal cara pra caralho, apesar de tudo, e que, também apesar de tudo, morre de saudades do seu André.

Muito mais que um jogo (parte 1)

Conversando com o amigo Marcelo Minho no msn agora há pouco tive a infelicidade de lembrar daquele que é, sem exagero, um dos dias mais tristes e marcantes da minha vida, 08 de setembro de 1997, data do primeiro dos três rebaixamentos do Bahia, este, o primeiro da primeira pra segunda. Os outros dois seriam também pra segundona, em 2003, e pra terceirona, em 2005, oportunidades em que tive o desprazer de trabalhar no clube.

Há muito eu não lembrava da fatídica data, que neste 2007 completa 10 anos. Vou relatar minha experiência como um desabafo e pra quem acha que é balela refletir um pouco sobre a magnitude desse esporte chamado futebol.

Ùltima rodada do Brasileirão. Era um sábado de noite. O Bahia ia jogar na Fonte Nova, contra o Juventude, que lutava pela classificação às quartas-de-final. Uma simples vitória nos livrariaa da degola e, consequentemente, e este é só um dado curioso, classificaria o Vitória, nosso maior rival, para o mata-mata decisivo. Eu tava tão preocupado com a situação do Tricolor que nem lembrava que nosso sucesso significaria o avanço do rival. Queria mais era me livrar.

Namorava com Clara na época. Saí de casa às 18h. Foi a primeira e única vez que fui pra arquibancada da Fonte Nova de calça jeans. Motivo? Tinha um show do Cheiro de Amor depois do jogo e eu tinha combinado com Clara de ir ver. Eu tava tão confiante que achava que aquele seria o palco ideal pra comemoração do alívio. Eu tinha 16 anos.

Bom, o jogo foi uma desgraça. Perdemos infinitos gols e acabamos degolados. Eu saí da Fonte Nova atônito. Marcelo me contou que teve febre emocional. Eu fiquei surdo. Sério. Tinha ido sozinho pro estádio. Saí mudo, sem ouvir, sem ver ninguém... não me lembro de nada... só lembro que não chorei. Clara morava no começo da Centenário, dava pra ir andando da Fonte pra casa dela. Peguei o Dique, não tinha carro.

Depois do apito final, só me vem na lembrança o Dique meio apagado, eu andando ao lado de vários carros... devagar...gente xingando, as pessoas passando apressada e eu andando devagar. Parei um pouco pra tomar ar, olhei pra trás, pra camisa do Bahia e segui adiante. Subi uma ladeira do prédio de Clara, cheguei e ela tava puta me esperando no play porque eu tava atrasado. Não tinha celular na época. Se tinha, eu não tinha. A mãe dela buzinando com pressa pra levar a gente pro Espanhol, pro maldito show. Eu não consegui responder ao chilique. Ela me perguntava as coisas e eu não respondia. Ela achou que era pirraça, eu mudo. Nem dei boa noite pra Chica, minha então sogra.

No caminho, na Centenário, eu não agüentei e não sei bem o que me motivou, comecei a chorar. Pra quê? Foi o fim pra Clara. Ela não agüentou e esbravejou: “mas que porra, como é que pode? Ficar assim por causa de uma merda de time? Por causa de uma derrota. É só futebol, acorda! Você precisa crescer e blá, blá, blá...” Tínhamos 2 anos de namoro. Eu sempre agüentei calado os calundus dela, afinal, eu a amava, tudo era relevável. Mas o menosprezo à minha maior paixão, aí já era demais. Revoltado, me virei pra ela, peguei firme nos braços dela e disparei: “vá se fuder! Não vê que eu tô sofrendo, sua porra egoísta?!”

A mãe dela se assustou, deu meia-volta no carro, pediu calma pra gente. Ela foi sentar na frente do carro e eu continuei no fundo, soluçando. Àquela altura, ela também. Era uma besta. Não, Clara não, o carro, ou melhor, ela era também! Pedi desculpa pra mãe dela. Chica continuou pedindo calma, foi mais compreensiva, me dizia trivialidades como a vida é assim mesmo, amanhã tudo vai ser diferente e coisa e tal, sem ter a mínima idéia que eu estava diante da maior catástrofe que poderia acontecer na minha vida naquele momento.

Aquele dia eu tive a certeza: Clara não era a mulher da minha vida. Foram precisos mais cinco anos de convivência pra confirmar o que a paixão pelo Bahia já tinha me alertado muito antes. Antes tarde do que nunca.

Mas o pior, na minha cabeça, ainda tava por vir: a chegada em casa... (CONTINUA)

DS

segunda-feira, setembro 10, 2007

RÉVEILLON

Alguém já tem programação? Moreré, Barra Grande ou vamos pra algum lugar novo?

