domingo, maio 22, 2005


Zé...

Ele finalmente fazendo alguma coisa

A lua através dos flamboians da tia de Broa

Paulinha a la Gilberto

Pimpão flamenco alucinado

Deduca pose: 74d parte 4 serie A

Itacimirim 2005 - Mateus Chuva de Prata (Em homenagem a...)

Itacimirim - Márcio Platão Diabão.

quinta-feira, maio 19, 2005

Sucesso!

http://www.sucessoemailing.com.br/music/neisa.asp?MAIL=1608&CLIE=31409

quarta-feira, maio 18, 2005

Achados e Perdidos Aniversário de Zé

Carteira de motorista de Carol
Camisa de Darino
Bermuda de Chico
Cd de Zé
Moral de Eduardo

Quaisquer informações favor entrar em contato com o Serviço de Utilidade Pública do Manelé - SUPM

terça-feira, maio 17, 2005

ALGUMAS RAZÕES QUE ATESTAM QUE A FESTA ERA REALMENTE DE ZÉ

 NINGUÉM PEGOU NINGUÉM
 FERNANDA DANÇOU A FESTA INTEIRA
 SEU LUIS FOI
 A CERVEJA ACABOU
 A VODKA TAMBÉM
 CARA DE RATO FOI O ÚNICO QUE TEVE CORAGEM DE BEBER CACHAÇA C/ SIRI
 EDUARDO RECLAMOU
 EU FIQUEI MUITO DOIDO
 TOCOU JORGE BEN E MÁRCIO NÃO GOSTOU
 ALEXANDRE BORESTOU

AINDA MEIO CONFUSO,
BROA.

ALGUMAS RAZÕES QUE TORNARAM A FESTA DE ZÉ ESTRANHA

 DEU MULHER
 MÁRCIO E PEDRO NÃO COLOCARAM MÚSICA DE ELEVADOR
 PIPI FALOU PRA CARALHO
 CARA DE RATO NÃO APARECEU DIZENDO QUE PEGOU UMA UNIVERSITÁRIA NO BANHEIRO
 MÁRCIO NÃO BEBEU
 BEBERAM TODO O REFRIGERANTE
 NINGUÉM RECLAMOU NA HORA DA VAQUINHA
 PEDRO NÃO GRITOU
 ALINE NÃO ENCHEU O SACO DE NINGUÉM
 EM DETERMINADO MOMENTO DA FESTA EU CONVERSEI COM DOIS EDUARDOS(???)
 EDUARDO DANÇOU
 EDUARDO RESMUNGOU COM ELE MESMO
 EDUARDO PEDIU ARREGO E FOI EMBORA ANTES DAS OITO HORAS
 EU ME COMPORTEI
 O CHURRASCO ESTAVA BOM
 ALEXANDRE E CARA DE RATO NÃO COMERAM O RESTO DO FEIJÃO TROPEIRO

Festa sem regitro

Alguém aí pode dizer com detalhes o que aconteceu no aniversário de Zé. Foi a primeira festa da galera que não houve registros fotográficos ou videográficos. No meu caso, alguns registros mentais tb se perderam completamente. Quem sabe Eduardo possa me ajudar!!!

Borestia

domingo, maio 15, 2005

extinção da formação em jornalismo, segundo ele lá...

saiu no observatório da imprensa um artigo de nilson lage que escalda o processo de formação em jornalismo. e a facom... rs. e estética. e semiótica. rs... se liguem: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=328DAC001

é isso...

quinta-feira, maio 12, 2005

24 anos de um mainardista

O cara é chato!!! Disso todo mundo sabe... Às vezes chega a ser mais chato que Eduardo... Mas uma coisa ninguém pode negar: O nosso amigo Zé é um grande cara. Mais do que isso, um homem de bom coraçâo. Portanto, nenhum dos manelés pode faltar a sua festa de aniversário, marcada para o próximo sábado, dia 14. Adivinhem onde!!! Na churrasquira do condomínio Casablanca, em Piatâ. E dessa vez vai ser churrasco!!! Ainda bem que os mainardistas tb fazem 24 anos...

