Já sabe a última do papagaio? O Editor do UOL Tablóide sabe e conta tudo para você.
O nome dele é Ziggy. Ziggy é tão fofoqueiro que acabou causando o fim do casamento de seus donos, papagaiando insistentemente o nome do amante da mulher.
Suzy Collins, de 25 anos, vinha tendo um caso com Gary, um ex-colega de trabalho, que acabou sendo descoberto pelo marido, Chris Taylor, de 30.
No início, Chris achou graça nas intervenções do papagaio. Toda vez que o nome Gary aparecia na televisão, Ziggy mandava beijos e, sempre que ouvia o celular de Suzy tocar, reagia imediatamente: "oi, Gary!".
O golpe de misericórdia veio quando Ziggy (assim chamado por causa de Ziggy Stardust, de David Bowie) não conseguiu conter sua alegria ao ver Suzy e Chris, juntos, um nos braços do outro, no sofá, soltando um sonoro "Gary, eu te amo".
"Estávamos vendo TV, quando Ziggy começou a dizer 'eu te amo, Gary', imitando a voz de Suzy", contou Chris. "No início, isso me fez rir, mas quando vi Suzy, compreendi que alguma coisa não ia bem, ela estava vermelha como um tomate e começou a chorar".
A jovem acabou confessando o romance de quatro meses com o famoso Gary.
Sem sua companheira, Chris ficou ainda sem o papagaio, do qual se separou a contragosto. "Ele não parava de dizer esse nome abominável, o que eu podia fazer?", resignou-se o traído.
fonte: uol tablóide, AFP.
quinta-feira, janeiro 19, 2006
quarta-feira, janeiro 18, 2006
Começando bem o fim de semana
Galera,
Não esqueçam do aniversário de Bola, na sexta-feira, 21h (quem quiser pode chegar antes), no salão de festas do meu prédio (cond. Perestroika, Imbuí). Pra quem nunca me visitou (ingratos...), o condomínio é vizinho ao Banco do Brasil; super fácil de achar... Não faltem e tragam birita!! ;)) Quanta exigência, hehehe.
Bjão,
Nanda
P.S: Peu, não esqueça The Clash e Ben Jor. Xande, venha com Gonzagão e Nação Zumbi. Eu vou levar O Rappa. Márcio, calado!!! :))))
Não esqueçam do aniversário de Bola, na sexta-feira, 21h (quem quiser pode chegar antes), no salão de festas do meu prédio (cond. Perestroika, Imbuí). Pra quem nunca me visitou (ingratos...), o condomínio é vizinho ao Banco do Brasil; super fácil de achar... Não faltem e tragam birita!! ;)) Quanta exigência, hehehe.
Bjão,
Nanda
P.S: Peu, não esqueça The Clash e Ben Jor. Xande, venha com Gonzagão e Nação Zumbi. Eu vou levar O Rappa. Márcio, calado!!! :))))
terça-feira, janeiro 17, 2006
Para chamar as coisas pelos devidos nomes - mas quais são eles?
Algumas vezes já cheguei a me referir ao Aiatolá iraniano como um louco. Temo estar errado. Mas se certo estivesse não seria nada pior. Se ele é louco, é muito preocupante ele desenvolver armas nucleares. Se ele não for, ele fala sério, e isso é ainda mais preocupante.
Comum até hoje também ouvir que Bush é idiota. Não que ele faça por menos, mas no mínimo esse estigma é até reconfortante para as suas ações . Já falei disso aqui. Um ato de idiotia de um bobo é mais justificável, e até previsível, do que a estupidez de um cara lúcido. Não que ele seja um ou outro.
Também estamos acostumados a ouvir chamarem o Fidelzinho de presidente. Alguns até prestam continência aos prazeres da ilha (que os há, há), mas o contrário não se pode dizer. Aumentou o número de prisões políticas, e quem quiser falar mal, e ficar por lá, já tem uma bela moradia.
Pois é, os que gostam da democracia cubana devem ser os mesmos que acham que a Venezuela vive um excesso de democracia. Agora lá tudo é grandioso, hiperbólico. Não há oposição, cerca de dois terços da população não votou, isso é mesmo excessivo, só não para a democracia.
