quinta-feira, março 23, 2006

Uma de Ziraldo

Nando Reis

Galera,

Como sempre acabo encontrando vcs só no final dos shows, resolvi passar por aqui para ver se alguém está planejando ir ver (e ouvir) Nando Reis neste sábado. Estou com saudades de sair com vocês. Se a galera for fazer alguma coisa depois do show, eu também topo.

Um abraço,
Dani

terça-feira, março 21, 2006

Itacimirim e Mudhoney

Hoje não estou muito pra conversa. Dei conta esta manhã que perdi um disco muito valioso pra mim (o “Superfuzz Bigmuff plus Early Singles”, do Mudhoney – um disco azul, a caixa está comigo, quem achar, pelo amor de Kurt, devolva) e eu gostaria muito de escutar agora.

Não encostem mesmo em mim, porque como diz a música, hoje não estou pra conversa. No entanto, no entanto, pode ser que o disco até o fim de semana apareça e eu resolva ir me divertir na nova mansão broalesca em Itacimirim. É isso, essa mensagem também é convite.

Portanto, manelés, vocês tem duas missões a cumprir. Primeiro, claro, ajudar a encontrar o disco azul do Mudhoney. Segundo, comemorar o achado em Itacimirim Beach ao gosto de um bom e suculento churrasco, que o anfitrião quer nos oferecer com a nossa digna ajuda.

A mansão está disponível esse fim de semana. Embora não 100% concluída, está apta para espíritos de menor finura e maior descompostura. Cerveja há de ter, carne não pode faltar, e se o meu cd eu vir a encontrar, aí vai ser beleza – vocês pensaram que ia fazer poesia, é?!!

Já disse que não estou pra conversa!!

Arevoá

Márcio

domingo, março 19, 2006

Acelera Rubinho

É inacreditável. Entra ano, sai ano, as únicas coisas que não mudam são a cara de pau do José Sarney e a frase do Rubinho Barrichello depois de uma corrida, qualquer corrida. Senão, me diga: depois de que Grande Prêmio Rubinho disse esta frase (resposta no final do post)? "Foi um fim de semana de muitos problemas... Mas foi um aprendizado, tenho certeza de que as coisas vão melhorar nas próximas provas".

Barrichello repete este mantra, o mantra do perdedor, há mais de 10 anos. Um cara que ganha tanto dinheiro deveria ter um assessor de imprensa, uma massagista chinesa ou pelo menos um bom psiquiatra. Não há nada no mundo que justifique, mesmo ele sendo um piloto mediano, vestir com tanta desenvoltura o figurino do perdedor resignado, o que ele faz com grande categoria, ajudado pelo lobby de Galvão Bueno, o imperador do otimismo forçado.

Será que não há nem um amigo de Rubinho por aí lendo esse post que possa dar um toque ao cara. Relaxa, Rubinho, você é apenas um bom piloto mediano. Tire essa responsa da cabeça, pare de dar entrevistas defendendo a reputação de um piloto que você não é e divirta-se.

PS: Declaração dada à imprensa ainda hoje, domingo, após o GP da Malásia.

bem devagar,

cdr.

sábado, março 18, 2006

Pode?

Corre na Internet a seguinte piada infame:

“O Centro Nacional de Controle de Doenças Epidemiológicas de Portugal emitiu uma lista com os sintomas da gripe aviária:

1. Febre alta
2. Congestão
3. Náusea
4. Fadiga
5. Uma irresistível vontade de cagar no pára-brisas de alguém”

Francamente!!!

Do Tutty Vasques

Márcio

sexta-feira, março 17, 2006

quinta-feira, março 16, 2006

O caso Duda, não o @skol, o @dusseldorf

Agora que a cachaça passou, embora esteja com uma rinite desgraçada, posso esclarecer umas coisas sobre a conversa de ontem:

1. O habeas-corpus é uma ação que visa à proteção do direito de locomoção da pessoa. Ele é um dos chamados “remédios constitucionais”, que são instrumentos do cidadão pra proteger os direitos fundamentais expressos na Constituição.

2. O habeas-corpus não é um documento formal, protocolar. Ele pode ser pedido por qualquer pessoa, sem necessidade de advogado, e de qualquer maneira – pode ser escrito, oral -, sempre que o direito de ir e vir esteja ameaçado. O juiz é quem concede.

3. A constituição diz no seu art. 5, inciso LXVIII: “conceder-se-á 'habeas-corpus' sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade e abuso de poder”.

No caso que a gente falava ontem, de Duda Mendonça, o juiz do Supremo concedeu o habeas-corpus porque a CPI exerce uma função judicial, dando-lhe poderes inclusive para prender pessoas (quem não se lembra da cena de Celso Pitta sendo preso por desacato?).

Dessa forma, Duda se considerou ameaçado no seu direito de liberdade de locomoção (poderia sofrer coação - prisão) e pediu habeas-corpus preventivo. Note-se que foi concedido porque a rigor só pode haver prisão depois de processo julgado – salvo prisão preventiva.

Além disso (onde residiu a dúvida de ontem), o réu tem direito a ampla defesa e ao contraditório (dar sua versão dos fatos). Dessa forma, tem direito ao silêncio, pois tem o direito de não falar aquilo que o possa incriminar (ou seja, de certa maneira, pode mentir).

Foi justamente por isso que um dos ministros do Supremo Tribunal Federal concedeu o habeas-corpus, baseado no conceito segundo o qual ninguém pode ser obrigado a produzir provas contra si mesmo. Portanto, tinha razão Zé, Duda foi mesmo convocado na condição de réu.

Na verdade, Duda poderia mentir à vontade se o desejasse, não tendo isso relação com o habeas-corpus. Ele estaria apenas exercendo seu direito ao contraditório e a ampla defesa. A rigor, não estaria mentindo naquele momento, pois é um princípio a presunção de inocência.

No entanto, observem que, mentindo, ele poderia eventualmente entrar em contradição e produzir provas contra si mesmo, coisa que não é obrigado a fazer. Daí ele preferir calar-se. O habeas-corpus previne aí o abuso de poder, caso fosse dada uma voz de prisão indevida.

Fica aqui registrado, no entanto, que no caso de convocação na condição de testemunha, Duda não poderia mentir, sob pena de falso testemunho, o que é passível de prisão. No entanto, Duda poderia apenas dizer “não sei”, pelo direito de não contradizer a verdade.

Complicado? De fato é. Existem direitos expressos na Constituição, mas as pequenas regrinhas estão expressas no Código Penal – e aí é demais pra mim. Quem quiser saber os motivos porque o ministro Gilmar Mendes concedeu o habeas-corpus, entre no link abaixo – é interessante.

http://www.stf.gov.br/imprensa/pdf/gilmarhc88228.pdf

Enfim...

Vejam aí

Márcio

quarta-feira, março 15, 2006

Eu sei, é vício, é vício!!

Política externa

Bush ligou para Lula elogiando o “Big Brother Brasil” que, como se sabe, mandou o Iran para o paredão.

Tutty Vasques

terça-feira, março 14, 2006

Mansion de le broé

Não sei vocês, mas eu estou muito ansioso para o término das obras de reforma da antiga casa de praia da família broa. Antiga casa? Sim, antiga casa, porque agora, com a Broa manelé morando sozinha, sobrou dinheiro pra fazer da casa mansão: a mansion de lé broé!!



Atentem, pois, para a foto acima e para as próximas semanas, quando tudo estará pronto. Proponho logo um grande manelé comemorativo, com toda pompa e desperdício - com direito as louras do Aécio Neves, os vinhos do Renato Ribeiro e os charutos de Fidelzinho!!

Arevoá a todos

E viva la mansion de le broé!!

Márcio

Convite.

Passo na íntegra o convite feito por nossa amiga Sara a todos os manelés e agregados.


De:
Sara Guedes
Enviado:
segunda-feira, 13 de março de 2006 20:36:31
Para:
soaresba@hotmail.com
Assunto:
Promessa é dívida






Caixa de Entrada
Oi Chico, Como eu havia prometido, vai rolar um fim de semana em guarajuaba. Este fim de semana a casa vai estar vazia e a gente pode ir pra lá, como eu sei que vc é o organizador da galera te passo esta tarefa, veja se a galera pode e estar afim de iraí a gente podemarcar um manelé lá. Caso o pessoal nao possa ir este fim de semana, a gentepode pensar me outra data.....qdo a casa estiver vazai denovo... Me aviseo resultado Beijos Sara


Agora é com vocês, espero comentários e confirmações.

Broa.

segunda-feira, março 13, 2006

Água vira cerveja na Noruega.

OSLO, Noruega (AP) - Haldis Gundesen parecia estar diante de um milagre quando, neste fim de semana, ela abriu a torneira da cozinha e viu que a água havia se transformado em cerveja.
alguns blocos dali, empregados e clientes do Bir Tower Bar ficaram horrorizados quando saiu água dos barris de cerveja.
Devido à improvável façanha de um trabalho de encanamento mal-feito, alguém do bar em Kristiandsund, oeste da Noruega, acidentalmente encaixou as mangueiras de cerveja nos tubos de água do apartamento de Gundersen.
“Nós havíamos nos preparado para uma confortável noite de sábado, comemos um bom jantar, e eu ia fazer uma pequena limpeza”, disse Gundersen, de 50 anos, à The Associated Press por telefone. “Eu abri a torneira da cozinha e a cerveja começou a jorrar”.
Mas Gundersen disse que a cerveja não lhe atraiu nem a tentou, mesmo em um país em que meio litro da bebida chega a custar 3,75 dólares em mercearias.
Per Egil Myrvang, da distribuidora local de cerveja, disse que ajudou os atendentes do bar a reconectar os tubos pelo telefone. “Os tubos de água e cerveja realmente se tocam, mas há de se ter uma criatividade muito grande para confundi-los”, disse aos jornais locais.
Gundersen brincou sobre o pub lhe mandar cerveja de graça para sua próxima festa. “Mas talvez seja mais fácil se eles só me convidarem para uma cerveja”, disse.

Alguém reclamaria?

-=*=-*=-*-= I M P E R D Í V E L !!! =-*=-*=-*=-

Recepção de calouros da UFBA:

- Dia 15/03, quarta-feira, no Campus de Ondina a partir de 13h.

- Ingresso em conta: 2 kg de alimento não perecível (exceto sal)

Programação:

16:30h - Show com Vencedores do UNIFEST

17:45h - Show: ZÉU BRITTO E CEGUÊRA DE NÓ

19:30h - Aula show: GILBERTO GIL (VOZ E VIOLÃO)

21: 00h - Show: GERÔNIMO E BANDA

21:16h- Rachel foge da aula de Estado e Sociedade e parte em direção ao local da festa!

22:30h - Show: NAÇÃO ZUMBI (uhuuu!!!)

Uma ótima semana para todos!!! bjos, bjos, bjos!!!

Kel (Feliz com a vitória de ontem e a derrocada do técnico rival!)

domingo, março 12, 2006

Quando nos falta assunto, que não nos falte referências

Grupo de risco
Muito mais do que a idade ou o peso de Ronaldinho, o torcedor brasileiro teme que o goleiro Dida pegue a gripe do frango na Copa da Alemanha. De vez em quando, como se sabe, a bola bate nele e espirra.

Jurisprudência internacional
Saddam Hussein está uma fera. Vai exigir do tribunal iraquiano os mesmos direitos do Professor Luizinho.