PS: Contribuiçôes não são facultativas: Levem Cachaça

Borestia

celebração de 24

o 24 é um número de importante representação simbólica para as mais variadas modalidades de fetiche... sem dúvida. entrar no 24 e prmanecer no mesmo por exatamente um ano, no entanto, poderá não ser tão traumático assim. principalmente quando essa entrada se dá por um ato de celebração coletiva com amigos, parceiros e... familiares. é isso. por que não? calma, não se trata aqui de uma apologia às irmãs de brother a serem jogadas na arena repleta de manelísticos hipercriativos quando o assunto é fetiche. ou melhor, celebração de 24.
mas cada caso é um caso. e daí? e daí que com a carta de alforria dada às irmãs (se é que elas existem), só poderia sobrar pras primas. e neste caso, prima capa de playboy não deve se ausentar de tão louvável festejo. nem as primas que não são capa de playboy, mas que esbanjam atributos para ocupar tão singelo espaço devem faltar. e até aquelas que se destacam apenas cordialidade devem faltar, afinal existe um integrante cordial entre nós. em linha geral os manelísticos são versáteis e podem se adaptar facilmente a qualquer tipo de adversidade que possa ocorrer. faça chuva ou faça sol, e não estando necessáriamente bêbados.
sr. amoêdo, de acordo com a graça dos seus próspros 24, recebe desde já esta doce incubência, e assim, tornará ávida as mais mirabolantes peripércias de amigos manelísticos.

boas entradas e feliz 24 (vai passar que vc nem vai ver!).

conselho deliberativo da entidade.

terça-feira, maio 10, 2005

24 anos de um mainardista

O cara é chato!!! Disso todo mundo sabe... Às vezes chega a ser mais chato que Eduardo... Mas uma coisa ninguém pode negar: O nosso amigo Zé é um grande cara. Mais do que isso, um homem de bom coraçâo. Portanto, nenhum dos manelés pode faltar a sua festa de aniversário, marcada para o próximo sábado, dia 14. Adivinhem onde!!! Na churrasquira do condomínio Casablanca, em Piatâ. E dessa vez vai ser churrasco!!! Ainda bem que os mainardistas tb fazem 24 anos...

PS: Contribuiçôes não são facultativas: Levem Cachaça

Borestia

Mudando de assunto...

Como eu tambem ja cansei do assunto futebol, prefiro assistir aos jogos do que ler sobre o assunto, deixo isso de canto. Por agora.

Parece que a minha vida por aqui sera bem diferente da exautiva canadense. Minha vocacao de madame vai ter que surgir nao sei de onde. Porque, como ja disse, trabalho tem um monte, mas ninguem emprega ilegalmente. Ou seja, nada de papeis, nada de trabalho. Dessa vez, o jeitinho brasileiro me deixou na mao. E a polica espanhola ta dificultando. Dizem que eles legalizaram muita gente esses tempos e agora estao fiscalizando pesado. Entao, nada de trabalho.

De certa forma, e muito bom, ja q tenho montanhas pra subir, um sol lindo, um mar azul ate morrer. E amo tudo isso! Mas eu nao nasci pra ficar de banda pro ar. Ou aprendi a ter ferias curtas. Fico agoniada de nao fazer nada. E agora que sei que nao me darao o bendito papel pra trabalho, procuarei outras coisas pra me ocupar.

Comecei pelo esporte e vou jogar futebol! Como Duda dizia que eu ate nao era mal assim, vou me arriscar. Na verdade, foi o que pintou e estou aproveitando tudo o que aparece, pricipalmente de graca. Depois, estou tentando estudar um pouco de espanhol sozinha mesmo. Acho que uma grana sera investida em livros, porque os que tenho sao ruins. E pra completar, tem o ingles, que ja estou esquecendo um pouco, entao resolvi estudar aqui tb. Sozinha. E a parte chata disso. Estudar linguas e um saco, sozinha entao...

No mais, e ver se rola as minhas viagens por aqui por perto. Coisa cada vez mais duvidosa, depois que ficou certo que nao vai entrar mais grana no caixa. Mas a vontade e os planos continuam sendo sul da Franca, um pouco de Espanha, Barcelona, Galicia e tal, e Marrocos. Por enquanto, fico tomando sol, andando de bicicleta, passeando por ai, de bobeira, curtindo. Eta vida boa!!!

Ah! A saudade continua e ja to quase confirmando a minha passagem de volta pra o meio de agosto! Vou voltar pobre, entao separem a cerveja!
Beijao, Marina, morena de novo!

Me intrometendo um pouquinho...