Mas hiperbólico por hiperbólico, é quase imediata a associação com a China. É até pleonasmo. E o Brasil considerou finalmente o país uma economia de mercado. Diplomacia. Mas que mercado será? Da quebra dos direitos, principalmente os humanos? Economia informal, não?
Como já disse o nosso jeitinho brasileiro uma vez, os nossos japoneses são mais inteligentes que os outros. Devem ser. Só sendo mesmo muito esperto (ou muito burros nós) para fazer passar um paraguaio por chinês. Por eufemismos, nós nos fazemos de “desentendidos”.
No final é como aquela máxima de mulher de amigo nosso (como o violino), a gente olha pro lado e se deleita – ou será uma rabeca? É como a nota de Tutty Vasquez sobre o alemão, canibal, que foi preso por matar seu “companheiro”, só porque o outro infeliz pediu para ser comido...
Vai entender mal as coisas assim na puta que o pariu!!
Tutty ficou com receio de falar assim...
Eu falo por ele
Não sempre
Márcio
Comum até hoje também ouvir que Bush é idiota. Não que ele faça por menos, mas no mínimo esse estigma é até reconfortante para as suas ações . Já falei disso aqui. Um ato de idiotia de um bobo é mais justificável, e até previsível, do que a estupidez de um cara lúcido. Não que ele seja um ou outro.
Também estamos acostumados a ouvir chamarem o Fidelzinho de presidente. Alguns até prestam continência aos prazeres da ilha (que os há, há), mas o contrário não se pode dizer. Aumentou o número de prisões políticas, e quem quiser falar mal, e ficar por lá, já tem uma bela moradia.
Pois é, os que gostam da democracia cubana devem ser os mesmos que acham que a Venezuela vive um excesso de democracia. Agora lá tudo é grandioso, hiperbólico. Não há oposição, cerca de dois terços da população não votou, isso é mesmo excessivo, só não para a democracia.
Mas hiperbólico por hiperbólico, é quase imediata a associação com a China. É até pleonasmo. E o Brasil considerou finalmente o país uma economia de mercado. Diplomacia. Mas que mercado será? Da quebra dos direitos, principalmente os humanos? Economia informal, não?
Como já disse o nosso jeitinho brasileiro uma vez, os nossos japoneses são mais inteligentes que os outros. Devem ser. Só sendo mesmo muito esperto (ou muito burros nós) para fazer passar um paraguaio por chinês. Por eufemismos, nós nos fazemos de “desentendidos”.
No final é como aquela máxima de mulher de amigo nosso (como o violino), a gente olha pro lado e se deleita – ou será uma rabeca? É como a nota de Tutty Vasquez sobre o alemão, canibal, que foi preso por matar seu “companheiro”, só porque o outro infeliz pediu para ser comido...
Vai entender mal as coisas assim na puta que o pariu!!
Tutty ficou com receio de falar assim...
Eu falo por ele
Não sempre
Márcio
Broa de número novo!
Caros manelés,
Meu Vivo agora é morto, passei a ser Oi para alegria de Paulinha que poderá me ligar de graça aos finais de semana. Passei o novo número por e-mail, se alguém não tiver recebido poste um comentário que entrarei em contato.
Broa.
Meu Vivo agora é morto, passei a ser Oi para alegria de Paulinha que poderá me ligar de graça aos finais de semana. Passei o novo número por e-mail, se alguém não tiver recebido poste um comentário que entrarei em contato.
Broa.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Não sou Lemos, o André, como vou usar isso, deus?
Essa nova novidade de blog novo não me parece grande coisa não. A tecnologia pode até ser boa, mas é poluído e complicado de usar. Talvez a gente acostume com o tempo, mas de cara até o endereço é ruim. Willow não aprovaria. Raquel também não. Por que Pimpão?
Claro é que ele proporciona algumas vantagens. Músicas, fotos, todo um aparato tecnológico a nosso dispor, não é? Parece que não. Pelo que eu vi, e ao que tudo indica, música é só meio de divulgação do site do msn music. Se for não faz muito sentido. Quero explicações.
Além disso, tem uma coisa que é grave: tem censura. Eu fui colocar uma mensagem de texto falando mal desse espaço e não consegui. Ao tentar publicar, eu recebi uma mensagem mandando corrigir a linguagem “inapropriada”. Isso mesmo: “inapropriada”!!