Amoêdo, que só vai pra lugares com Pousada.

quinta-feira, setembro 06, 2007

quarta-feira, setembro 05, 2007

Sexta tem Churrascão!!!!!!!!

Visto que não estamos tendo muita oportunidade para matar as saudades e botar o papo em dia, Lívia Amoedo e respectivo nos convidam para conhecer seu lar doce lar, comer um churrasquinho e bebericar um pouco em torno da belissíma piscina e frondoso jardim. O endereço será repassado conforme as confirmações sejam efetivadas, isto terá que ser feito até amanhã(06/08) pela manhã , segundo solicitação da dona da casa. Como sempre, que for, terá que fazer uma gracinha, colaborações serão obrigatórias, e não vale o sal grosso.

Aguardamos confirmações,

Broa, retornando...

terça-feira, setembro 04, 2007

A memória, a verdade e o destempero

Jarbas Passarinho *

Copyright © 2007 Grupo Estado.

Fernando Henrique Cardoso, quando presidente da República, criou as "indenizações para quem tivesse sido vítima de violação dos direitos humanos" no período do ciclo militar. A justiça obriga a confessar que indenizações discutíveis, a petroleiros comunistas, que haviam sido demitidos da Petrobrás, com todos os seus direitos trabalhistas respeitados, já haviam sido conferidas ao fim do ciclo militar. Com Fernando Henrique, a maioria dos beneficiados somou indenizações e pensão vitalícia considerável e isenta de Imposto de Renda.

As comissões encarregadas das apurações foram dirigidas por ressentidos e, pois, facciosos. Ler os despachos daria uma idéia precisa do juiz que colocava a paixão acima da realidade. Dos mais recentes, comentei um que concedia o posto de general, para efeito de vencimentos, ao capitão Luiz Carlos Prestes, "saudado como um herói a quem muito devia o Brasil". O presidente da comissão, é claro, tinha em Prestes o paradigma de suas próprias convicções políticas, ele que foi secretário-geral do PCB e dedicou sua vida à União Soviética, onde gozou de grande prestígio. Lá é que se justificaria a honraria, não aqui.

No ciclo militar, em 1979, havíamos votado a anistia. Líder do governo Figueiredo, eu a defendi da tribuna. Foi mais ampla que o substitutivo do MDB, o que reconheceu publicamente Thales Ramalho, então seu secretário-geral. Anistiou, também, os chamados crimes conexos, que tanto os insurretos como as forças de contra-insurreição, numa luta armada irregular, haviam cometido. Se esses excessos configuravam violência contra os direitos humanos, pelos legalistas, os terroristas fizeram igual ou pior. No Recife, no aeroporto, detonaram maleta com explosivos, causando mortes e ferimentos graves. Em São Paulo, lançaram carro-bomba contra o quartel do Exército, cuja explosão esfacelou o corpo de um soldado sentinela e feriu gravemente outros cinco deles. No Araguaia, fatiaram com facão, até a morte, o corpo de um menino de 17 anos, na presença de seus pais, porque servira de guia à patrulha que perseguia os guerrilheiros do PCdoB. Mataram, na presença de sua esposa e de seu filho de 9 anos de idade, um oficial americano, julgando-o agente da CIA. Tiraram a vida de um major alemão, aluno da Escola de Estado-Maior do Exército, supondo que fosse outro oficial, boliviano, acusado de prender Che Guevara, o que nunca se deu. Alguns desses terroristas ainda estão vivos, contando tais proezas.

O presidente Figueiredo pensava na anistia como esquecimento de tudo isso e a reconciliação da família brasileira. Assim foi entendida e sinceramente respeitada pelos militares. Condecoraram, paradoxalmente, com a Medalha do Pacificador, José Genoino, guerrilheiro do Partido Comunista do Brasil, preso no Araguaia. Conviveram com ex-guerrilheiros comunistas, alguns ministros de Estado. Aceitaram pagar o preço da incompreensão, do ressentimento e das provocações, na esperança de cicatrizar as feridas da luta que não desencadearam. Mas acabaram vendo que fora enorme ilusão confiar no esquecimento. As denúncias mentirosas sacrificaram a carreira de oficiais brilhantes. As poucas que teriam sido verídicas puseram em evidência a acrimônia e o revanchismo. A disciplina e o respeito pela hierarquia, os dois pilares essenciais para a carreira das armas, fizeram suportar o ódio ainda remanescente. Silentes, viram o Tesouro ser assaltado para premiar requerentes de indenizações vultosas que provocaram, de um escritor e mestre do senso de humor, a facécia adequada: "Não lutaram, fizeram um bom investimento." Quando Prestes saltou de capitão a general, chocaram-se. Mas, pouco depois, veio o inconcebível: comparar Prestes com Lamarca, oficial medíocre, desertor, ladrão de armamento e munição de seu Regimento de Infantaria, assassino várias vezes, de modestos vigilantes de bancos e de segurança de diplomata seqüestrado, e autor do mais nefando crime militar, ao despedaçar, com coronhadas de fuzil, o crânio de um bravo oficial da Polícia Militar de São Paulo, que se apresentara voluntariamente como refém, para poder evacuar os soldados que haviam sido feridos pelo facínora e seu grupo. Pois foi esse frio assassino que se premiou duas vezes post mortem, fraudando a lei que rege as promoções do Exército. Não tendo feito a Escola de Aperfeiçoamento (pois a trocou pela clandestinidade e por seus crimes hediondos), não poderia ser coronel nem deixar pensão correspondente a general. Mas um ministro pretendeu justificar a aberração dando-lhe, como galardão, o título de "o maior exemplo da luta radical contra a ditadura".