Depois de tamanha discussao sobre futebol, uma vontade de comentar sobre o assunto me deixa meio sem jeito. Afinal, mais ignorante no assunto do que eu mesma, nao consigo achar ninguem. Quem sabe depois de um tempo de pratica, tentando buscar nao sei bem onde o natural talento brasileiro e, de preferencia, evitando confrontos diretos com os "naturalmente agressivos" argentinos. Porque, como voces sabem, meu joelho ainda me impede de dar de caras com certas marcacoes duras, exageradamente vistas tanto em jogos argentinos como em brasileiros. (Lembrei da jogada de Cafu, outro dia ai. Fiquei com vergonha, porque faltou tudo, desde tecnica ate a tao famosa ginga brasileira. Sobrou a brutalidade, talvez "copiada" dos argentinos. Se e que isso e natural deles. Se bem, como disse Duda, Cafu e um "brasileiro". )

E aqui, so pra dizer que assisto um pouco de futebol, me impressionei com a agressividade encontrada nessa rodada do campeonato ingles. Sinceramente, a minha ignorancia no assunto (e venho aqui concordar com Marcio e brigar pelo meu direito de falar mesmo nao sendo uma amante do esporte, muito menos entendida do assunto) fez-se mais ignorante ainda quando assisti aos jogos do futebol ingles (acho melhor da nomes aos bois, pra depois nao dizerem que estou genelarizando a arte do futebol). Posso me lembrar de pelo menos tres agressoes, no meu entender (que, repito, nao e nada entendido), totalmente desnecessarias. Foram trocas de socos, pontapes e tapas entre alguns jogadores. Nao sei se a fama da agressividade dos ingleses ja chegou aos quatro cantos do mundo ou se isso foi um ato isolado. Mas de uma forma ou de outra, todo futebol tem caracteriscas comuns e suas peculiaridades. Algumas delas, totalmente desnecessarias.

E como nao poderia deixar de ser ufanista, ja que, como Marcio disse, e uma caracterisca brasileira, fico com os jogadores tupiniquins. Me perdoem os outros, mas as jogadas de Ronaldinho tem feito o jogo do Barca bem mais gostoso de assistir. Pelo menos pros nao entendidos nao assunto. Se bem que alguns passes dados por ai por outros jogadores, dao uma graca especial aos jogos. Nao sei. Cada qual que fique com a sua caracterisca especial, porque se todos jogassem como Ronadinho, ia ser um saco assistir futebol! A graca esta extamente em ter "tipos" de futebol.

Marina, pedindo desculpas pela intromissao. Mas dizem que brasileiro e intrometido mesmo. Entao estou perdoada!

segunda-feira, maio 09, 2005

24 anos de um mainardista

O cara é chato!!! Disso todo mundo sabe... Às vezes chega a ser mais chato que Eduardo... Mas uma coisa ninguém pode negar: O nosso amigo Zé é um grande cara. Mais do que isso, um homem de bom coraçâo. Portanto, nenhum dos manelés pode faltar a sua festa de aniversário, marcada para o próximo sábado, dia 14. Adivinhem onde!!! Na churrasquira do condomínio Casablanca, em Piatâ. E dessa vez vai ser churrasco!!! Ainda bem que os mainardistas tb fazem 24 anos...

PS: Contribuiçôes não são facultativas: Levem Cachaça

Borestia

domingo, maio 08, 2005

Qual o verdadeiro papel do futebol brasileiro?

Picuinhas a parte, interessante a discussão sobre futebol. Primordialmente, a discussão sobre o papel do futebol brasileiro e sua relação com o argentino. E com o futebol do resto do mundo, diga-se de passagem. Vale ressaltar duas (o)posições importantes e complementares. Antes que um se julgue iluminista e outro se coloque - acredito que ironicamente - no breu das trevas, é preciso que se fale em complementaridade.

O que falta ao jornalismo esportivo brasileiro é justamente o que sobra ao nosso “ignorante” blogger-comentarista. Seus comentários são desprovidos de paixão e a crítica baseia-se simplesmente na observação dos fatos. É simples assim: o brasileiro é realmente tão maldoso, tão preconceituoso e tão técnico quanto o argentino, o inglês ou o italiano. “Mas os argentinos batizaram a água do Branco na Copa de 90...”, defenderia um. É, mas o Túlio matou uma bola no meio do braço e fez o gol que praticamente garantiu o título brazuca da Copa América.