Já pensou?!
O brasileiro bebeu 1 bilhão de litros de cerveja em janeiro, quase 10% a mais que no mesmo período do ano passado. Pelos cálculos do ministro Furlan, se o Lula não tivesse parado de beber....

São do Tutty Vasques, viu Chico?!

Márcio

quinta-feira, março 09, 2006

Desafiem as suas mentes, manelés!

Nós, racionalistas baianos, sempre olhamos com olhos tortos os misticismos do Capão, nunca demos grandes bolas para os duendes e gnomos de Xuxa, nem tampouco damos muita trela para as abduções de Elba sob a lua de Trancoso.

No entanto, depois de tanto zirigidum, telecoteco, balacubaco, ou se preferirem, depois de tanto piriri pi ti, piriri pom pom, baradá ba dá, e depois que uma bola de fogo cruzou o céu de Santo Antônio, vocês não sentem a falta de algo? algo de nome Sara?!!

O que terá acontecido? Será que ela foi raptada por um furioso cacique kaiapó? Será que ela experimentou o chá da chapada e decidiu virar uma árvore? Ou será que ela encontrou a luz sobre o céu de Santo Antônio, que de Jesus não tem nada?

Será que ela fugiu pra Espanha?!

Desafie a sua mente!!

Só não pronunciem tal nome mais de duas vezes...

Arevoá!

Márcio

Da folha pros manelés

quarta-feira, março 08, 2006

E vai rolar a festa!

Pelo segundo ano consecutivo, nosso amigo Dadá Maravilha realizará uma confraternização entre amigos e agregados para comemorar seu aniversário. A data será sábado, 11/03, em local ainda a ser definido. Devido a triste realidade dos clubes baianos será no esquema boteco copo sujo, cada qual paga o seu, sem direito a petiscos...

Ate lá,

Broa, voltando as atividades.

terça-feira, março 07, 2006

A ética manelística e o espírito do capitalismo

Como nós manelés já passamos, ou estamos a passar, da fase do paternalismo familiar para a fase auto-paternalista, quando não estatal, que tal fazermos umas considerações sobre a ética que se forma entre nós nesse espírito capitalista? Vejamos por partes, um de cada vez.



Nosso amigo publicitário teve crise de identidade e foi pra Espanha participar de congresso de agências de viagens. Estranho. Ainda mais porque, lá, já pegou uma amazonense, uma baiana (“o sabor da Bahia”) e uma colombiana. Quando chegará na Europa ninguém sabe!!

Cara de Rato

O nosso meteorango kid, cdr, andou recusando ordenamento de duzentos reais para ensinar às crianças, por um único dia, como se faz um projeto cultural. Achou pouco. Não podemos dizer o que ele exatamente faz pra viver, mas que o Porto deve pagar bem, ah, isso deve!!

Pimpão

Sabemos que a linhagem popovikana é abastada, mas nosso Pimpão há muito, quando chamado, diz que está fazendo uns trabalhos, mas no final do dia nunca tem dinheiro. Disse uma vez que está juntando pra morar sozinho. Só não sabe ainda se leva Aline ou Perpétua!!

Borestia

O nosso querido “pegador de promessas”, o Borestia, é um compulsivo. Trabalha em jornal impresso, em jornal televisivo, e faz documentário pra se formar. Não cansado, ele ainda trabalha nas bases – não temos gravação quando ele decretou aposentadoria? Precisamos disso!!!

Clara

Essa aí tem como trabalho agredir meninos burros que procuram banca. A raiva da professorinha, no entanto, é bem aliviada com cigarros e com um gordo ordenamento: sua hora/aula é maior que de professor universitário, e ela ainda vota no PT – se liga, menina, você é elite, vote PSDB!!

Broa

Depois que o administrador saiu de casa, a família tá fazendo reforma na casa de praia e até Popó herdou um quarto só pra ele – será que Broa era um cara folgado? diz-se por aí que ele só convida os manelés pra sua casa quando ele tá com preguiça de arrumar o apê, absurdo!!

Márcio

Seguindo os passos de Willownildon Willow eu vou... esconder o jogo!! estou tramando um futuro... depois que virei barão do Itaigara eu almejo meu espaço na inclusão social... quem sabe o seguro-desemprego, o bolsa-família, ou a morosidade de nosso Estado assistencialista?

Aline

Nossa amiga Borestia, II, virou autônoma. Engana-se, porém, quem pensa que essa jogada lhe renderia menos dinheiro. Ela agora tem internet em casa e até comprou um microfone de telefonista para fazer o que mais gosta: gravar mensagens com palavrão no msn!!

Olhem... cansei...

Arevoá

Márcio

segunda-feira, março 06, 2006

Volta ao início: pra ver se ressuscita o manelé

Não gosto desse template no blog, mas vamos ver se voltando aos primórdios deste espaço, voltam também as pessoas e seus comentários.

E já que o carnaval passou levando toda a folia e o bundalelê dos nossos amigos manelés, que tal uma ressaca?

Que tal portanto um manelé?

Ou um Itacimirim, se possível for...

Arevoá

Márcio

sexta-feira, março 03, 2006

Buono Voice

Qualé de luz de celular Marcinho?
Mas confesso que o comentário de Zé se encaixa perfeitamente, hehehehe!

A manchete do carnaval foi:
INDICADO AO PRÊMIO NOBEL DA PAZ CANTA "CHUPA TODA!"

Ainda bem que Itacaré faz vc esquecer essas coisas.

Isso aqui tá morto mesmo...

sábado, fevereiro 25, 2006

Tem alguém aí?




















Já que é carnaval, e ninguém vai ler isso aqui, posso falar sozinho o que quiser, afinal, vai ser um monólogo mesmo!


Márcio

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Bono canta no carnaval de Salvador

“Sunday Bloody Sunday”?

“Pride (In The Name Of Love)”?

“Where The Streets Have No Name”?

“With Or Without You”?

Que nada!!

“Chupa toda!”, ouviu-se a voz!!

Coisa de baiano...

Márcio

E começou a folia

Eu mato, eu mato
Quem roubou minha cueca
Pra fazer pano de prato

Eu mato, eu mato
Quem roubou minha cueca
Pra fazer pano de prato

Minha cueca, tava lavada
Foi um presente que eu ganhei da namorada

Minha cueca, tava lavada
Foi um presente que eu ganhei da namorada

Márcio

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Domínio Público

Imagine um site onde se pode baixar toda a obra de Machado de Assis? Além de mais 700 títulos em português, obras como A Divina Comédia, pinturas de Leonardo da Vnci, imagens diversas, mp3 e outras coisinhas... Então, o MEC está dando na mão: www.dominiopublico.gov.br .

O lance é disponibilizar na rede um vasto arquivo em domínio público para serem baixados e rasgados, por quem interessar possa. É claro que nem tudo deve ser rasgado, pode ser queimado também... lido e consumido, por quê não?

Grande iniciativa... um bom caminho para pesquisadores e curiosos...

cdr.

terça-feira, fevereiro 21, 2006

U2: a reação atualizada de quem viu - com legendas

Márcio:
“Mais vale um Morumbi de fãs do que uma Copacabana que não canta junto” (birra).

Clara:
“Gostei quando apareceu Lula no telão e quando ele fez propaganda do Fome Zero, mas vi quem ficou indiferente, e anotei o número da camisa de quem vaiou; não perdem por esperar!” (dogma).

:
“Brasileiro é mesmo idiota, vaiou quando ele falou Argentina” (nacionalismo ferido).

Deduca:
“Gostei, só tinha hit” (orgulho pop).

Cdr:
“Nem assisti, tava puto porque não consegui viagem de graça; já pensou quantas cariocas e paulistas eu deixei de pegar?” (“matador”).

Willownildon Willow:
“Adorei os celulares acessos, mas acho que faltou cover dos Engenheiros” (empolgado).

Nanda:
“Não tem O Rappa não?” (insistência).

Broa:
"Dúúúú" (ébrio).

Borestia:
"Poooorra" (pilha, não conhece a música)

Sara:
“Até que enfim uma edição bem feita” (juízo técnico).

Pimpão:
“Aquele jararaca ganhou um pitoque de Bono, e eu que sou fã desdes os anos 80, ganho o quê?” (invejosa).

Aline:
“Pra mim, Bono só se for da Bauducco” (indiferente).


De quem falta o veredicto?

Até...

Márcio

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Minha defesa ante a instituição

Preâmbulo:
Onde se lê “defesa” que se conote “pilha”, onde for “instituição”, “mulher do computador”.

Capítulo I:
Hoje foi dia de resolver a minha situação frente ao insólito artigo 17. Primeira parada: Facom. Para aqueles que acham que a nossa faculdade não trouxe qualquer ensinamento, contesto vocês. Quem não sabe que qualquer problema é sempre de Anna Maria Jatobeba?

Pois então. Esse ensinamento tanto esquecido por nós foi a resposta parcial para o meu problema. Parcial porque ninguém sabe o que diz o artigo 17. Mas agora sei que o problema se deu porque Jatopeira esqueceu de protocolar o documento de desistência de semestre.

O que se sucede é que quando desistimos de apresentar o trabalho de conclusão de curso, fazemos um pedido de ampliação do prazo por mais um semestre para a senhora J. (não mais me referirei de forma pejorativa, certo?), o qual ela deveria tornar oficial. Não tornou.

Por isso oficialmente tenho que pedir para as instâncias superiores a ampliação do prazo. Como vocês então já devem ter percebido, mais uma vez a Facom me mandou para o SGC – não sem antes Mau Mau (como o conhece cdr) alfinetar, “ela se arroga a centralizar tudo”.

Capítulo II:
Depois de mais um Ondina - Campo Grande, fui ao encontro da mulher do computador. Fria e sentenciosa, ela me fez considerar o computador um ente familiar íntimo. Mascando chiclete e como que por combinação de números binários, ela disse: “apresente defesa aqui”.

Munido de um papel onde se lia “requerimento” fui apresentar defesa... contra que mesmo? Mas não diz nele “requerimento”? Humm... Insight! Estalo! Intuição!... Que nada!, já que o problema era a senhora J., justificar-me-ia (mesóclise) sobre esse assunto, ora bolas!!

Capítulo III:
A defesa, assim fiz:

“Atingindo no semestre letivo 2005-2 pelo Artigo 17 do Regulamento do Ensino de Graduação, apresento defesa: Por dificuldades de pesquisa, não houve possibilidade de concluir, no prazo estabelecido, o Trabalho de Conclusão de Curso em Comunicação (disciplina única do último semestre do curso de Comunicação da UFBA). Em virtude disso, solicitei previamente a orientador e à direção do curso de comunicação a extensão do prazo para a conclusão do trabalho, e por meio deste requerimento solicito às instâncias superiores da universidade a permanência no curso no semestre 2006-1”.

Capítulo IV:
Entregue a minha defesa e requerimento para a mulher do computador, ouço um pouco de humanidade na voz por trás dos números binários. Ela me diz, “ah, minino (sic), isso é fácil, a gente manda ainda hoje pra o colegiado da sua faculdade, que vai ‘julgar’ seu pidido (sic)”.

Desnecessário o uso do sic mas vai assim mesmo. O fato é que agora serei “julgado” pelo colegiado da faculdade. Colegiado esse dirigido pelo prefeito do Porto da Barra e guru de cdr Mau Mau, e que por coincidência, acaso, eventualidade, também é o orientador do grande M.

Capítulo V:
Conclusão? Fisiologismo!!