A provação foi coroada por um lançamento, no Palácio do Planalto, presente o presidente da República, do livro Direito à Memória e à Verdade, escrito por alguém disposto a retratar o Exército, como Márcio Moreira Alves o chamou, de "valhacouto de bandidos". Winston Churchill, revoltado com o facciosismo do historiador Macaulay, disse: "Esse historiador, apesar do estilo cativante e de sua inaudita suficiência, deixava-se às vezes empolgar pela imaginação, que ele considerava superior à verdade, e denegria ou glorificava os grandes homens coletando documentos segundo as necessidades da narrativa". É o caso desse livro, que esquece os crimes dos terroristas. Pior ainda quando o ministro Nelson Jobim, meu amigo dos tempos da Constituinte de 1987-88, a quem sempre muito admirei, se destemperou e ameaçou com represália "o indivíduo que possa reagir" ao livro. Nos meus 87 anos, já fui tratado, governador, ministro e senador, por Excelência. Hoje, simples indivíduo, ouso criticar quem, como Macaulay, coleta dados para denegrir a honra do Exército que sempre amei.

* Jarbas Passarinho, ex-presidente da Fundação Milton Campos, foi senador pelo Estado do Pará e ministro de Estado.

Márcio

NINTENDO 64

http://www.youtube.com/watch?v=a8q-elxC6gU&mode=related&search=

sábado, setembro 01, 2007

Cuidado com a boca

Fiquei preocupado com alguns manelés - e está aí a dica para um em especial - quando vi o seguinte título de matéria ainda há pouco:

"Apelidada de "barriga de pochete" ganha R$ 16 mil"

Melhor ter cuidado com a boca, se uma mera pochete pode provocar isso, imagina o que não fará um farol de pálio.

Anônimo

quarta-feira, agosto 29, 2007

Essa eu queria ver!

Do Painel do caderno Brasil, da Folha

Acumulou. Ninguém se habilitou a aceitar o desafio feito entre jornalistas, advogados e assessores que acompanharam a maratona de cinco dias no Supremo: ganharia uma bolada quem topasse fazer a "dança do siri" atrás do relator Joaquim Barbosa, permanentemente na mira das câmeras de televisão.

Essa eu queria ver!!

Márcio

terça-feira, agosto 28, 2007

sábado, agosto 25, 2007

Antes tarde do que nunca?

não sei não... mas espero que vocês ainda não tenham marcado nada.
mandei esse e-mail há pouco tempo e agora vai aqui no blog.

caríssimos,
o obá é a solução do mundo.

é o seguinte: hoje é meu aniversário e, devido às atribulações da vida diária, ainda não tinha pensado pra onde ir.
então, optei pelo mesmo lugar do ano passado: o obá, que fica na ladeira da barra (mais perto da vitória que do porto). eu devo chegar umas oito.
agora, como liguei pra lá há pouquíssimo tempo, o esquema de reserva de mesa foi fortemente prejudicado.
mas, prometo ceder minha cadeira pra quem quiser sentar.
espero vocês.

beijo, clara.
totalmente fã do obá.

terça-feira, agosto 21, 2007

Pedro deve estar radiante!

O palco como universo

Cenógrafo e figurinista baiano, Moacyr Gramacho acaba de ser premiado no Festival de Gramado

Doris Miranda

Poderia ter tomado para si o prêmio recebido na última sexta-feira, no Festival de Cinema de Gramado, pela direção de arte de Deserto feliz, filme de Paulo Caldas (Baile perfumado).
Mas o cenógrafo e figurinista baiano Moacyr Gramacho, 45 anos, resolveu compartilhar a importante láurea com os artistas baianos. “Esse Kikito é importante para a Bahia pelo time técnico de bons profissionais que está se formando por aqui.

Não esperava por isso, mas estou muito feliz, mesmo sem ter visto o filme pronto ainda. Temos que aprender a valorizar o trabalho em equipe na Bahia”, diz ele. Outra baiana, a atriz Ingra Liberato, também faturou seu Kikito em Gramado, na categoria melhor atriz por Valsa para Bruno Stein, de Paulo Nascimento.