“Mas e a mão de Deus do Maradona?, e as pernadas do Simeone?, e a malícia do Caniggia?”, voltando à carga. Já que o assunto é polêmico, começo a me arriscar. Quem foram os mais maldosos nos últimos confrontos Brasil x Argentina? De longe aponto os brasileiros. E aí entram questões históricas e culturais, que em boa parte são alimentadas por nós, ditos jornalistas esportivos. Os Simeones, Batistutas e Caniggias vivem em nossa memória. E basta uma derrota para algum argentino numa semifinal de Libertadores para que a rivalidade VIRIL seja reacendida. O palco do próximo Brasil x Argentina será uma guerra, criada principalmente pelos jornalistas. Tanto os daqui, como os de lá.

Os brasileiros entram armados quanto à possibilidade de um revide argentino. Os argentinos, alimentados pelos noticiários locais, que sem sombra de dúvida relembrarão antigas e novas pendengas. Aliás, acredito que os argentinos têm duplo motivo de preocupação. Além do citado anteriormente, cria-se a tensão sobre o que se passa na cabeça do brasileiro. Isso, afora a rivalidade que já cerca o clássico.

Nada disso aconteceria se os jornalistas tratassem o fato de maneira correta. É justa a prisão do argentino Desábato? Sim, os crimes, sejam de qualquer natureza, devem ser punidos com o rigor que a lei determina. Mas voltando pouco mais no tempo, quantos casos de racismo antecederam esse episódio no Brasil? E qual foi a punição? Bom, em casos de flagrante pelas câmeras de tv (que, vamos deixar claro, não fica explícito no caso), um ou dois jogos de suspensão e um pedido de desculpas foram suficientes. Em caso contrário, a vida continua. E os torcedores? De onde veio aquela banana no jogo comemorativo da SeleGlobo, como diria o Jornal A Tarde? E qual foi a punição? E abriu-se investigação do caso? A atitude foi menos racista?

A busca pela neutralidade e imparcialidade passa longe da cabeça dos comentaristas esportivos. Pelo amor de Deus, Brasil e Uruguai fizeram uma partida excepcional? O Brasil deu show ao garantir um empate com um gol completamente impedido do Emerson? Os chutes de fora da área do Roberto Carlos são o suficiente?

Nossos jogadores podem ser considerados sim, fantásticos. E esse é o ponto em que discordo em partes dos dois opositores desta pendenga blogger. Não só no aspecto do espetáculo, mas também no caráter eficiência. E discordo de Márcio. Ninguém é tão importante para um grande clube europeu hoje quanto Ronaldinho Gaúcho (Barcelona), Adriano (Inter de Milão) e Kaká (Milan). Me arriscaria a afirmar que o Ronaldo, mesmo não estando em grande fase, decide jogos para o Real Madrid como nenhum outro jogador no mundo. Acredito que dos estrangeiros, apenas o Shevchenko poderia ser enquadrado nessa lista. Quem sabe o Henry, peça fundamental do Arsenal.

Mas quando a questão descamba para qualidade técnica ou habilidade, tenho minhas dúvidas. E aí, meu amigo Borestinha, você é o meu alvo. Ser técnico ou habilidoso vai da forma de jogar de cada país. As características de cada local, como você mesmo citou. O que é ser mais técnico, dar um passe ou um drible preciso? O que é habilidade, colocar a bola no meio das canetas do adversário ou na cabeça de um companheiro na área? Um desarme preciso de um zagueiro me soa tão belo quanto um gol de bicicleta. E viva os Gamarras, Nestas, Baresis e Matheus, tanto quanto os Peles, Ronaldos, Maradonas, Cruyffs e Garrinchas.

Se a questão é espetáculo, ok, me rendo aos últimos. Mas afirmo categoricamente. Ver uma jogada argentina trabalhada em alta velocidade, com toques de primeira e uma conclusão com preciso senso de colocação, me é tão gratificantes quanto ver o Ronaldinho Gaúcho driblar três adversários e encobrir o goleiro. Talvez o primeiro lance seja menos espetacular e vendável, mas não menos belo ou interessante.