Márcio

E ainda não sei qual é o artigo 17... talvez Kafka saiba... eu vou é estudar o art. 5 da nossa Constituição, ganho mais com isso, afinal, são mais de sessenta incisos!!

Enfim férias!

A partir de sábado(18/02), estarei tirando 16 longos dias pra fazer porra nenhuma... Durante esse período estarei disposto a participar de qualquer evento, social ou não, desde festinhas carnavalescas até batizado de papagaio. Aguardo convites.

Broa

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

O dia em que Kafka passeou pela Ufba

Alguém certamente havia caluniado Josef K. quando numa manhã ele foi detido sem ter feito mal algum. Ninguém nunca soube qual era a acusação e nem quem o acusava. A única coisa que se percebia era o labirinto sem fim de uma trama indecifrável da qual K. se viu de repente enredado e nunca conseguiu se desvencilhar. Isso no século XX; e hoje, que mudou?

Algo de errado havia para Josef M. ter sido intimado a apresentar defesa de uma acusação sem crime. Deve M. aparecer com as provas que dispuser para advogar contra um artigo de número dezessete. Ninguém sabe do que se trata, nem o conhecimento humano da burocracia, nem o conhecimento em bits do computador. Este último apenas diz: “http error”.

Nesse tento, munido da notificação que lhe deram, M. se dirigiu às instâncias responsáveis para solucionar seu problema. Na sua primeira tentativa mandaram-no direto para a instância imediatamente superior. Ônibus, dúvidas, imaginação, só essas poucas somadas já dão em angústia. Nunca a elas some mais nada, ainda mais a inoperância de um ser incerto.

Pois bem, chegando lá, primeiro foi a fila para o agente de informações. O agente, claro, apesar da titulação, nada sabia, apenas dera a M. a senha 4562679, que representava o número 15, o de sua chamada para novas informações, a velha do computador. Desculpem, é difícil se desvencilhar de estereótipos quando vamos acompanhando o 1, 2, 3... n em filas.

Quando finalmente o 15 chegou, a informação: “protocolo 24527, você precisa resolver com o colegiado da sua faculdade; não sabemos qual o problema, eles lá devem te informar”. Foi quando M. finalmente se pronunciou. “Estou sendo acusado de quê? Quem me acusa? Com base em quê?”. “Não sabemos, senhor... M... o senhor precisa falar com o seu colegiado”.

Como se sabe, porém, sendo a Bahia e sendo a bichinha chefe do colegiado, nada melhor do que uma praia. Por isso M. terá de esperar até amanhã para saber o que é esse tal de art. 17. Desconfia-se porém que ele nada saiba, ou nada queira dizer, por preguiça, malemolência, inaptidão, viadagem... chamem como quiserem... M. seguirá seu dia de K.

...

...

Márcio

La em Londres me sentia bem perto daqui.

Uma exposição dedicada à Tropicália em Londres vai reunir pela primeira vez em 33 anos no mesmo palco os irmãos Arnaldo e Sérgio Baptista, do grupo Mutantes.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira pelo centro cultural Barbican, que está promovendo a mostra sobre a Tropicália. O grupo vai tocar no dia 22 de maio com a formação que seguiu em frente depois da saída da cantora Rita Lee, em 1972: os irmãos Baptista, o baixista Liminha e o baterista Dinho.

Arnaldo deixaria o grupo no ano seguinte, junto com Liminha, e os Mutantes se desmanchariam de vez em 1978. 'Entusiasmados' O grupo foi fundado em 1966 por Rita Lee e os irmãos Baptista. Liminha e Dinho entraram como membros fixos nos Mutantes a partir do terceiro álbum, A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado, de 1970.

Rita, que foi namorada de Arnaldo, saiu depois do quinto álbum, Os Mutantes e seus Cometas no País dos Baurets, de 1972. Bryn Ormrod, responsável pela parte de música do festival Tropicália: A Revolution in Brazilian Culture, contou à BBC que "eles tentaram convencer a Rita a participar do show, mas ela não quis". Segundo Ormrod, o repertório ainda está sendo montado.

"A idéia é que eles dêem uma boa idéia do som que faziam naquela época, no final dos anos 60, início dos 70". "Certamente eles vão ter convidados especiais participando do show. Há vários músicos britânicos que estão loucos para participar do evento". Ormrod disse que procurou Serginho para apresentar a idéia de uma possível reunião do grupo e que todos eles "se mostraram entusiamados".

O festival começa oficialmente nesta quarta-feira, com uma exposição dedicada ao Tropicalismo, e termina no dia 22, com o show dos Mutantes - que vai ser aberto pela Nação Zumbi. Gal com Lanny e Tutty Outra atração vai ser o show de Gal Costa, no dia 28 de abril. Vai ser a primeira vez em 30 anos que ela se apresenta com dois músicos que tiveram grande destaque nos seus primeiros álbuns: o guitarrista Lanny Gordin e o baterista Tutty Moreno.

Outro destaque vai ser o projeto Tropicália Remixed, em que músicos brasileiros de grupos como Nação Zumbi, Orquestra Imperial e Moreno + 2 vão se juntar a músicos britânicos dos Super Furry Animals e The Bees, para reproduzir, no palco, todas as canções do álbum coletivo Tropicália, lançado em 1968.

O diretor musical do projeto vai ser Sean O'Hagan, líder dos High Lhamas. Ele viaja ao Brasil nas próximas semanas para se reunir com Rogério Duprat, autor dos arranjos e orquestrações do álbum. A exposição que começa nesta quarta-feira destaca obras de Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape e Antonio Dias.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Vou me filiar ao PSDB

Hoje eu tava atordoado, mas tive uma boa tarde. Acho que a jornada de trabalho deveria ser reduzida por lei para no máximo seis horas diárias. Rápido e rasteiro, todos ganhariam, a economia principalmente. Teríamos mais tempo para movimentar esse tal de capitalismo.

Com a redução das horas de trabalho, para o prejuízo e quebradeira de 90% das empresas em curto prazo, boa parte dos desempregados e trabalhadores informais entraria no mercado, contribuindo com impostos e reduzindo as políticas afirmativas assistencialistas.

Vendo a minha idéia. Teríamos mais tempo todos para o ócio. Isso se reverteria em lazer, livros, discos, cinema, cerveja, muita cerveja. Movimentaríamos a economia e reduziríamos os gastos com saúde, já que o estresse passaria longe. Pois eis aí o meu plano de ação!!

Votem em mim. Acho que quem trabalha dez horas por dia não é workaholic, é otário. E quem se sentir ultrajado que me processe com base no Art. V da Constituição por atentar contra a honra. Quem diz isso sou eu, márcio, que nesse exato momento cura sua cachaça!!

Amém para todos...

Do tucano

Márcio

terça-feira, fevereiro 14, 2006

PASSEIO DE ESCUNA

Chico, nosso produtor cultural, arranjou uma escuna pra gente fazer um passeio pela Baía de Todos os Santos. Custa 400 reais, fora bebida e comida. O valor será dividido pela quantidade de pessoas que forem. A lotação máxima é de 25 pessoas, o que dá 16 reais pra cada. Se forem 20 pessoas, fica 20 reais pra cada. O passeio dura o dia todo e nós fazemos o roteiro. Temos que fechar o mais rápido possível. Quem quiser ir, entra em contato com Chico e/ou responde esta mensagem.

Amoêdo confirmando presença, seja sábado ou domingo.

VIDEOS

TOURÃO
http://www.youtube.com/watch?v=QT7pra4yQVU

ITACIMIRIM 19/03/05
http://www.youtube.com/watch?v=EcUhXwVLaVI

Se alguém visitar, favor colocar algum comentário só pra testar.

sábado, fevereiro 11, 2006

A foto, o prêmio, a fome.


A imagem acima retrata a fome no Níger. Mostra a mão de um menino tapando os lábios de sua mãe, em impressionante resumo cênico do drama. Foi escolhida nesta sexta-feira como a Foto do Ano de 2005 do World Press Photo.

O autor da peça é o fotógrafo canadense Finbarr O'Reilly, da Reuters. Clicou-a em agosto passado, num centro de alimentação de urgência. O World Press é um dos mais prestigiosos prêmios de foto-jornalismo do planeta. Esta foi a 49a vez que o júri internacional se reuniu em Amsterdã (Holanda) para escolher a melhor foto do ano.

De quanto é o prêmio mesmo?

cdr.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Killing an arab

“(...) Foi então que tudo vacilou. O mar trouxe um sopro espesso e ardente. Pareceu-me que o céu se abria em toda a sua extensão deixando chover fogo. Todo o meu ser se retesou e crispei a mão sobre o revolver. O gatilho cedeu, toquei o ventre polido da coronha e foi aí, no barulho ao mesmo tempo seco e ensurdecedor, que tudo começou. Sacudi o sol e o suor. Compreendi que destruíra o equilíbrio do dia, o silêncio excepcional de uma praia onde havia sido feliz. Então atirei quatro vezes ainda num corpo inerte em que as balas se enterravam sem que se desse por isso. E era como se desse quatro batidas secas na porta da desgraça”.

Esse é o trecho que finaliza a primeira parte do livro “O Estrangeiro”, de Albert Camus. É meia noite e cinco e interrompi um sono que se agitava a relembrar a imagem dessa cena que acabara de ler. É nessas noites que levanto de madrugada pra escrever à meia luz, só pra satisfazer a insônia. Desta feita foi a famosa cena do assassinato de um árabe pela indiferença e a apatia de um estrangeiro metafórico. No man’s land. Uma vida árida, sem muito sentido além do próprio egoísmo, onde a impassibilidade é impávida e o amor se trucida por uma indiferença violentamente deletéria. Não acabei de ler o livro; não irá durar.

Boa noite para todos

Márcio

O livro e a cena inspiraram o The Cure a compor a famosa música que dá o título a este post, “Killing Na Arab”, que está no primeiro disco da banda, “Boys Don’t Cry”, excelente por sinal.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Os idiotas

Praia de Lopes Mendes, Ilha Grande, domingo de manhã. Como é uma área de proteção ambiental, não há carros. Chega-se até ali caminhando por uma longa e bem-preservada trilha através da mata atlântica ou pelo mar, de barco.Por causa das férias escolares, há muitas crianças na areia. De repente, o cenário se transforma numa cena de "Apocalypse Now", de Francis Ford Coppola. Um helicóptero dá um rasante na praia. Depois chega outro, e logo mais um terceiro. Ferindo a lei, pousam ao lado da areia, perto de uma pequena igreja construída pelos pescadores da região -uma das únicas edificações da praia.Os passageiros saltam. Você já os viu naquelas revistas que glorificam "celebridades". Caminham pela praia, dão um rápido mergulho, mas não ficam. Logo partem para atazanar uma outra freguesia, não sem antes darem novos rasantes na praia. O negócio não é desaparecer na geografia de um lugar. O negócio é ser visto.

Não interessam as tradições do local. Interessa, ao contrário, trazer consigo o mundo em que essas pessoas vivem. É um pouco como George Bush, da primeira vez que foi a Roma, já na Presidência do país mais poderoso do mundo. Levou toda sua comitiva para comer no McDonald's. Em Roma, como os americanos.Ir à praia de helicóptero, no Brasil de hoje, não é uma exclusividade do litoral fluminense. Em Trancoso, na Bahia, um helicóptero pousou na semana retrasada em plena praia do Espelho, lançando areia sobre os banhistas que lá estavam. Saudável reação: foi apedrejado. Até na distante Barra Grande, península de Maraú, Bahia, helicópteros também começaram a pousar em área pública -as praias- pela primeira vez.