(...)

Quem quiser ler a matéria - paga? - pode ir aqui.

Márcio

Qual o nome disso?

Essa pausa das postagens no blog pode também ser chamada de hiato, tal qual acontece com o Los Hermanos. Dificuldade para marcar encontros e manelés a gente já tá se acostumando, mas esse tempo todo sem provocações e declarações, polêmicas ou não, no blog é demais.

Dia 16, Marina publicou o convite, só no dia 20, colocaram o cartaz do tributo a Raul, que, diga-se de passagem, é só uma colagem e não uma construção pessoal.

Inspirado na metáfora do samba à dois, eu digo: não deixa esse samba morrer!

Darino - estou esperando seu novo comentário sobre Nonatão e sobre o Bahia. Sei que ainda é cedo, mas a sua previsão sobre o artilheiro vai indo muito bem. Já o Bahia, apesar das moscas mortas que enfrentou, apresenta uma campanha excelente e a diretoria vai ficando tb.

Pedro - Moca ganhou prêmio em Gramado, você ainda não fez nenhum comentário. Será por mágoa, já que ele não o dedicou a você?

Aline - como você é a arquiteta do grupo, ainda aguardo suas críticas, positivas e/ou negativas, ao PDDU de Salvador.

Zé - você poderia nos colocar a par da batalha das licitações de verbas publicitárias do Governo do Estado. A Sindapro está em guerra? Aliás, que anúncio tosco é esse no jornal de hoje! Seu chefe tirou aquela foto de um book antigo, né? Fale sério.

Eduardo e Alexandre - tanta coisa hein, nada sobre o PAN, sobre a família Bernardinho... série B e tal. Quem, de fato, derrubou Givanildo?

Paulinha - vem aí alguma resenha dos Simpsons? Há também muitas adaptações dos quadrinhos para o Cinema, além de outros temas em outra expressões artísticas. Nossa cultura fica mais débil sem as suas contribuições.

Marina - tem tentado, mas pode ajudar a balançar mais esse calendário de eventos manelísticos. Rachel é a pessoal ideal para indicar lugares novos.

Maíra - deve também contribuir no calendário. Sua amiga tá vendendo ingresso da Festa Ploc, você poderia dar uma forcinha, né não?

Chico, nosso Broa - você também poderia apoiar o calendário de eventos. Não precisa ser luxuoso nem nada disso, sei que vc tá na luta do micro-empresário, mas agende-se para umas duas reuniões por semestre.

Márcio, caro Marcinho
- o que dizer hein? Tantas coisas: caso Renan, Cássio Cunha Lima, sucessão na prefeitura de Salvador, a volta da discussão sobre o mensalão, as dores nas costas de William Bonner e tantos outros temas palpitantes. Será que as aspirantes ao olimpo jurídico têm tirado o seu fôlego?

Quem vem pro samba, sambar?

Willow

segunda-feira, agosto 20, 2007

quinta-feira, agosto 16, 2007

Convite

Oi, povo!

Tem tempo que a gente não se encontra... Então resolvi chamar vcs pra o show de meu irmão amanhã, no Colonial 17. O que acham? Eu vou de qualquer jeito, apesar do meu curso no sábado de amnhã. Decidi. Tô no clima de dançar um monte, encontrar amigos, ver gente, relaxar um pouquinho... O lugar é legal, alto astral; a galera, no mínimo, animada; a bebida não é das mais caras (n era, pelo menos)...

Se alguém tiver afim de sair, estarei lá. Ia ser massa ir pra uma festa com os Manelés, tem muito tempo que não fazemos isso. Sei que Maíra gosta! Bota uma pilha aí! rs

Beijos,
M2.

O que: Capitão Parafina e Clube da Malandragem
Onde: Colonial 17 (Praça da Sé, Pelourinho)
Quando: 17/08
Hora: 22h (devo chegar lá pelas 23h, 23h30)
Quanto: R$ 10 de entrada e R$ 5 de consumação

quarta-feira, agosto 15, 2007

O CREAM SUMIU

Hoje estava tentanto dar uma organizada no mangue que é a minha discoteca, quando me dei conta da ausência de um título muito querido: Disraeli Gears [ORIGINAL RECORDING REMASTERED] [DELUXE EDITION] , do Cream. Este disco é uma reedição especial do disco original de 1967 e foi adquirido por mim ainda na época em que comprava disco lá pelo ano de 2004.
Apesar de achar difícil ter emprestado este disco a alguém - deve estar aqui em algum canto -, se por um acaso tiver emprestado para algum dos manelés, o que pode ter sido feito em um momento de síncope alcóolica, agradeço desde já por uma possível devolução do tão querido disco.
Obrigado
Pedro.

domingo, agosto 12, 2007