Sei que não deve ser censura de conteúdo. Creio que não. Não tenho complexo de vítima nem mania de perseguição pra tanto – embora um dia queira ser bom pra ter algo que conspire contra mim. Quem sabe um dia exista uma tecnologia que censure os manelés?
Nós bem que poderíamos começar a fazer por mais, né? Isso de ser perseguido dá bons votos – vejam as viúvas da ditadura! Façamos de conta que exista essa censura ao Manelé 2. Só tem um problema: o ruim é ter uma tecnologia que nos impeça de xingar Deduca!!
Blog sem isso não tem graça!!
E não fui eu quem falou!!
Márcio
Claro é que ele proporciona algumas vantagens. Músicas, fotos, todo um aparato tecnológico a nosso dispor, não é? Parece que não. Pelo que eu vi, e ao que tudo indica, música é só meio de divulgação do site do msn music. Se for não faz muito sentido. Quero explicações.
Além disso, tem uma coisa que é grave: tem censura. Eu fui colocar uma mensagem de texto falando mal desse espaço e não consegui. Ao tentar publicar, eu recebi uma mensagem mandando corrigir a linguagem “inapropriada”. Isso mesmo: “inapropriada”!!
Sei que não deve ser censura de conteúdo. Creio que não. Não tenho complexo de vítima nem mania de perseguição pra tanto – embora um dia queira ser bom pra ter algo que conspire contra mim. Quem sabe um dia exista uma tecnologia que censure os manelés?
Nós bem que poderíamos começar a fazer por mais, né? Isso de ser perseguido dá bons votos – vejam as viúvas da ditadura! Façamos de conta que exista essa censura ao Manelé 2. Só tem um problema: o ruim é ter uma tecnologia que nos impeça de xingar Deduca!!
Blog sem isso não tem graça!!
E não fui eu quem falou!!
Márcio
Salvo um modesto esquecimento
Agente bebe. Agente fuma. A memória se desenrola como um ioio, em altos e baixos, e nisso, por isso, me faço lembrar ao amigo Márcio que dentre suas vigorosas recordações fatou aquela que me pareceu mais pitoresca.
Um certo frenezi, eu diria. Não sei se por modéstia, deixou-se esquecer de si mesmo, meu caro Márcio. Bem, um certo rapaz de azul, com quem tricotava freneticamente sobre hit's do underground... Lembra? E dançavam, dançavam. E na dança, expressão corporal, linguagem libidinosa, expansão espiritual, derretiam-se em suor e felicidade. Nada contra o azul. Mas o rapaz desfilava lindamente, ao lado do nosso amigo manelé, uma cabaleira devidamente moldada em glíter (ou purpurina, ou sei lá o que), se valendo de cumplicidades a cerca de intimidades do "rock em roll" (?). Uh uh uh, que beleza!
Acho que a predileção grunge pelo glíter do rapaz de azul, certamente muito estimulado pelo álcool, diga-se, desenhou a cena menos esperada do novo 2006. E a mais bizarra.
O que mais me surpreenderia?
cdr, o desmemoriado.
Um certo frenezi, eu diria. Não sei se por modéstia, deixou-se esquecer de si mesmo, meu caro Márcio. Bem, um certo rapaz de azul, com quem tricotava freneticamente sobre hit's do underground... Lembra? E dançavam, dançavam. E na dança, expressão corporal, linguagem libidinosa, expansão espiritual, derretiam-se em suor e felicidade. Nada contra o azul. Mas o rapaz desfilava lindamente, ao lado do nosso amigo manelé, uma cabaleira devidamente moldada em glíter (ou purpurina, ou sei lá o que), se valendo de cumplicidades a cerca de intimidades do "rock em roll" (?). Uh uh uh, que beleza!
Acho que a predileção grunge pelo glíter do rapaz de azul, certamente muito estimulado pelo álcool, diga-se, desenhou a cena menos esperada do novo 2006. E a mais bizarra.
O que mais me surpreenderia?
cdr, o desmemoriado.
domingo, janeiro 15, 2006
Notas particulares de um bem público
Castrado e suicida
A Broa está namorando e agora vai morar sozinho. O que será de Popó?
Nem tão Bonfim
A Polícia Militar registrou mais de 240 queixas durante o Bonfim. Pelo menos duzentas vinham de cinco coroas. O motivo? Um Zé Grandão de pau pequeno!