Num país em que o próprio presidente fala de leis que "pegam ou não pegam", pousar de helicóptero em locais proibidos pela lei pegou. Não é à toa, aliás, que helicópteros são expostos na Daslu, ao lado de calcinhas subfaturadas. Estão na moda.

Há algo de sintomático nisso. Em primeiro lugar, a já cansativa confusão entre o público e o privado, que, no Brasil, a cada ano se acentua. Hoje, o que é privado é defendido a unhas e dentes, atrás de vidros blindados, em ruas com cancelas e seguranças. O que é público é constantemente conspurcado. Não importa se uma praia é área de proteção ambiental. Pousa-se ali porque se quer e (não) se pode.Sintomática, também, é a ausência de fiscalização por parte das autoridades competentes. Retrato de um país em que alguém vai preso por roubar um alicate em um supermercado, mas um ex-governador de São Paulo com centenas de milhões de dólares em contas-fantasmas no exterior está solto, comendo pastel em Campos do Jordão.

Houve um tempo em que se falava do Brasil como a Belíndia. De um lado, a Bélgica; do outro, a Índia. A Índia continua aí, a cada esquina. Ou, talvez, não mais, já que aquele país tem crescido a taxas duas vezes maiores do que as nossas. Investe pesadamente em educação, o que não fazemos. Por outro lado, também não faz mais sentido falar de Bélgica, cuja elite é certamente mais responsável do que a nossa. Na falta da Belíndia, talvez seja o caso de se falar hoje de Bahriti. De um lado, o Bahrein -com toda a sua exibição de riqueza. Do outro, o Haiti. Convenientemente, as nossas forças armadas já estão por lá.Um economista do MIT, Lester Thurow, sustenta a tese de que "o que falta na América Latina é elite. O que existe é oligarquia. As oligarquias desfrutam ou herdam o poder, mas não entendem as responsabilidades públicas inerentes a ele". Ou seja: querem os privilégios, mas não os ônus. Querem a gravata da Gucci, mas não os impostos de importação, que se convertem em saúde, educação etc. Depois, reclamam da falta de segurança, da inoperância dos governos, apadrinham uma creche para apaziguar a consciência e, ato final, compram um helicóptero para sobrevoar os nossos Haitis.

São Paulo já é a segunda cidade com o maior número de helicópteros em operação no mundo, perdendo apenas para Tóquio, no Japão. Em parte, essa estatística se deve ao transito caótico das duas cidades, à extensão geográfica que ocupam, à falta de planejamento urbano. Presume-se, também, que muitos desses aparelhos sejam utilizados de forma correta -o que não elimina o problema criado pelos usuários que não agem dessa maneira.

Para finalizar: muitas vezes me perguntam por que o cinema brasileiro fala tão pouco de suas elites. A resposta é simples: porque não é fácil falar de classes dominantes tão caricatas. Pena que Buñuel não esteja mais entre nós. Nem Tomas Gutierrez Alea, cujo olhar cáustico também teria dado conta do recado. Sobra Lars von Trier, que fez um filme sobre um bando de pessoas que fazem de tudo para chamar a atenção. Chama-se "Os Idiotas".

Walter Salles, 49, é cineasta, diretor, entre outros filmes, de "Central do Brasil" e "Diários de Motocicleta".

da folha, pro manelé (bem assim).

cdr.

Até quando vou ficar reproduzindo isso aqui

Gafe na África
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan chegou a Argel anunciando que Lula não bebe há 40 dias. Péssima propaganda para o álcool brasileiro.

Perguntar não ofende
Se não foi à festa do Grammy e não está com Lula na África, onde diabos se meteu Gilberto Gil? O pessoal do Ministério da Cultura está preocupado!

É a globalização
Camelôs brasileiros planejam vender bandeiras da Dinamarca no Iraque. É o que chamam de “negócio da China”.

Márcio

Barra Grande for all

Oi, minha gente!
Tô indo para Barra Grande amanhã de manhã. Tem uma vaga no carro. E quem quiser ir para passar o fim de semana, pode ir. Eu tô com a casa lá até dia 12 e vai tá vazia.. só para gente. Seu Ivo não vai tá lá, não. Então, que tal?!!!
É uma casa azul, do lado do Bar do Louro, que fica bem na praia, para os lados da ponta do Mutá. É só perguntar onde é a casa de seu Vet. É lá.

Até mais, então!
Abraços,
Andréa

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Como não se sentir normal nessas horas?

Um não sabe nada, outro nada ouviu, outro perdeu a memória e não lembra de coisa alguma, um outro tava tomando remédio contra depressão, outro tinha bebido demais, outro tem problemas cardíacos e não pode sofrer estresse, um outro virou gago e afásico!!

Porra! será que não aparece ninguém são nessas CPI’s?!!

Lamentável

Márcio

Adoro me meter no meio dos manés futebolistas

Como eu não sou um cara que se preocupa em entender muito de futebol, como eu olho muitas vezes com desdém e indiferença e como eu adoro me meter no meio dos manelés futebolistas, hoje me enfio por trás dos nossos beques (ou do back) críticos do tal esporte.

Como esse ano tem Copa do Mundo e como a vitória do nosso escrete é quase dada como certa, vou meter meu dedo nesse favoritismo (e olha que já falei de barbadas!) num exame de toque para os nossos críticos desse meio. Vou falar de alguns jogadores: um por um, blz?

Ronaldo: vem de contusão; desaparece oitenta e cinco minutos por jogo, corre cinco; de vez em quando acerta o gol.

Robinho: ainda não achou o seu lugar no Real Madrid, não se adaptou; fica encostado no canto esquerdo e faz umas firulas; pouco objetivo, insuficiente.

Júlio Batista: tá em péssima fase; nada parece fazer no Real; se seu grande mérito era ser polivalente, seu demérito é não se justificar em posição alguma.

Roberto Carlos: já não corre como antes, perdeu o fôlego; por isso talvez já não suba ao ataque com tanta freqüência, só não sei como ainda assim o time toma tanto gol pelas costas dele.

Cafú: nunca foi unanimidade e também anda com idade avançada, coitado; vem amargando a reserva e uma tal mania de perseguição; é o capitão do time.

Dida: sempre achei esse preguiçoso; é apático, do tipo que desiste de ir na bola porque acha que não ia pegar... “ai que preguiça”, deve dizer... e agora anda tomando frango!

Adriano: não anda em má fase, pelo que parece, mas também não anda lá nas melhores; parece apenas razoável, talvez seja a solução, ou a salvação.

Emerson: esse deveria ser capitão, pelo menos é sensato, disse outro dia que a nossa defesa não é das melhores; esse chama mais a atenção pelo seu reserva, bem melhor que ele.

Bom. Aí acima temos oito jogadores, um bom número. Será esse mesmo o time que ganha de barbada? Até acho que seja favorito, mas é assim tão absoluto? Chamo os críticos do futebol manelé a opinar, vamos ver se vocês se movimentam, afinal, cadê vocês, putos?!!

Não tomem bola pelas costas, vocês adoram isso!!

Daquele que vos fura...

Márcio

NOVO LINK

http://www.youtube.com/w/?v=QT7pra4yQVU

TOURÃO TÁ NA NET

Pra quem quiser ver ou rever.
http://www.youtube.com/w/?v=QT7pra4yQVU

Agora Vai / Pra Relembrar

A resolução deixa a desejar, não é em tempo real mas já é um bom começo.
http://www.youtube.com/w/?v=EcUhXwVLaVI

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Três ótimas de Vasques

Fala sério!
A reação violenta à charge publicada em jornal dinamarquês pode evoluir para o fim do mundo se o pessoal do “Pânico na TV” levar adiante o plano de calçar as sandálias da humildade em Maomé. Não se brinca com essas coisas!

Morro dos veados uivantes
Por pouco “Brokeback Mountain” não se chamou no Brasil “Chapada dos Viadeiros”. Cá pra nós, faz muito mais sentido para quem não sabe inglês.

Pé de moça
ACM Neto está arrasado. Eduardo Paes não conseguiu encontrar tênis 36 para homem em Nova York.

Márcio

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Para meus queridos videomakers

Essa é para meu amigo cdr. O Canal Brasil vai passar nesta quinta-feira um clássico do cinema marginal baiano. Falo do badalado (no submundo, claro) “Meteorango Kid”, filme de 1969 dirigido André Luiz Oliveira. Se ligue, portanto, cdr, pois será à noite (não sei a hora).


Agora para Pimpão. O guru dos cineastas popoviques está gravando um novo filme. Chama-se ele David Lynch e o filme em questão vai ter por nome Inland Empire. Não se sabe muito sobre o filme, como não poderia deixar de ser. A estréia, no entanto, deve ser em Cannes.


E só para comentar o post anterior (dos delírios sexuais de cdr), uma dica: o GNT exibirá também na quinta (também à noite) o documentário chamado “Eles sempre querem mais”, que trata sobre a suposta fixação masculina em relação ao tamanho dos respectivos pênis.

Divirtam-se!!

Márcio

Músculo Musical

As respostas para o quiz da Virgin:

http://www.flickr.com/photos/65741850@N00/66722414/

domingo, fevereiro 05, 2006

Do catecismo de devoções, intimidades e pornografias

Existem várias maneiras de arruinar aquela grande noite. A noite dos sonhos, a noite do meu bem, como canta Dolores Duran. Uma delas, além da ansiedade que estala no corpo feito aqueles taxímetros dos fuscas de praça das antigas, é tentar reinventar a roda, digo, o sexo, como se fosse possível recriar o Kama Sutra.

Ao contrário do que supunha a lindeza do lirismo de Manuel Bandeira, as almas até podem se entender desde o primeiro flerte, os corpos não.

Não tente reinventar o Kama Sutra nas primeiras noites... A dramaturgia da cama não é para amadores. O sexo é uma coisa tão séria que só deveria ser feito pelos devassos, pelos afilhados do Marquês de Sade e pela madre superiora. Não é qualquer donzelo que resiste às firulas da alcova, a ginástica das pernas, à coreografia dos braços e ao bate-coxa propriamente dito.

A verdadeira e religiosa pornografia é a intimidade. Ai sim, quando atingimos esse nirvana, Bandeira volta a ter razão: podemos até dispensar as almas, pois os corpos já se entendem. Ai passa a valer o verso do pernambucano: “Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma”.

Com esse sexo cheio de pernas e mil e um malabarismos, coisa de quem assimilou das lições taradas da revista “Nova” ou do cirque du Soleil, você pode levar o seu parceiro a uma bela câimbra ou contusão mais séria. Coitado, ele pode ter que fumar aquele cigarro pós-coito em uma clínica ortopédica ou em um milagroso massagista japonês.

xico sá, indicado por mim.

cdr.

Carteira

Perdí minha carteira no dia da comemoração do aniversário de Eduardo, na casa de Marina... Se alguém achou ou levou por engano, favor entrar em contato...


Boréstia

sábado, fevereiro 04, 2006

A ressureição da música.