E aí retorno a questão. Quem é mais habilidoso ou técnico? O Ronaldinho Gaúcho, que dribla com maestria, ou o David Beckham, que há alguns jogos não vejo errar um passe? No futebol, uns tratam habilidade como capacidade de dar espetáculo, de fazer o impensável. O técnico é tratado como o que cumpre mecanicamente sua função em campo. Se assim fosse, empate em 1x1 entre o brasileiro e o inglês. Não acredito, porém, na prerrogativa (como diria Márcio). Habilidade, em minha modesta opinião, é a capacidade de fazer bem alguma coisa. Ou então, desenhar seria uma habilidade maior do que dirigir ou varrer uma casa. Ambas me parecem habilidades, mesmo que distintas. A técnica para mim, nada mais é do que saber se utilizar das ferramentas que lhe foram dadas e fazer o melhor. No caso do Beckham, o passe, no caso do Ronaldinho, o drible.

Sou insistentemente chato quanto ao tamanho das mensagens, mas dessa vez vou me exceder. Márcio e Borestia o fazem sempre e merecem o troco. Como no início do texto, Márcio já foi o complemento de Alexandre, que esse seja agora o complemento do primeiro. Sem a paixão, o espetáculo do futebol vira “isso”. Um comentário seco acerca do que se viu em campo. Sem cor local, sem emoção, sem carisma.

Analisar uma partida de futebol não é apenas dizer qual foi o placar e apontar os motivos do resultado. É acompanhar com paixão o dia-a-dia dos clubes e dos jogadores e saber que o fulaninho está jogando fora de posição, ou com dores na coxa. É observar que o Ronaldinho joga melhor solto na esquerda do que como atacante no esquema de Parreira. É perceber que o Ronaldo nunca mais será o fenômeno de antes, por que ele mudou sua forma de jogar, por que corre menos, por que está mais pesado. E não só por que está “gordinho”, mas por que optou por um estilo mais brigador, trombador, mais de área.

Quem se envolve no universo do futebol e torce para que um Robinho se destaque, percebe que ele já ganhou alguma massa muscular, não cai mais no primeiro encontrão e aprendeu a bater no gol. Características fundamentais pra que? Para dar certo no futebol europeu. E para dar certo na Seleção Brasileira, que não conta com nenhum “brasileiro” no seu 11 inicial. Para os “leigos”, Dida (Milan), Cafu (Milan), Juan (Bayer Leverkussen), Lúcio (Bayern Munique) e Roberto Carlos (Real Madrid); Juninho (Lyon), Emerson (Juventus), Zé Roberto (Bayern de Munique) e Kaká (Milan); Ronaldo (Real Madrid) e Ronaldinho Gaúcho (Barcelona).

Não há como falar do Flamengo sem a paixão de acompanhar o seu dia-a-dia e descobrir que o time não é ruim só porque não tem dinheiro para contratar. Mas também por que contrata errado, por que tem fama de mau pagador, por que tem um departamento de futebol amador que vive de sugar o clube, por que o recém-reformado gramado da Gávea encheu de água na primeira chuva, por que só agora os contratos das revelações passaram a ser prorrogados com antecedência e por que o futebol carioca há muito vive das glórias do passado. Do tempo onde o Rio de Janeiro tinha o futebol mais bonito e requintado do Brasil. Bahia e Vitória vão pela mesma linha, mesmo que não sejam papões de títulos. Ao bater em Ipitangas, Camaçaris e Camaçarienses, se acham preparados a disputar um Campeonato Brasileiro. Ledo engano.

Faço apenas uma última colocação. Aos que acolheram Márcio como leigo, digo que nunca o vi acompanhar futebol com tanto afinco como nos últimos anos. Não só o brasileiro, como o europeu. E mais, não se nasce apaixonado por futebol, o esporte encanta aos poucos por sua peculiaridade. Pelo inusitado. Pelo surpreendente. Tão surpreendente quanto ver o próprio gastando seu tempo, que não acredito estar tão escasso, assistindo a jogos de futebol e a comentar eventos esportivos. Jornalistas esportivos, segurem-se nos seus lugares. Nasce aqui um cronista esportivo?

Deduca@uol, que já está de saco cheio de tanto escrever, apostando nos novos talentos.

Alguma coisa sobre minha mãe

Agora deixando de lado toda essa pendenga sobre futebol, que já se estendeu demais, vou deixar aqui uma mensagem diferente e mais agradável. Quero deixar aqui um recado pro dias das mães, no genérico e no particular, pois quero compartilhar com vocês alguma coisa sobre minha mãe.