Onde esqueci a memória?
A festa de Andréa foi em dia de branco. Mas precisava eu de tantos na festa mais florida dos últimos tempos?
Começaram os efeitos?
Depois de cara de rato desistir da luta contra o imperialismo que expulsa salas de arte do baiano, CDR disse que não estava em espírito na última festa. Será já o chá dos cheyennes?
De trás pra frente
Pimpão vai de trás pra frente. Anda ouvindo a pérola da flower generation, a banda Love. Isso quando o pai do LSD, Albert Hofmann, desacredita na cultura psicodélica e vê com desconfiança os consumidores de ácido: “hoje o que se vende como LSD, é só anfetamina”.
A Oscar Niemeyer
Depois de esquecer a ventilação do Zanzibar, Lina Bandini apareceu no JN de ontem. Pouca gente sabe, mas ela projetou o Chuleta.
Previdência em xeque
Borestia anunciou que pretende em breve se aposentar. Só não se sabe ainda a moeda em que será paga a aposentadoria.
A garota dos meus sonhos
“A gente vive, vive, vive... pra que tanta vida, meu deus?!”, eu ainda caso com essa mulher!
Experiências psicodélicas de um publicitário
Zé estava com pressão baixa na festa de Andréa. Teve que ir embora cedo. Todos estranharam; poucos prestaram atenção no grande depoimento que ele dera no blog horas antes: “Eu tô doidão. Neste exato momento. São 14:56. Um beijo. Amoêdo”. Que dizer? Sic.
Resquícios de Moreré
Sara Guedes falava, falava e falava, quando, num instante de luz, ouve-se a voz: “quem deu cachaça pra Sara?!”... saudades de Barra Grande!
Garçom, uma Cicarelli, por favor
Já estava cansado de tanta briga por aqui. Um pouco de humor, galera. De boca grande só a loura da skol que tomei ontem, a Cicarelli... mofada, mofada...
Márcio
A Broa está namorando e agora vai morar sozinho. O que será de Popó?
Nem tão Bonfim
A Polícia Militar registrou mais de 240 queixas durante o Bonfim. Pelo menos duzentas vinham de cinco coroas. O motivo? Um Zé Grandão de pau pequeno!
Onde esqueci a memória?
A festa de Andréa foi em dia de branco. Mas precisava eu de tantos na festa mais florida dos últimos tempos?
Começaram os efeitos?
Depois de cara de rato desistir da luta contra o imperialismo que expulsa salas de arte do baiano, CDR disse que não estava em espírito na última festa. Será já o chá dos cheyennes?
De trás pra frente
Pimpão vai de trás pra frente. Anda ouvindo a pérola da flower generation, a banda Love. Isso quando o pai do LSD, Albert Hofmann, desacredita na cultura psicodélica e vê com desconfiança os consumidores de ácido: “hoje o que se vende como LSD, é só anfetamina”.
A Oscar Niemeyer
Depois de esquecer a ventilação do Zanzibar, Lina Bandini apareceu no JN de ontem. Pouca gente sabe, mas ela projetou o Chuleta.
Previdência em xeque
Borestia anunciou que pretende em breve se aposentar. Só não se sabe ainda a moeda em que será paga a aposentadoria.
A garota dos meus sonhos
“A gente vive, vive, vive... pra que tanta vida, meu deus?!”, eu ainda caso com essa mulher!
Experiências psicodélicas de um publicitário
Zé estava com pressão baixa na festa de Andréa. Teve que ir embora cedo. Todos estranharam; poucos prestaram atenção no grande depoimento que ele dera no blog horas antes: “Eu tô doidão. Neste exato momento. São 14:56. Um beijo. Amoêdo”. Que dizer? Sic.
Resquícios de Moreré
Sara Guedes falava, falava e falava, quando, num instante de luz, ouve-se a voz: “quem deu cachaça pra Sara?!”... saudades de Barra Grande!
Garçom, uma Cicarelli, por favor
Já estava cansado de tanta briga por aqui. Um pouco de humor, galera. De boca grande só a loura da skol que tomei ontem, a Cicarelli... mofada, mofada...
Márcio
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Hoje é dia de beca
Foram nove as latinhas de uma nova skin que me deixou com uma dor de cabeça intermitente.