Quem gostava de rock já sentia a discrepância entre a produção nacional, da Jovem Guarda, e a internacional, lá pelos idos dos anos 60, 70. Na linha de frente, Beatles com Sgt Pepper's, Stones com Their satanic majesties request, o pirado do Frank Zappa com Freak out, Eric Burdon and the Animals com The Twain Shall Meet, Beach Boys com Pet Sounds e etcs e tais. E aqui umas musiquinhas chinfrins de Erasmos e Robertos e Renatos. Onde estava o salto qualitativo do rock brasileiro? Sérgio e Arnaldo Dias Baptista e Rita Lee Jones jogaram a corda pra gente se salvar.

Os Mutantes foram a ala rock do tropicalismo, o movimento que salvou a música brasileira da chatice da bossa nova. Como tropicalistas, eles privilegiavam a mistura, criando pela primeira vez um rock à brasileira. Iluminados por Caetano Veloso, Gilberto Gil, o maestro Rogério Duprat e o próprio talento e inteligência, produziram sete discos irretocáveis que chegam finalmente às lojas em CDs remasterizados com um som claro e poderoso como eles merecem. Os discos são Os Mutantes (1968), Mutantes (1969), A divina comédia ou Ando meio desligado (1970), Jardim elétrico (1971), Mutantes e seus cometas no país do baurets(1972) e Rita Lee (1972).

Este último levou o nome de Rita porque, por contrato, eles não podiam lançar dois discos no mesmo ano.Nenhum destes discos soa datado e são inspiradores ainda hoje. E muita gente nova se amarra neles, apaixonando-se pela qualidade e pela verdade do trabalho. Não à toa, gente como David Byrne, Beck, Sean Lennon e o falecido Kurt Cobain confessaram admiração pelo grupo. Cada faixa abria um admirável mundo novo sonoro, a levada quebrada de Panis et circenses, arranjo de sopros louco, a música acabava como se o toca discos tivesse pifado, a ginga de Minha menina, os batuques de Adeus Maria Fulô e Bat Macumba.

O segundo disco era totalmente psicodélico, tinha um Dom Quixote louco que acabava no programa do Chacrinha, um sombrio Dia 36 com voz distorcida, a maravilhosa Fuga nº II (Hoje eu vou fugir de casa vou levar a mala...), cantada por Rita Lee como se ela fosse a mulher a que Paul McCartney se referia em She's leaving home (eles se inspiravam muito em Beatles), o cantor gago em Mágica, a Jovem Guarda subvertida em Banho de lua, tudo desembocando em Caminhante noturno, apresentada num festival onde deu um curto circuito nos neurônios da platéia.

O terceiro disco trazia a faixa que até hoje toca em rádio, Ando meio desligado, mas a que eu mais me amarrava era o blues Meu refrigerador não funciona, com Rita Lee começando em inglês num tema comum de blues, de solidão e amor abandonado até virar de repente para o refrigerador enguiçado. Uma cama de órgão maravilhosa de Arnaldo, uma batera ixperta de Ronaldo Leme. Tinha o crássico Chão de estrelas avacalhado com defeitos especiais hilários, uma Haleluia séria com órgão de igreja, a deliciosa jovemguardista Hey boy, a dark Ave Lúcifer, a anárquica Quem tem medo de brincar de amor. Uma festa.Quem quiser saber mais de Mutantes recomendo o livro A divina comédia dos Mutantes, de Carlos Calado, da editora 34. E a capa do Segundo Caderno de hoje é uma entrevista com Sérgio Dias. Falo mais depois.

fonte: o globo.

A última canção.


Ficha Técnica
Título Original: Last Days
Gênero: Drama
Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Site Oficial: www.lastdaysmovie.com
Estúdio: HBO Films / Pie Films Inc. / Meno Film Company / Picturehouse Entertainment LLC
Distribuição: Fine Line Features
Direção: Gus Van Sant
Roteiro: Gus Van Sant
Produção: Dany Wolf
Música: Rodrigo Lopresti
Fotografia: Harris Savides
Direção de Arte: Tim Grimes
Figurino: Michelle Matland e Allan McCosky
Edição: Gus Van Sant
Efeitos Especiais: Illusion Arts Inc.

Close-up.

Last Days: cinema suicida.

Gus Van Sant finda com Last Days, a chamada “Trilogia da Morte”. Iniciada com Gerry, em que a morte é acidental, sendo a acção suportada pela existência de diálogos.
Seguiu-se Elephant, em que a morte é um acto de loucura (massacre do liceu do Columbine), onde a acção decorre com um recurso primordial á imagem e ás alterações temporais. Em Elephant, a morte dá-se apenas em termos físicos. Trata-se apenas da consumação de um acto, outrora iniciado (todos os intervenientes encontravam-se, a priori, espiritualmente mortos).
Surge Last Days e num circundante esplendor dá-se o seu desfecho, através da exploração do factor máximo, a música/som, como complemento e suporte para todo o desenlace do enredo. Este, é mais importante que o factor diálogo (quase inexistente), provocando ira, cólera, amargura e a sede do “doce” beijo da morte.
Last Days, é muito mais que um mero biopic. Baseado nos derradeiros dias do líder exímio dos Nirvana (Kurt Cobain), Van Sant apresenta-nos Blake (Michael Pitt), o símbolo de uma geração que se apresenta “só” numa casa “cheia”, perdido num labirinto que é consequência e cliché do mundo da fama. Blake apresenta-se moribundo, já morto (a nível psicológico e espiritual), inerte numa casa impessoal e caótica, onde todos podiam entrar e desfrutar dos seus prazeres. A forma como Blake é filmado ao longo do filme, quase sempre de costas, elucida-nos da sua posição para com o mundo. O plano em que o telefone toca e Blake continua a sua rotina, é a melhor mise-en-scéne disso mesmo.
É no seu secret secret spot, tão perto e ao mesmo tempo tão longe da sua casa, que Blake encontra o seu EU. Falamos da pool-house, da floresta e momentaneamente a sala de música, onde apenas se limita a viver, a expressar os seus medos e a sua raiva, sem ser confrontado.
Last days, é mais que um inspirado reviver dos últimos dias de Cobain, que um labirinto cliché e obligatoire para todos aqueles que pisam o passeio da fama do Rock. Este é o fechar de um ciclo que tanto pertence a Cobain, a Blake, como ao mais comum dos mortais. Sendo o seu fecho, a soberba cena da morte de Blake. Brilhantemente captada por Van Sant e clímax do filme.

Com vocês: aniversário de deduca!!

Respondendo ao post anterior, por ansiedade atravessando o colega (que está trabalhando agora), faço o convite: aniversário de Deduca@skol na casa do companheiro Chico, hoje à noite.

Como jornalismo não dá lá essas granas, por favor, levem cerveja, ou refrigerante, ou quitutes. Pimpão leve o som, e se quiser, leve aquele cano quente nas costas que você falou ontem, o disk... como é mesmo?...

Bom... para quem não sabe a casa nova de Chico fica na rua Sargento Astrolábio, 284; o edifício tem por nome Arabutan e o apartamento é o 301. O ponto de referência é a Ruben Berta (é assim) e quem quiser é só ligar que se acha...

Beijos a todos

Márcio

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

O primeiro aniversário do ano

Eu não estou acredirtando que o primeiro aniversário do ano vai pasar em branco! O que é isso Duda? Não vai rolar nada mesmo? A gente poderia pelo menos reunir a galera! Agora Chico mora sozinho... Também pode ser aqui em casa (meus pais estão viajando!), ou num barzinho! Sei lá! Só não pode passar em branco!
Diga alguma coisa! Afinal, a festa é sua!

Beijos, Marina.

Ah! Por sinal, gostei do novo visual do Blog!

Exercite seu Músculo Musical (ache os nomes das bandas)


Especialmente pra Marcinho e Pedro (se é que ainda não viram isso).
Beijos,
Paulinha

Alguns motivos que comprovam que ontem foi realmente bom

• Só bebi skol.
• Liguei bêbado pra Nanda pra dizer que eu amo a praga.
• Falei pro último vendedor de cerveja, “maluco, tô doidão!”.
• Deve ter sido por isso que ele quis roubar cinco conto de Borestia.
• Na volta andei e andei que eu nem lembro.
• Desta vez não toquei na porta do vizinho de baixo;
• Em compensação passei demorados segundos até reconhecer que a porta que tinham aberto pra mim era de fato a da minha casa.
• Brinquei com os filhinhos do meu primo, e eles riram!!
• Também... quem não riria vendo um bêbado fingindo pra gurizada que o santo tava baixando?!
• Falei Iorubá com a minha mãe.
• Meu irmão disse que eu passei a noite falando um dialeto tribal africano enquanto dormia.
• Mandei minha prima jogar fora o meu celular.
• Acordei bêbado.

Márcio

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

FEIJÃO PRA IEMANJÁ?

Amanhã, a partir das 9:30 da manhã, os Manelés estarão iniciando mais um dia de louvação à rainha dos mares.
O quê?
Feijoada à Iemanjá*
Onde?
Casa de Athos
Quando?
2 de fevereiro
O que levar?
Cerveja(Skol de preferência)

*vale salientar que o custo referente à Feijoada será rachado.

Editorial de hoje do diário Lance!

Xô, retrocesso

São inegáveis os avanços recentes do nosso futebol. A implantação do sistema de pontos corridos, o respeito às regras de acesso e rebaixamento e a progressiva redução do número de clubes das séries A e B - até o desejado limite de 20 -, aumentaram a competitividade e foram reconhecidos pelo torcedor com o aumento das médias de público e da audiência das tevês.
O próximo passo, já anunciado por Ricardo Teixeira, da CBF, é a adequação do nosso calendário ao do resto do mundo, idéia encampada pela maioria dos clubes, como revelou pesquisa deste LANCE!.
Mas tudo o que é bom pode durar pouco...E o fantasma do atraso bate às portas do nosso fut.
De um lado, a TV Globo, que, em clara e legítima defesa de seus interesses comerciais - nem sempre os dos clubes ou os da sociedade - se levanta contra a mudança do calendário. De outro, o Clube dos 13, liderado por Eurico Miranda, melhor representante dos vanguardistas do atraso, em surpreeendente sintonia com a TV Globo, que propõe a volta de 22 clubes na Série A. Sem dúvidas, um esforço para manter seu poder e proteger aqueles que, pela incompetência de seus dirigentes, temem não segurar no campo uma vaga na elite.
É preciso resistir. A manutenção do calendário atual fará com que os clubes continuem a perder talentos em pleno Brasileirão, comprometendo o interesse do torcedor. O aumento do número de clubes vai baixar a rentabilidade dos jogos, sacrificar os jogadores e acabar com a possibilidade de que os clubes excursionem e faturem mais.
Do Clube dos 13 espera-se racionalidade. Da CBF que não ceda.

Voltas as aulas... facom, aí vamos nós...



A Bahia segue na vanguarda dos acontecimentos. Enquanto no resto do país o ano comercial e estudantil se desenrola com o trânsito louco e emperrado, aqui a coisa como sempre, é mais light...

As primeiras imagens da volta às aulas em Salvador, Bahia, mostram pequenos problemas, já "sólucionados". Os homens da lei soteropolitanos, sempre atentos, já cuidaram de multar o casal de infratores acima: estavam a 92 Km/h, quando o permitido era 80.

fonte: blog do tas.

terça-feira, janeiro 31, 2006

Festa de Iemanjá

ai, ai, ai...

A idéia que anda circulando na suposta panelinha é a seguinte: Athos mais uma vez cedeu a casa dele como QG na festa de Iemanjá; já a tia de Aline gentilmente ofereceu seus dotes culinários para nos brindar com uma deliciosa feijoada. Mas para isso, ela precisa saber pra quantas pessoas deve cozinhar, e a gente precisa saber por quanto vamos dividir a conta dos ingredientes.