Poucos de vocês conhecem essa pessoa que me jogou no mundo. Uma pessoa agradável e complexa, bem complicada como toda mãe deve ser. Acho que falo pouco dela mas pelo que falo deixo ver o quanto ela me marca: seja no bom sentido quanto também no mal sentido da palavra.

Minha mãe é essa pessoa que me atura, me sacaneia e me mima, já mimou mais, pra caralho. Ela é a responsável direta e indireta pra toda essa minha sensibilidade, carência, romantismo, e seja lá o que for mais. Minha mãe pra mim sempre foi um parâmetro a seguir, a superar e a rejeitar.

Por tudo isso só tenho a agradecer muito e a reclamar um pouco. Por todos os bons frutos que ela me dá eu digo obrigado, por todas as reclamações eu digo que não pedi pra nascer: como é quase dever da mãe ser boa pro filho, é quase um dever de filho ser um mau criado... brincadeira...

Eu não sei se essa mensagem é uma boa homenagem pra minha mãe. Ela nem sequer sabe que tô escrevendo pra ela. Pois enfim, por mais piegas que seja essa mensagem, e eu nem gosto dessas datas comemorativas, só tenho a deixar um beijo a minha e todas as mães que nos aturam por aí.

É isso...

Do filho desnaturado

Márcio

Eu amo muito minha mãe, só não digam isso pra ela...

Pelos bares da vida

Infelizmente, meu caro amigo Márcio, não tenho tempo de responder as suas quatro, diga-se de passagem, cansativas, considerações. Tô saindo agora para cobrir o jogo Ipitanga X Vitória, pelo Campeonato Baiano do Interior. Ainda sou um jornalista esportivo, tupiniquim, de quinta categoria. Quem sabe um dia serei escritor de Blog. A gente se vê pelos bares da vida...

Borestia

sábado, maio 07, 2005

Quarto falemos de polaridades e senso-comum

Eu sei, caro amigo Borestia, que prometi uma resposta em apenas duas partes. Mas você sabe como é, sou um cara vaidoso, e além disso tenho que fazer jus a minha por enquanto pretensão de ser escritor de blog: vou falar agora de algo em que me encaixo no futebol: o senso-comum.

Você bem sabe que o senso-comum tende e deve ficar entre o lugar-comum e as generalidades. Até por isso é comum cair-se no estereótipo e nas polaridades. Podes até encontrar os famosos casos de preconceito ou idéias pré-formadas e repetidas: o senso-comum é afinal bem comum.

Mas há algo que você não pode desconsiderar, mesmo sendo um defensor da elite da opinião sobre futebol: o senso-comum é sintomático. É medida desmedida. E só pra esclarecer melhor o que quero dizer com isso, recorro ao senso-comum de uma frase feita: onde há fumaça, há fogo.

Não tomei Galvão Bueno como parâmetro: tomei a ele, a imprensa esportiva no geral; jogadores e técnico, a torcida, e inclusive você. Esses são os meus parâmetros. Mas o grande problema, no entanto, é que os meus parâmetros não têm outro parâmetro a não ser eles/você mesmo(s).

Estranho, no entanto, é você achar estranho um brasileiro defender um argentino. Por que não podemos defender um argentino? Você não percebe que você pôs aqui uma distinção e quase uma polaridade? Uma distinção que se você se perdoa o exagero podes chamar de discriminação, né?

Mas não vou até aí porque nem sequer quando escrevi o primeiro post quis me referir a Grafite, quanto mais a querer minimizar a história, que por si só já é minimizada. Só fui ao ponto onde você ratifica o “chauvinista”, “egocêntrico” e “xenófobo”: brasileiros não advogam argentinos.

Somos mais do que isso...

Deus é brasileiro

Márcio

Terceiro falemos de particularidades e dependências

Mas eu ainda presumo que você não tenha se cansado, meu caro amigo Borestia, por isso vou continuar te questionando. Dessa vez meu alvo vai ser as distinções que você faz, e particularmente como você gosta de destacar, distinguir, o Brasil e pô-lo num bem alto pedestal.

Antes tenho que dizer que não ignoro nem desconsidero as particularidades do futebol praticado aqui e acolá. Sei que existem diferenças entre as culturas do futebol pelo mundo. Mas isso até é muito claro. A diferença no entanto a que me referi é mais de espelho do que de alteridade.