Foram três os comprimidos de um remédio que até agora não aliviou essas pulsações que insistem em se latejar contra os meus ossos cranianos.
Um lenitivo apenas.
Apesar disso tudo repetiria a boa festa de ontem. Se hoje vivo uma vida horizontal é porque ontem bebi até morrer; se hoje vivo, é como se morto estivesse.
Bem no dia de branco, do Senhor do Bonfim, Oxalá para os íntimos, e eu de preto, como se a festa da Boa Morte fosse.
Ora pois ter ouvido no final a grande frase da noite.
Eu estava sentado, já com uma garrafinha de água na mão, quando disse pra pessoa do lado, “vontade de morrer da porra!”.
Pois saiu alto.
Mas a menina do outro lado do bar, que pensei que se assustaria, emendou com um “também acho”, e disse: pra quê tanta vida?!
E hoje é dia de beca!
Márcio
Foram três os comprimidos de um remédio que até agora não aliviou essas pulsações que insistem em se latejar contra os meus ossos cranianos.
Um lenitivo apenas.
Apesar disso tudo repetiria a boa festa de ontem. Se hoje vivo uma vida horizontal é porque ontem bebi até morrer; se hoje vivo, é como se morto estivesse.
Bem no dia de branco, do Senhor do Bonfim, Oxalá para os íntimos, e eu de preto, como se a festa da Boa Morte fosse.
Ora pois ter ouvido no final a grande frase da noite.
Eu estava sentado, já com uma garrafinha de água na mão, quando disse pra pessoa do lado, “vontade de morrer da porra!”.
Pois saiu alto.
Mas a menina do outro lado do bar, que pensei que se assustaria, emendou com um “também acho”, e disse: pra quê tanta vida?!
E hoje é dia de beca!
Márcio
Só pra reforçar...
Cervejada de casa nova!
Agora fudeu!!! Estou me mudando este final de semana e como de praxe farei as honras da casa com uma cervejinha gelada e alguns petiscos no sábado, 14/01, a partir das 19h. O endereço é o seguinte: rua Sargento Astrolábio, 284, edf. Arabutan(isso mesmo, Astrolábio e Arabutan), apt. 301. Trata-se de uma tranversal da Rubem Berta, Pituba, a rua do Persona, não tem erro, é só procurar o prédio mais velho com 3 andares... Levem uma cervejinha pra animar a festinha, Pedro leve o DVD.
Até, Broa.
PS: Devido a problemas estruturais do imóvel, só será permitida a permanência no apartamento no limite máximo de 5 pessoas por vez. Cheguem cedo e peguem sua senha.
Agora fudeu!!! Estou me mudando este final de semana e como de praxe farei as honras da casa com uma cervejinha gelada e alguns petiscos no sábado, 14/01, a partir das 19h. O endereço é o seguinte: rua Sargento Astrolábio, 284, edf. Arabutan(isso mesmo, Astrolábio e Arabutan), apt. 301. Trata-se de uma tranversal da Rubem Berta, Pituba, a rua do Persona, não tem erro, é só procurar o prédio mais velho com 3 andares... Levem uma cervejinha pra animar a festinha, Pedro leve o DVD.
Até, Broa.
PS: Devido a problemas estruturais do imóvel, só será permitida a permanência no apartamento no limite máximo de 5 pessoas por vez. Cheguem cedo e peguem sua senha.
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Por falar em barbada...
Sei que a postagem vai atrasada, mas vá lá que seja. Falando em barbadas, veja o que um pobre setorista do jornal de vovô Toninho é obrigado a atuarar em suas incontáveis horas de trabalho no ambiente do Fazendão. Para quem não conhece, situado no Alto de Itinga. Em uma das conversas esporádicas com o treinero tricolor, muito bem assessorado pelo nosso conhecido colega, começaram as divagações sobre Libertadores de América e Mundial de Clubes. Acredito ser até obviedade dizer que nosso querido assessor iniciou seu devaneio quanto ao futuro do tericeirão azul, vermelho e branco nas competições.