Então eis o que vocês precisam fazer (menos zé que já disse que não vai):
a) confirmar a presença;
b) levar a grana no dia (o valor vai depender da letra a);
c) levar cerveja.

É isso. Por favor, confirme logo, senão vai ficar sem feijão.

beijos!
Paulinha

E aí caboclo, e essa vida?

Gosto do cliima de mutação que paira no manelé. Tantas cores... Gostei de ver o nosso unbudsman furar o olho de Noblat. Só pude ver o golpe do medonho jornalismo global apenas ontem, quando enfim encontrei-me com o eletrodoméstico que menos faz falta na vida de um viajante deslumbrado.

Recife está linda... há quem queira voltar. Acredito que o diabo não faz medo a ninguém no carnaval. Mas fora isso, precisamos marcar de vez o esquema de Yamanjá, se não ela puxa o pé da gente no próximo banho de mar... o que seria foda pra quem escapou de mordidas de tubarão na praia da Boa Viagem.

E antes de tudo, sugiro que nos encontremos hj, ou amanha, pra falar das coisas -sendo isso uma mera desculpa para beber um pouco a mais, novamente.

Só pra lembrar, Borestia, Chico e Zé estão afim... e eu também. Não se trata, por outro lado, de uma suruba fechada... afinal, amigos pro que der e vier...

cdr.

Que se explique o Iemanjá

Eu não entendi nada. Aline postou um comentário na mensagem anterior inflamando os manelés a confirmarem o dia 2, para Iemanjá, provavelmente. Porém, no entanto, ela não explicou por que a tia está no meio da conversa, e muito menos o dinheiro, o nosso, diga-se!

Portanto, se possível for, peço encarecidamente que explicações nos sejam dadas. Afinal, eu não fui comer sushi para saber o que vocês confirmaram entre bolinhos de arroz e peixe cru. Por questão de lógica, quem não esteve lá, não sabe patavina, bulhufas, chongas de nada!!

Sem lengalengas...


Márcio

Matriculai-vos!

13/02 (9 às 11:30) - 2005.1 e 2005.2

13/02 (14 às 16:30) - 2004.1 e 2004.2

14/02 (9 às 11:30) - 2003.1 e 2003.2

14/02 (14 às 16:30) - 2002.1 e 2002.2

15/02 (9 às 11:30) - 2001 para baixo


Paulinha

PS: De nada.

ATOLADINHA

Composição: MC Bola de Fogo

Piririm, piririm, piririm
Alguém ligou pra mim
Piririm, piririm, piririm
Alguém ligou pra mim
Quem é?
Sou eu Bola de Fogo
E o calor tá de matar
Vai ser na praia da Barra
Que uma moda eu vou lançar
Vai me enterrar na areia?
Não, não vou atolar
Vai me enterrar na areia?
Não, não vou atolar

Tô ficando atoladinha
Tô ficando atoladinha
Tô ficando atoladinha
calma calma foguetinha [4x]

segunda-feira, janeiro 30, 2006

O que será desse carnaval?

Bom... fevereiro já tá com a cara na brecha da porta e a gente ainda não sabe muito sobre o nosso carnaval. Algumas idéias foram até dadas, mas saber mesmo quem vai e quem não vai, isso ainda não. Que tal as idéias aparecerem por aqui e cada um se manifestar sobre elas?

Na verdade esse post é só desculpa para atualizar este blog, porque eu mesmo não tenho nenhuma idéia pra dar. O certo, porém, é que não estou com a mínima paciência pra acampar mais uma vez... a minha preguiça é macunaímica, sem nenhum caráter!!

Dêem as idéias...

Ou dêem seus pulos!!

Márcio

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Ai... o sucesso!

Gente, se eu não estivesse feliz, estaria triste, mas muito triste!! Essa notícia de que nosso amigo Borestia, o repórter-gato da TV Aratu, está se mudando para o Correio da Bahia é de cortar o coração. Me arrasa, meu deus!, estou botando os bofes pra fora, que saudade já!!

Só de pensar que não verei mais aquele rosto másculo, de sorriso branco e convidativo, ffff, ui... minha Dona Efigênia, me desgasta!! de saber que ele agora se esconderá por trás das tintas de um jornal e nos privará de sua voz máscula, e seu sorriso branco e convidativo... ui

É chorando, meu gato, que eu digo que te desejo... sorte... nunca te abandonarei... a partir deste momento eu me esbaldarei por entre as páginas de suas matérias, e que toda a tinta escorra por este tanto de admiração, penitência e saudades que já tenho de ti, meu lindo!!

Ai... o sucesso!

Creidi

terça-feira, janeiro 24, 2006

Um pouco de modéstia: eu sou bom!!

Ontem eu falei sobre o JN neste blog. Falei da ordem das editorias, do tamanho das matérias de desgraças, que ficaram no primeiro bloco, da dramatização das matérias e tal. Mudanças e mais mudanças. Eu falei também da novela da Record, né?, a tal de “Prova de Amor”.

Pois bem, hoje Noblat decidiu me imitar no blog dele. Acho que ele anda lendo o Manelé. Ele falou hoje sobre as mudanças no Jornal Nacional. Um pouco atrasado, diga-se, mas vá lá, ele deve ter perdido a edição de ontem. Vejam vocês, mas com os devidos créditos, claro!!

24/01/2006 ¦ 20:55

Com medo da novela

Espantoso!

Sem interrupção, durante quase 35 minutos, o Jornal Nacional ofereceu há pouco notícias policiais, em seguida esportivas e depois econômicas. Só foi para o primeiro intervalo quando acabou na Record mais um capítulo da novela Prova de Amor.

O jornal popularizou sua pauta de assuntos e mais do que duplicou o tamanho do seu primeiro bloco desde que a novela começou a lhe tomar pontos no IBOPE.

Enviada por: Ricardo Noblat

Além de ler e colar matérias de jornais como Folha, Estadão, o Globo, JB, Correio Brasiliense, e revistas como Veja, Época, Isto É, sem falar das agências de notícias, que deixo pra lá, vemos que Noblat vem lendo o Manelé. Um bom jornalista, vejo!!

Eu furei Noblat e tiro onda!!

Que merda!!

Márcio

O link: http://noblat1.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do

Na falta de criatividade, a gente caça na internet

São algumas pérolas da coluna de Tutty Vasques do ano passado. Com duas ou três mais recentes...

* Você deixaria o Aldo Rebelo ser porteiro de seu prédio? Cara para isso ele tem, mas, sabe como é, as aparências enganam.

* Lula dispensou intérprete na Coréia. “No Brasil também ninguém entende o que eu digo”.

* Júnior Baiano fez um golaço atrás do outro.

* Guga provou que não precisa do Larri Passos para perder.

* De Pelé, no Festival de Cannes: “Não vou morrer sem fazer teatro!” Ou seja, pirou!

* Tanto palhaço por aí e foi morrer logo o Arrelia.

* Tudo bem, a cerveja é uma porcaria, mas daí a terem prendido os donos da Schincariol, francamente, foi exagero da Polícia Federal.

* O Grupo Gay da Bahia concedeu a Miguel Falabella o prêmio Pau-de-Sebo. Ao contrário do que possa parecer, foi insulto.

* Chiquinho Scarpa pegou catapora.

* Correu na Bahia o boato de que ACM Neto calça 36.

* Michael Jackson esteve frente a frente com um menino no tribunal. Não gostou da posição.

* Em março, começou aquele intervalo insuportável entre o Carnaval e o Ano Novo.


Márcio

E a mais recente, de ontem:
* Pegou fogo nos bastidores do PSDB a disputa pela pré-candidatura à sucessão de Lula. José Serra disse a amigos que “se o Alckmin é baiano, eu sou neguinha”.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Saudades do velho Bonner

Borestia me pediu gentilmente que eu atualizasse isso aqui. Bom, como estou sem muito tempo para isso, e por estar também sem muitas idéias, falemos um pouco sobre o JN.

Vocês sabem que eu gosto muito do jornalismo global, em especial o do horário nobre. A minha simpatia por Bonner é declarada. Nada mais apropriado, portanto, do que agora falar sobre a sua volta ao comando do JN, depois de umas devidas férias.

Pois bem, não gostei muito do que vi. Mesmo sendo naturalmente um mês de poucas notícias e mesmo sendo um dia de segunda-feira, as mudanças no formato não caíram muito bem não. Pareceu tudo meio fora de forma, meio relaxado, um tanto descuidado.

Ficou tudo confuso. A editoria das desgraças ficou para o começo, e com matérias longas e emotivas. A editoria de cultura e esporte veio mais pro meio, a de internacional se diluiu ao longo do jornal, e incrivelmente a de política ficou por último, espremida em uma matéria só.

Também não me caiu muito bem a entrevista ao vivo que Bonner e Fátima fizeram com o presidente do INSS e o bate-bola com Zileide Silva – e por sinal, não ficou nada bonita a tela dividida ao meio! Acho que essa mudança não vai colar muito não.

Além do mais, nada legal essa dramatização das chamadas e de alguns repórteres: “um exemplo de esperança de um brasileiro...”, “uma história em que o destino...”, “a sorte sorriu para o cidadão...”, esse tipo de discurso não me atrai muito não.

Desse jeito o JN vai voltar a perder em pontos para a novela da Record!

Márcio

P.S.: Depois da GM, é agora a Ford que anuncia um expressivo corte de gastos nos EUA, com estimativas de 30 mil demissões... haja globalização!!

quinta-feira, janeiro 19, 2006

Hora da publicidade

O Roda Viva vai lançar em livro uma seleção de suas melhores entrevistas. Quem quiser me dar de presente algum dos três volumes, aceito com o maior dos sorrisos. Recomendável.

http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/cadernos/ideias/2006
/01/13/joride20060113006.html

Márcio

Papagaio fofoqueiro denuncia amante e destrói casamento

Já sabe a última do papagaio? O Editor do UOL Tablóide sabe e conta tudo para você.

O nome dele é Ziggy. Ziggy é tão fofoqueiro que acabou causando o fim do casamento de seus donos, papagaiando insistentemente o nome do amante da mulher.

Suzy Collins, de 25 anos, vinha tendo um caso com Gary, um ex-colega de trabalho, que acabou sendo descoberto pelo marido, Chris Taylor, de 30.

No início, Chris achou graça nas intervenções do papagaio. Toda vez que o nome Gary aparecia na televisão, Ziggy mandava beijos e, sempre que ouvia o celular de Suzy tocar, reagia imediatamente: "oi, Gary!".

O golpe de misericórdia veio quando Ziggy (assim chamado por causa de Ziggy Stardust, de David Bowie) não conseguiu conter sua alegria ao ver Suzy e Chris, juntos, um nos braços do outro, no sofá, soltando um sonoro "Gary, eu te amo".

"Estávamos vendo TV, quando Ziggy começou a dizer 'eu te amo, Gary', imitando a voz de Suzy", contou Chris. "No início, isso me fez rir, mas quando vi Suzy, compreendi que alguma coisa não ia bem, ela estava vermelha como um tomate e começou a chorar".

A jovem acabou confessando o romance de quatro meses com o famoso Gary.

Sem sua companheira, Chris ficou ainda sem o papagaio, do qual se separou a contragosto. "Ele não parava de dizer esse nome abominável, o que eu podia fazer?", resignou-se o traído.

fonte: uol tablóide, AFP.