Uma diferença determinante é que nós não nos vemos no espelho. Somos egocêntricos e só percebemos o outro (como o argentino ou de qualquer outro lugar) quando nos é de interesse, ou quando nos prejudica de alguma forma ou quando nos exalta por mínima coisa possível, veja só.

Como é que você não enxerga que o Brasil é tão violento quanto a Argentina em jogos entre os dois países? Será que você como jornalista esportivo bem informado não vê as estatísticas que comprovam isso? Ou será que talvez como no voto biônico a falta do outro lado vale por duas?

A gente se cega porque somos pretensiosos e temos um rei no próprio umbigo. Como você mesmo disse tem coisas que não são naturais aos outros no futebol (como não é natural o argentino pisar na bola) até mesmo porque só nós brasileiros nascemos com o gen da habilidade futebolística.

É comum, e não natural, nos colocarmos no pedestal...

Márcio

Segundo falemos em semelhanças e diferenças

Bom, meu caro amigo Borestia, agora vamos entrar numa seara que confesso é mais sua do que minha. Mas como já disse que sou um implicante e um intrometido, como o Renato Machado, não ouço conselhos como os seus, e como ignorante que sou, continuo espalhando minha ignorância.

Falemos do futebol brasileiro e falemos também de semelhanças e diferenças. Não disse que o futebol brasileiro é idêntico ao do resto do mundo. Após citar um dos exemplos de casos que são normais no futebol mundial, disse que, “grosso modo”, o futebol tem lá as suas generalidades.

Veja bem a diferença: disputas e brigas dentro de campo acontecem onde quer que for, quer seja aqui, no futebol gaúcho, baiano, catalão, galego, bretão, onde for: seja catimba, roda de bobo, o pé encima da bola na beira do campo, isso tudo roda o mundo, não é exclusividade tupiniquim.

Por isso, meu caro Borestia, fiz questão de assinalar a diferença do “futebol brasileiro” e o “futebol dos brasileiros” e ainda fiz questão de distinguir o futebol brasileiro do futebol que os brasileiros, como você, querem acreditar que têm. E você quer que te diga que futebol é esse?

Pois bem, eu te digo: você e muitos que pensam como você acreditam na patente brasileira no futebol: o drible é nossa exclusividade, só nós podemos pisar na bola e ser futebol arte e não provocação, só nós podemos ter gênios – e os gênios dos outros deveriam ser nossos, daqui, né?

Pra mim é pretensão, elitista até...

Márcio

Primeiro falemos de autoridade ao falar

Borestia, meu querido amigo, a minha resposta pra ti vai vir em duas. Primeiro vou contra uma carapuça que se revela e muito me decepciona vindo de um amante do povo, da democracia e da igualdade como você, romântico, idealista, um defensor nato do hoje em dia não sei mais o quê.

Eu confesso que me surpreendo com tamanho corporativismo, se a palavra aqui se aplica, que você demonstra ao excluir as críticas dos não-entendidos. Coitados de nós ignorantes que nem bem abrimos a boca e já temos o nosso discurso invalidado só pelo fato de não sermos iguais a você.

Uma pena porque até gosto de pegar no seu pé e questionar com meu senso-comum seu inquestionável saber elitista. Mas por outro lado talvez seja bom pois ninguém a não ser os ladrões poderão discutir sobre ladroagem, assim como os sábios só podem falar com sábios sobre sabedoria.

Talvez eu que não gosto do povo e não gosto de diferenças deva assumir o seu discurso. A política que fique com os políticos, a justiça que fique com advogados e juízes, a religião e a crença em deus que fique com padres e papas. Cada macaco no seu galho: ainda posso usar corporativismo?

Mas quem sabe você não seja um revolucionário, Borestia, e preveja a exclusão do povo da política, a torcida do futebol, o fã da música, o cinéfilo do cinema: vamos transformar esse mundo em patotinhas e clubes do bolinha e vamos deixar o Renato Machado com seus vinhos!

E queijos...

Márcio

Maradona devia ter nascido no Brasil

Verdade Marcio! Futebol é pra quem conhece! Aliás, vc me lembra Renato Machado comentando futebol. O cara é apresentador do Bom Dia Brasil, especialista em queijos e vinhos, e se mete a falar de Seleção brasileira. Piada... Imaginem um faconiano, fanzoca do Nirvana, tirado a escritor de blog, e morador do Itaigara, dando uma de cronista esportivo. Lamentável...