Depois do riso frouxo do setorista que aqui vos fala, o comandante da nau tricolor lembrou que para a façanha começar a se realizar, basta apenas que o Bahia vença a Copa do Brasil 2006...muito interessante. Vai aqui minha barbada de 2006, que estende ainda para 2007:
- Bahia, campeão da Copa do Brasil 2006, disputa e ganha também a Libertadores 2007. Na final, bate o Boca Juniors em La Bombonera (isso faz parte do sonho tricolor). Na final do Mundial, bate o Barcelona por 3x0, três gols do zagueiro Carlinhos, de bicicleta. Moral da história, o time será o único campeão mundial da terceira divisão...
Deduca@skol, que é tricolor por obrigação e não desiste nunca...
Depois do riso frouxo do setorista que aqui vos fala, o comandante da nau tricolor lembrou que para a façanha começar a se realizar, basta apenas que o Bahia vença a Copa do Brasil 2006...muito interessante. Vai aqui minha barbada de 2006, que estende ainda para 2007:
- Bahia, campeão da Copa do Brasil 2006, disputa e ganha também a Libertadores 2007. Na final, bate o Boca Juniors em La Bombonera (isso faz parte do sonho tricolor). Na final do Mundial, bate o Barcelona por 3x0, três gols do zagueiro Carlinhos, de bicicleta. Moral da história, o time será o único campeão mundial da terceira divisão...
Deduca@skol, que é tricolor por obrigação e não desiste nunca...
Como conseguimos viver até hoje sem isso?
Não me amarra, dinheiro não...
Fiquei sabendo esse lance da Perini. Normal. Por que o alvoroço? Que mania desse pessoal metido a destruidor da humanidade achar que até a Perini e uma sala de cinema são motivos de preocupação nacional.
Ultimamente não tenho tido dinheiro pra frequentar esses espaços. A Perini nem se fala. Conheço de fachada. A especulação imobiliária é assim mesmo, um grupo falido vende seuas terras pra outro rico, e pronto. O cinema que mude de lugar. Queria o que? Cobrando 14 conto num bilhete... é preocupação pra grunge.
Mas por falar em mudança, o branco é a cor do dia... se te faz melhor, meu irmãozinho, a mim agrada... mas não fique assustado com o rosa, nem se choque com o arco-íris... essa coisa meiga que vc tem de ser anti qualquer coisa... é legal... um jeitinho de órfão rebelde... que quer carinho... que quer dar e receber atenção... que parece perdido no meio dessas barbaridades que a vida mostra assim, tão explícita...
Acidez se dilui em água... glória a ti.
de branco, cdr.
Ps. A sala de arte, ainda por cima, virou plataforma de lançamento pra intelectuais escritores faconianos... prefiro os queijos da perini... como todo rato.
Ultimamente não tenho tido dinheiro pra frequentar esses espaços. A Perini nem se fala. Conheço de fachada. A especulação imobiliária é assim mesmo, um grupo falido vende seuas terras pra outro rico, e pronto. O cinema que mude de lugar. Queria o que? Cobrando 14 conto num bilhete... é preocupação pra grunge.
Mas por falar em mudança, o branco é a cor do dia... se te faz melhor, meu irmãozinho, a mim agrada... mas não fique assustado com o rosa, nem se choque com o arco-íris... essa coisa meiga que vc tem de ser anti qualquer coisa... é legal... um jeitinho de órfão rebelde... que quer carinho... que quer dar e receber atenção... que parece perdido no meio dessas barbaridades que a vida mostra assim, tão explícita...
Acidez se dilui em água... glória a ti.
de branco, cdr.
Ps. A sala de arte, ainda por cima, virou plataforma de lançamento pra intelectuais escritores faconianos... prefiro os queijos da perini... como todo rato.
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Os cults estão possessos!
Enquanto o espírito 2006 de nosso amigo Cara de Rato se amaina na cromoterapia rosa e nos chás dos índios cheyennes na união do vegetal, seu reduto cultíssimo e pseudo-marginal sofre com o assédio dos quitutes da moda anglo-européia, e quiçá, igualmente americana...
Para quem ainda não sabe, o Bahiano de Tênis descobriu que melhor do que ter uma sala de cinema de arte é ter uma delicatessen. Por isso a Perini deve substituir a tradicional sessão da tarde pelo tradicional café da manhã. Afinal, pãozinho dá mais dinheiro que cinema, né?
Mas onde está a patota do panelaço? Os cults estão possessos! Onde está aquele que bateu latas e saiu nu em praias cearenses? Os cúlts clamam pelo seu meteorango kid!! Onde estará o marginal, glauberiano, o mago da multiplicação das mineiras, cariocas, paulistas...?