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Começando bem o fim de semana

Galera,
Não esqueçam do aniversário de Bola, na sexta-feira, 21h (quem quiser pode chegar antes), no salão de festas do meu prédio (cond. Perestroika, Imbuí). Pra quem nunca me visitou (ingratos...), o condomínio é vizinho ao Banco do Brasil; super fácil de achar... Não faltem e tragam birita!! ;)) Quanta exigência, hehehe.
Bjão,
Nanda

P.S: Peu, não esqueça The Clash e Ben Jor. Xande, venha com Gonzagão e Nação Zumbi. Eu vou levar O Rappa. Márcio, calado!!! :))))

terça-feira, janeiro 17, 2006

Para chamar as coisas pelos devidos nomes - mas quais são eles?

Algumas vezes já cheguei a me referir ao Aiatolá iraniano como um louco. Temo estar errado. Mas se certo estivesse não seria nada pior. Se ele é louco, é muito preocupante ele desenvolver armas nucleares. Se ele não for, ele fala sério, e isso é ainda mais preocupante.

Comum até hoje também ouvir que Bush é idiota. Não que ele faça por menos, mas no mínimo esse estigma é até reconfortante para as suas ações . Já falei disso aqui. Um ato de idiotia de um bobo é mais justificável, e até previsível, do que a estupidez de um cara lúcido. Não que ele seja um ou outro.

Também estamos acostumados a ouvir chamarem o Fidelzinho de presidente. Alguns até prestam continência aos prazeres da ilha (que os há, há), mas o contrário não se pode dizer. Aumentou o número de prisões políticas, e quem quiser falar mal, e ficar por lá, já tem uma bela moradia.

Pois é, os que gostam da democracia cubana devem ser os mesmos que acham que a Venezuela vive um excesso de democracia. Agora lá tudo é grandioso, hiperbólico. Não há oposição, cerca de dois terços da população não votou, isso é mesmo excessivo, só não para a democracia.

Mas hiperbólico por hiperbólico, é quase imediata a associação com a China. É até pleonasmo. E o Brasil considerou finalmente o país uma economia de mercado. Diplomacia. Mas que mercado será? Da quebra dos direitos, principalmente os humanos? Economia informal, não?

Como já disse o nosso jeitinho brasileiro uma vez, os nossos japoneses são mais inteligentes que os outros. Devem ser. Só sendo mesmo muito esperto (ou muito burros nós) para fazer passar um paraguaio por chinês. Por eufemismos, nós nos fazemos de “desentendidos”.

No final é como aquela máxima de mulher de amigo nosso (como o violino), a gente olha pro lado e se deleita – ou será uma rabeca? É como a nota de Tutty Vasquez sobre o alemão, canibal, que foi preso por matar seu “companheiro”, só porque o outro infeliz pediu para ser comido...

Vai entender mal as coisas assim na puta que o pariu!!

Tutty ficou com receio de falar assim...

Eu falo por ele

Não sempre

Márcio

Broa de número novo!

Caros manelés,

Meu Vivo agora é morto, passei a ser Oi para alegria de Paulinha que poderá me ligar de graça aos finais de semana. Passei o novo número por e-mail, se alguém não tiver recebido poste um comentário que entrarei em contato.

Broa.

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Não sou Lemos, o André, como vou usar isso, deus?

Essa nova novidade de blog novo não me parece grande coisa não. A tecnologia pode até ser boa, mas é poluído e complicado de usar. Talvez a gente acostume com o tempo, mas de cara até o endereço é ruim. Willow não aprovaria. Raquel também não. Por que Pimpão?

Claro é que ele proporciona algumas vantagens. Músicas, fotos, todo um aparato tecnológico a nosso dispor, não é? Parece que não. Pelo que eu vi, e ao que tudo indica, música é só meio de divulgação do site do msn music. Se for não faz muito sentido. Quero explicações.

Além disso, tem uma coisa que é grave: tem censura. Eu fui colocar uma mensagem de texto falando mal desse espaço e não consegui. Ao tentar publicar, eu recebi uma mensagem mandando corrigir a linguagem “inapropriada”. Isso mesmo: “inapropriada”!!

Sei que não deve ser censura de conteúdo. Creio que não. Não tenho complexo de vítima nem mania de perseguição pra tanto – embora um dia queira ser bom pra ter algo que conspire contra mim. Quem sabe um dia exista uma tecnologia que censure os manelés?

Nós bem que poderíamos começar a fazer por mais, né? Isso de ser perseguido dá bons votos – vejam as viúvas da ditadura! Façamos de conta que exista essa censura ao Manelé 2. Só tem um problema: o ruim é ter uma tecnologia que nos impeça de xingar Deduca!!

Blog sem isso não tem graça!!

E não fui eu quem falou!!

Márcio

EM FASE DE TESTES

http://spaces.msn.com/members/manelenatela2/

Salvo um modesto esquecimento

Agente bebe. Agente fuma. A memória se desenrola como um ioio, em altos e baixos, e nisso, por isso, me faço lembrar ao amigo Márcio que dentre suas vigorosas recordações fatou aquela que me pareceu mais pitoresca.

Um certo frenezi, eu diria. Não sei se por modéstia, deixou-se esquecer de si mesmo, meu caro Márcio. Bem, um certo rapaz de azul, com quem tricotava freneticamente sobre hit's do underground... Lembra? E dançavam, dançavam. E na dança, expressão corporal, linguagem libidinosa, expansão espiritual, derretiam-se em suor e felicidade. Nada contra o azul. Mas o rapaz desfilava lindamente, ao lado do nosso amigo manelé, uma cabaleira devidamente moldada em glíter (ou purpurina, ou sei lá o que), se valendo de cumplicidades a cerca de intimidades do "rock em roll" (?). Uh uh uh, que beleza!

Acho que a predileção grunge pelo glíter do rapaz de azul, certamente muito estimulado pelo álcool, diga-se, desenhou a cena menos esperada do novo 2006. E a mais bizarra.

O que mais me surpreenderia?

cdr, o desmemoriado.

domingo, janeiro 15, 2006

Notas particulares de um bem público

Castrado e suicida

A Broa está namorando e agora vai morar sozinho. O que será de Popó?

Nem tão Bonfim

A Polícia Militar registrou mais de 240 queixas durante o Bonfim. Pelo menos duzentas vinham de cinco coroas. O motivo? Um Zé Grandão de pau pequeno!

Onde esqueci a memória?

A festa de Andréa foi em dia de branco. Mas precisava eu de tantos na festa mais florida dos últimos tempos?

Começaram os efeitos?

Depois de cara de rato desistir da luta contra o imperialismo que expulsa salas de arte do baiano, CDR disse que não estava em espírito na última festa. Será já o chá dos cheyennes?

De trás pra frente

Pimpão vai de trás pra frente. Anda ouvindo a pérola da flower generation, a banda Love. Isso quando o pai do LSD, Albert Hofmann, desacredita na cultura psicodélica e vê com desconfiança os consumidores de ácido: “hoje o que se vende como LSD, é só anfetamina”.

A Oscar Niemeyer

Depois de esquecer a ventilação do Zanzibar, Lina Bandini apareceu no JN de ontem. Pouca gente sabe, mas ela projetou o Chuleta.

Previdência em xeque

Borestia anunciou que pretende em breve se aposentar. Só não se sabe ainda a moeda em que será paga a aposentadoria.

A garota dos meus sonhos

“A gente vive, vive, vive... pra que tanta vida, meu deus?!”, eu ainda caso com essa mulher!

Experiências psicodélicas de um publicitário

Zé estava com pressão baixa na festa de Andréa. Teve que ir embora cedo. Todos estranharam; poucos prestaram atenção no grande depoimento que ele dera no blog horas antes: “Eu tô doidão. Neste exato momento. São 14:56. Um beijo. Amoêdo”. Que dizer? Sic.

Resquícios de Moreré

Sara Guedes falava, falava e falava, quando, num instante de luz, ouve-se a voz: “quem deu cachaça pra Sara?!”... saudades de Barra Grande!

Garçom, uma Cicarelli, por favor

Já estava cansado de tanta briga por aqui. Um pouco de humor, galera. De boca grande só a loura da skol que tomei ontem, a Cicarelli... mofada, mofada...


Márcio

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Hoje é dia de beca

Foram nove as latinhas de uma nova skin que me deixou com uma dor de cabeça intermitente.

Foram três os comprimidos de um remédio que até agora não aliviou essas pulsações que insistem em se latejar contra os meus ossos cranianos.

Um lenitivo apenas.

Apesar disso tudo repetiria a boa festa de ontem. Se hoje vivo uma vida horizontal é porque ontem bebi até morrer; se hoje vivo, é como se morto estivesse.

Bem no dia de branco, do Senhor do Bonfim, Oxalá para os íntimos, e eu de preto, como se a festa da Boa Morte fosse.

Ora pois ter ouvido no final a grande frase da noite.

Eu estava sentado, já com uma garrafinha de água na mão, quando disse pra pessoa do lado, “vontade de morrer da porra!”.

Pois saiu alto.

Mas a menina do outro lado do bar, que pensei que se assustaria, emendou com um “também acho”, e disse: pra quê tanta vida?!

E hoje é dia de beca!

Márcio

Só pra reforçar...

Cervejada de casa nova!
Agora fudeu!!! Estou me mudando este final de semana e como de praxe farei as honras da casa com uma cervejinha gelada e alguns petiscos no sábado, 14/01, a partir das 19h. O endereço é o seguinte: rua Sargento Astrolábio, 284, edf. Arabutan(isso mesmo, Astrolábio e Arabutan), apt. 301. Trata-se de uma tranversal da Rubem Berta, Pituba, a rua do Persona, não tem erro, é só procurar o prédio mais velho com 3 andares... Levem uma cervejinha pra animar a festinha, Pedro leve o DVD.

Até, Broa.

PS: Devido a problemas estruturais do imóvel, só será permitida a permanência no apartamento no limite máximo de 5 pessoas por vez. Cheguem cedo e peguem sua senha.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Por falar em barbada...

Sei que a postagem vai atrasada, mas vá lá que seja. Falando em barbadas, veja o que um pobre setorista do jornal de vovô Toninho é obrigado a atuarar em suas incontáveis horas de trabalho no ambiente do Fazendão. Para quem não conhece, situado no Alto de Itinga. Em uma das conversas esporádicas com o treinero tricolor, muito bem assessorado pelo nosso conhecido colega, começaram as divagações sobre Libertadores de América e Mundial de Clubes. Acredito ser até obviedade dizer que nosso querido assessor iniciou seu devaneio quanto ao futuro do tericeirão azul, vermelho e branco nas competições.

Depois do riso frouxo do setorista que aqui vos fala, o comandante da nau tricolor lembrou que para a façanha começar a se realizar, basta apenas que o Bahia vença a Copa do Brasil 2006...muito interessante. Vai aqui minha barbada de 2006, que estende ainda para 2007:

- Bahia, campeão da Copa do Brasil 2006, disputa e ganha também a Libertadores 2007. Na final, bate o Boca Juniors em La Bombonera (isso faz parte do sonho tricolor). Na final do Mundial, bate o Barcelona por 3x0, três gols do zagueiro Carlinhos, de bicicleta. Moral da história, o time será o único campeão mundial da terceira divisão...

Deduca@skol, que é tricolor por obrigação e não desiste nunca...

Como conseguimos viver até hoje sem isso?