Cara de Rato, não só de por do sol os aplausos vivem... ponha sua capa, apareça!!
Em nome de Glauber, o anti-cult, que filmava pros cults...
Márcio
Para quem ainda não sabe, o Bahiano de Tênis descobriu que melhor do que ter uma sala de cinema de arte é ter uma delicatessen. Por isso a Perini deve substituir a tradicional sessão da tarde pelo tradicional café da manhã. Afinal, pãozinho dá mais dinheiro que cinema, né?
Mas onde está a patota do panelaço? Os cults estão possessos! Onde está aquele que bateu latas e saiu nu em praias cearenses? Os cúlts clamam pelo seu meteorango kid!! Onde estará o marginal, glauberiano, o mago da multiplicação das mineiras, cariocas, paulistas...?
Cara de Rato, não só de por do sol os aplausos vivem... ponha sua capa, apareça!!
Em nome de Glauber, o anti-cult, que filmava pros cults...
Márcio
Tout rouge... coisa de Djavan?
Um dos caminhos é a busca do autoconhecimento como uma meta constante... anti-destruição... anti-flagelação...
A cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções. Temos visto aqui no nosso colorido blog desavenças e pormenores que acabam por solcitar esse tratamento cromoterpeutico chocante e, para alguns, até constrangedor.
Me refiro especificamente a onda "metrô" que vem alterado o espectro psicológico de nosso neo-grunge pós moderno favorito. Antes tinha-se Diraeli Gears... agora Elton John. É grave. Não sou médico, nem xamã, nem pajé. Uma contribuição moral ao amigo resume esta minha singela colaboração. (Tem aquele chá também, que o sr. me procurava saberes!)
Eu também não aguento mais aquelas festinhas do Idearium, onde jovens de preto empunham litros de coca que corrobora a mais degradante aguardente de cana.
Prefiro ouvir Djavan, a quem o amor se definiu azulzinho...
Vê se pode?
cdr.
A cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções. Temos visto aqui no nosso colorido blog desavenças e pormenores que acabam por solcitar esse tratamento cromoterpeutico chocante e, para alguns, até constrangedor.
Me refiro especificamente a onda "metrô" que vem alterado o espectro psicológico de nosso neo-grunge pós moderno favorito. Antes tinha-se Diraeli Gears... agora Elton John. É grave. Não sou médico, nem xamã, nem pajé. Uma contribuição moral ao amigo resume esta minha singela colaboração. (Tem aquele chá também, que o sr. me procurava saberes!)
Eu também não aguento mais aquelas festinhas do Idearium, onde jovens de preto empunham litros de coca que corrobora a mais degradante aguardente de cana.
Prefiro ouvir Djavan, a quem o amor se definiu azulzinho...
Vê se pode?
cdr.
Como diria o velho amigo de Pimpão, Elton John
Everybody's talking about gagism, tagism
Shagism, dragism, madism
Ragism, tagism, botulism, thisism, thatism
Listen to this
Everybody's talking about ministers
Sinisters, banisters, canisters
Bishops, bishops, Bishop's Avenue
Why not talk about Bishop's Avenue
I've got a lovely house on Bishop's Avenue
Everybody's talking about Popeye, Olive Oyl
Everybody, everybody, everybody, Mrs. Jean Schnook
Twenty Three Chepstow Villas
Because they are the next contestant on "Make a B-Side"
All we are saying
Is give peace a chance
All we are saying
Is give peace a chance
Márcio
Shagism, dragism, madism
Ragism, tagism, botulism, thisism, thatism
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Sinisters, banisters, canisters
Bishops, bishops, Bishop's Avenue
Why not talk about Bishop's Avenue
I've got a lovely house on Bishop's Avenue
Everybody's talking about Popeye, Olive Oyl
Everybody, everybody, everybody, Mrs. Jean Schnook
Twenty Three Chepstow Villas
Because they are the next contestant on "Make a B-Side"
All we are saying
Is give peace a chance
All we are saying
Is give peace a chance
Márcio
terça-feira, janeiro 10, 2006
Cervejada de casa nova!