Cientistas da Universidade Nacional de Taiwan afirmaram nesta quinta-feira ter criado três porcos transgênicos verdes que brilham no escuro, a partir da mistura do material genético deles com o de águas-vivas.

Hoje é o dia













Márcio

Não me amarra, dinheiro não...

Fiquei sabendo esse lance da Perini. Normal. Por que o alvoroço? Que mania desse pessoal metido a destruidor da humanidade achar que até a Perini e uma sala de cinema são motivos de preocupação nacional.

Ultimamente não tenho tido dinheiro pra frequentar esses espaços. A Perini nem se fala. Conheço de fachada. A especulação imobiliária é assim mesmo, um grupo falido vende seuas terras pra outro rico, e pronto. O cinema que mude de lugar. Queria o que? Cobrando 14 conto num bilhete... é preocupação pra grunge.

Mas por falar em mudança, o branco é a cor do dia... se te faz melhor, meu irmãozinho, a mim agrada... mas não fique assustado com o rosa, nem se choque com o arco-íris... essa coisa meiga que vc tem de ser anti qualquer coisa... é legal... um jeitinho de órfão rebelde... que quer carinho... que quer dar e receber atenção... que parece perdido no meio dessas barbaridades que a vida mostra assim, tão explícita...

Acidez se dilui em água... glória a ti.

de branco, cdr.

Ps. A sala de arte, ainda por cima, virou plataforma de lançamento pra intelectuais escritores faconianos... prefiro os queijos da perini... como todo rato.

quarta-feira, janeiro 11, 2006

Os cults estão possessos!

Enquanto o espírito 2006 de nosso amigo Cara de Rato se amaina na cromoterapia rosa e nos chás dos índios cheyennes na união do vegetal, seu reduto cultíssimo e pseudo-marginal sofre com o assédio dos quitutes da moda anglo-européia, e quiçá, igualmente americana...

Para quem ainda não sabe, o Bahiano de Tênis descobriu que melhor do que ter uma sala de cinema de arte é ter uma delicatessen. Por isso a Perini deve substituir a tradicional sessão da tarde pelo tradicional café da manhã. Afinal, pãozinho dá mais dinheiro que cinema, né?

Mas onde está a patota do panelaço? Os cults estão possessos! Onde está aquele que bateu latas e saiu nu em praias cearenses? Os cúlts clamam pelo seu meteorango kid!! Onde estará o marginal, glauberiano, o mago da multiplicação das mineiras, cariocas, paulistas...?

Cara de Rato, não só de por do sol os aplausos vivem... ponha sua capa, apareça!!

Em nome de Glauber, o anti-cult, que filmava pros cults...

Márcio

Tout rouge... coisa de Djavan?

Um dos caminhos é a busca do autoconhecimento como uma meta constante... anti-destruição... anti-flagelação...

A cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções. Temos visto aqui no nosso colorido blog desavenças e pormenores que acabam por solcitar esse tratamento cromoterpeutico chocante e, para alguns, até constrangedor.

Me refiro especificamente a onda "metrô" que vem alterado o espectro psicológico de nosso neo-grunge pós moderno favorito. Antes tinha-se Diraeli Gears... agora Elton John. É grave. Não sou médico, nem xamã, nem pajé. Uma contribuição moral ao amigo resume esta minha singela colaboração. (Tem aquele chá também, que o sr. me procurava saberes!)

Eu também não aguento mais aquelas festinhas do Idearium, onde jovens de preto empunham litros de coca que corrobora a mais degradante aguardente de cana.

Prefiro ouvir Djavan, a quem o amor se definiu azulzinho...

Vê se pode?

cdr.

Como diria o velho amigo de Pimpão, Elton John

Everybody's talking about gagism, tagism
Shagism, dragism, madism
Ragism, tagism, botulism, thisism, thatism
Listen to this

Everybody's talking about ministers
Sinisters, banisters, canisters
Bishops, bishops, Bishop's Avenue
Why not talk about Bishop's Avenue
I've got a lovely house on Bishop's Avenue

Everybody's talking about Popeye, Olive Oyl
Everybody, everybody, everybody, Mrs. Jean Schnook
Twenty Three Chepstow Villas
Because they are the next contestant on "Make a B-Side"

All we are saying
Is give peace a chance
All we are saying
Is give peace a chance


Márcio

terça-feira, janeiro 10, 2006

Cervejada de casa nova!

Agora fudeu!!! Estou me mudando este final de semana e como de praxe farei as honras da casa com uma cervejinha gelada e alguns petiscos no sábado, 14/01, a partir das 19h. O endereço é o seguinte: rua Sargento Astrolábio, 284, edf. Arabutan(isso mesmo, Astrolábio e Arabutan), apt. 301. Trata-se de uma tranversal da Rubem Berta, Pituba, a rua do Persona, não tem erro, é só procurar o prédio mais velho com 3 andares... Levem uma cervejinha pra animar a festinha, Pedro leve o DVD.

Até, Broa.

PS: Devido a problemas estruturais do imóvel, só será permitida a permanência no apartamento no limite máximo de 5 pessoas por vez. Cheguem cedo e peguem sua senha.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Quais são as barbadas e quem vai apostar nelas?

De vez em quando o brasileiro se dá conta da tontice que é apostar em barbadas. Anos atrás, por exemplo, perdíamos noites e ganhávamos madrugadas na esperança que um ouro no peito de atleta nos valorizasse o brio. Todos sabem o que aconteceu, ou devo eu lembrar?

Era barbada. E sabe como é que o brasileiro age com a mínima chance de sucesso? Basta um brasileirinho, três pulinhos longos num chão de areia fofa, um bicho lento andando em carros vermelhos e velozes... somos genuínos deslumbrados, iludidos e sem pés no chão...

E foi assim que uma bola na trave, um saque na rede, um ippon inesperado nos mostravam aquilo que costumamos chamar de “zebra”, mas que na verdade eram as falsas esperanças, agora frustradas, se dissipando como lasers dando fechada na largada de uma última regata.

Mas como somos otimistas, e como cansamos de ver comerciais com músicas de raulzito, tentamos outra vez. Tínhamos nossa carta escondida na manga. A mais tupiniquim de todas, claro. A mais fajuta e a mais contrabandeada tradição naquele momento: o nosso hipismo!!

Eram só alguns saltos. Era a costumaz moleza. E nisso, amigo, a nossa índole confia. Que assim seja. E assim foi: a madrugada passando de salto em salto, esperançosa, imponente, briosa, até que enfim... o refugo... o animal: Rodrigo Pessoa... o cavalo: Baloubet du Rouet.

Quais são as novas barbadas?

Quem vai apostar nelas?

Do que falo aqui?

Márcio

domingo, janeiro 08, 2006

acordei bemol

Hoje, domingo, ainda com as vistas turvas e a boca seca...

Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.

Quintana é doce... para o mais escritor dos manelés não tenho descrição... (ótimo assim,não!?!) e se incenso fosse música?

isso de querer
ser exatamente aquilo
que a gente é
ainda vai
nos levar além

acordei bemol... tudo está sustenido... só não faz sentido...

Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço

O poema, senhores,
não fede
nem cheira

após um copo d'água...

cdr.

sábado, janeiro 07, 2006

MINHA FESTA DE FORMATURA

Olá, galera,
queria aproveitar esse post para desejar FELIZ ANO NOVO para todo mundo. E agora, o principal, convidar todos para a minha FESTA DE FORMATURA. Ela vai acontecer antes da solenidade!! Dia 12, quinta-feira, às 21h, no Zanzibar. Vai ter um sonzinho e comidas... as bebidas vão ficar por conta de cada um! Se DJ "Case-inho" quiser levar alguma coisa, pode!

Quero muito que todos vcs estejam lá, para beber, dançar e festejar!!

A solenidade é no dia 13, às 20h, na reitoria. Não tenho convite para entregar para todo mundo. Vou entregar um para vcs... sei lá... para quem quiser ver. Mas estão todos convidados tb.

É isso... Abração, de Andréa

Mario Quintana

"Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo".
(Mário Quintana)

Ví essa frase por aí e resolvi compartilhar com vcs... Bom fim de semana p todos!!!

Borestia

Novos métodos para desafiar o sistema

Hoje, ao ter uma das melhores vistas até agora vista da minha varanda, vi como se pode boicotar o trabalho da construção civil. A receita? Ponha duas gostosas de fio dental deitadas na beira da piscina, ou se banhando num oceano de água com cloro... é infalível, tudo pára!!

Se hoje se procura por novos meios que fujam da greve, eis um. Eu comprovei a total eficácia do método: a construção parou, a piãozada anestesiou, todos foram ao deleite. Até engraçado foi... não teve engenheiro certo, nem jornalista certo... tudo parou, pra que o mundo girar?!

Uma pena não ter uma câmera fotográfica para ilustrar melhor os meus argumentos. Rezo hoje para serem elas minhas vizinhas e para que este verão dure muito. Foi ótimo observar tamanha lascívia de quem sabe que parou a construção, e como se exibiam... orgulhosas...

As maneludas que me perdoem, que reprovem a minha concupiscência, mas sintam-se elogiadas: vocês têm o poder e nós agradecemos!! Não é todo dia que essa cena nos aparece sob os olhos, infelizmente... como é boa a visão daqui de cima... deus as abençoe!!

O observador...

Márcio

Só um detalhe: deitadas elas estavam de bruços!!

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Paris minha P...

Enfim, noticias dos maneles! oba! adoro as fotos e frases... me fizeram lembrar dos velhos tempos quando eu morava em montreal e entrava no blog todos os dias para tentar entender o que acontecia por ai... que saudade! daquela epoca e da galera.
apesar de ver que morere e um paraiso, continuo votando para o proximo reveillon em paris! imagine, todos nos aqui ia ser loucura!!!! comecema juntar a grana!
apesar de nao ter grandes festas de ano novo, a nao ser uma multidao na champ-de elysee, as luses da torre eiffeil acendendo a meia-noite e as festas em boites carissimas, paris continua linda, a cidade mais linda em que fui... acho que o que me fascina aqui e exatamente por a gente nao ter cidades nada parecidas com isso aqui. nossa beleza e natural, e maravilhosa.. mas algo como paris, de vez em quando, nao faz mal a ninguem! a cidade iluminada a noite e encantadora... tenho que admitir que o frio esta meio que me matando aqui e isso tira um pouco do encanto da cidade. na primavera e bem mais bonita e viva... entao, alem da grana, juntem as roupas...
hoje fui para o jogo do Paris SG e Sochaux (3x1) e quase morri naquele estadio!!! cara, que frio foi aquele? ja nao sentia mais minhas maos e pes! o jogo foi bem fraquinho, apesar de estadio cheio. mas foi massa ver o jogo quase do gramado, sentada numa cadeirinha, comendo pao com salsicha arabe e tirando fotos para mostrar pra vcs... mas que quase congelei la, ufa!!! quando terminou, peguei uma carona de moto para casa! foram os 20 minutos mais gelados de minha vida!
vou terminar de tomar meu cha bem quente e estou indo pra debaixo da coberta... espero voltar a sentir meus dedos dos pes!
beijos,
marina, a mais de 6 mil quilometros, mas pensando na galera!

Moreré minha P...

Moreré, o paraíso.









A galera

Payacan, quantos amores você tem?



Paulista gente boa nasce na Bahia.

Trios elétricos, carnaval no réveillon de Moreré!



Sai que é sua, Boréstia!!!