Agora fudeu!!! Estou me mudando este final de semana e como de praxe farei as honras da casa com uma cervejinha gelada e alguns petiscos no sábado, 14/01, a partir das 19h. O endereço é o seguinte: rua Sargento Astrolábio, 284, edf. Arabutan(isso mesmo, Astrolábio e Arabutan), apt. 301. Trata-se de uma tranversal da Rubem Berta, Pituba, a rua do Persona, não tem erro, é só procurar o prédio mais velho com 3 andares... Levem uma cervejinha pra animar a festinha, Pedro leve o DVD.
Até, Broa.
PS: Devido a problemas estruturais do imóvel, só será permitida a permanência no apartamento no limite máximo de 5 pessoas por vez. Cheguem cedo e peguem sua senha.
Até, Broa.
PS: Devido a problemas estruturais do imóvel, só será permitida a permanência no apartamento no limite máximo de 5 pessoas por vez. Cheguem cedo e peguem sua senha.
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Quais são as barbadas e quem vai apostar nelas?
De vez em quando o brasileiro se dá conta da tontice que é apostar em barbadas. Anos atrás, por exemplo, perdíamos noites e ganhávamos madrugadas na esperança que um ouro no peito de atleta nos valorizasse o brio. Todos sabem o que aconteceu, ou devo eu lembrar?
Era barbada. E sabe como é que o brasileiro age com a mínima chance de sucesso? Basta um brasileirinho, três pulinhos longos num chão de areia fofa, um bicho lento andando em carros vermelhos e velozes... somos genuínos deslumbrados, iludidos e sem pés no chão...
E foi assim que uma bola na trave, um saque na rede, um ippon inesperado nos mostravam aquilo que costumamos chamar de “zebra”, mas que na verdade eram as falsas esperanças, agora frustradas, se dissipando como lasers dando fechada na largada de uma última regata.
Mas como somos otimistas, e como cansamos de ver comerciais com músicas de raulzito, tentamos outra vez. Tínhamos nossa carta escondida na manga. A mais tupiniquim de todas, claro. A mais fajuta e a mais contrabandeada tradição naquele momento: o nosso hipismo!!
Eram só alguns saltos. Era a costumaz moleza. E nisso, amigo, a nossa índole confia. Que assim seja. E assim foi: a madrugada passando de salto em salto, esperançosa, imponente, briosa, até que enfim... o refugo... o animal: Rodrigo Pessoa... o cavalo: Baloubet du Rouet.
Quais são as novas barbadas?
Quem vai apostar nelas?
Do que falo aqui?
Márcio
Era barbada. E sabe como é que o brasileiro age com a mínima chance de sucesso? Basta um brasileirinho, três pulinhos longos num chão de areia fofa, um bicho lento andando em carros vermelhos e velozes... somos genuínos deslumbrados, iludidos e sem pés no chão...
E foi assim que uma bola na trave, um saque na rede, um ippon inesperado nos mostravam aquilo que costumamos chamar de “zebra”, mas que na verdade eram as falsas esperanças, agora frustradas, se dissipando como lasers dando fechada na largada de uma última regata.
Mas como somos otimistas, e como cansamos de ver comerciais com músicas de raulzito, tentamos outra vez. Tínhamos nossa carta escondida na manga. A mais tupiniquim de todas, claro. A mais fajuta e a mais contrabandeada tradição naquele momento: o nosso hipismo!!
Eram só alguns saltos. Era a costumaz moleza. E nisso, amigo, a nossa índole confia. Que assim seja. E assim foi: a madrugada passando de salto em salto, esperançosa, imponente, briosa, até que enfim... o refugo... o animal: Rodrigo Pessoa... o cavalo: Baloubet du Rouet.
Quais são as novas barbadas?
Quem vai apostar nelas?
Do que falo aqui?
Márcio
domingo, janeiro 08, 2006
acordei bemol
Hoje, domingo, ainda com as vistas turvas e a boca seca...
Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
Quintana é doce... para o mais escritor dos manelés não tenho descrição... (ótimo assim,não!?!) e se incenso fosse música?
isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além
acordei bemol... tudo está sustenido... só não faz sentido...
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira
após um copo d'água...
cdr.
Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
Quintana é doce... para o mais escritor dos manelés não tenho descrição... (ótimo assim,não!?!) e se incenso fosse música?
isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além
acordei bemol... tudo está sustenido... só não faz sentido...
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira
após um copo d'água...
cdr.
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