É até plausível o fato de o Sr auto denominar-se, mesmo que de forma irônica, ignorante no assunto. Realmente! Afirmar categoricamente que o futebol brasileiro é semelhante ao argentino e ao do resto do mundo, não passa de IGNORÂNCIA. Afinal de contas dentro do próprio futebol brasileiro existem inúmeros “futebóis”. Ou será que o futebol gaúcho, que privilegia a forca, a marcação e o jogo aéreo é igual, por exemplo, ao paulista, carioca e até baiano?

Não por caso, o futebol do sul do país e bem parecido com o futebol argentino, ambos são semelhantes ao futebol europeu, e completamente diferentes do futebol asiático, conhecido pela pouca técnica e grande velocidade.

Só p/ dizer que o nosso futebol é completo. Não somos apenas diferentes dos demais. Somos, sem medo de errar, os melhores. Às vezes me pergunto o que seria do mundo futebolístico sem o futebol brasileiro. Eles dependem da gente. Dependem da habilidade dos nossos jogadores. Os maiores clubes e os principais campeonatos do mundo estão abarrotados de brasileiros.

Não é o caso de dizer que somos bons moços e os argentinos maldosos. O fato é que eles tentam nos parar na porrada mesmo! A habilidade que sobra pra gente falta p eles. Não é a toa que, na Argentina, Maradona é tratado como rei. Pelo que fez em campo arrisco a dizer que MARADONA DEVIA TER NASCIDO NO BRASIL. Depois de Dieguito qual foi o outro jogador argentino que ficou conhecido mundialmente pela habilidade? Talvez Ortega ou até Tevez. E só... No Brasil, antes e depois de Pelé existiram milhares. É por isso que, quando Tevez prende a bola e pisa encima dela, soa como provocação. Não é natural do futebol argentino...

Daí dizer que isso é Xenofobia? E colocar Galvão Bueno como parâmetro dessa xenofobia? Não resta dúvida que é uma simples rivalidade do futebol. Nesse caso uma forma de minimizar a atitude racista do zagueiro argentino contra Grafite. Como se o preconceito estivesse do nosso lado, quando, na verdade, o preconceito existe dos dois lados.

Estranho sim, é um brasileiro se dispor a defender, de forma heróica, os “honrados” e “destemidos” argentinos, contra os “chauvinistas”, “egocêntricos”, e “xenofóbicos” brasileiros. Isso sim é MANIQUEISMO.

Do "Expert",

Borestia

sexta-feira, maio 06, 2005

Se me chamar, eu vou...

Caso haja alguma programação "galera" no dia de hoje (sábado, 6 de maio de 2005), a partir das 22h30, após o clássico entre Bahia e União Barbarense, favor convocarem-me (via celular). Estou livre e ávido pelo reencontro com os diletos colegas.

Beijos a todos,

Dadá "Só-Dadá-mesmo",
Com saudades da galera

O mundo particular do futebol dos brasileiros

Cada dia que passa e cada comentário que ouço a respeito me convencem de que não entendo nada desse futebol dos brasileiros. Há quem defenda que por causa disso os ignorantes devem se calar, só apenas os letrados, diletantes e “experts” tem direito a voz – não é mesmo, Borestia?

Mas como eu sou ignorante e insistente e implicante eu ignoro esse pressuposto. O mundo particular do futebol dos brasileiros me atordoa com suas veladas prerrogativas. Eu confesso que talvez seja a minha inocente ignorância que se estarrece com nosso corporativismo futebolístico.

Hoje mais uma vez ouvi aquela imagem traduzida em comentários do futebol brasileiro como o justo e o bom e o verdadeiro. E não é só “corporativismo” o que aqui aparece. Nosso mundinho futebolismo também está repleto de pretensão preconceituosa e chauvinista e xenófoba até.

Dizem alguns que sou chegado num exagero quando não se percebe que exagero é se cegar quando ele não existe. Ontem mais uma vez vi aquela história entre brasileiros bons-moços e argentinos maldosos, entre “las gallinas” com síndrome de vítimas e o mau caratismo portenho.

Uma história já antiga, final da Copa América, Brasil vs Argentina, Tevez e o respeito ao futebol pentacampeão. A cena é conhecida: Tevez com a bola vai pra linha de fundo pra ganhar tempo, prende a bola e põe o pé encima dela; erro grave para o brasileiro, olha que cena de desrespeito!

Tevez por causa da atitude em menos de um minuto tomou umas boas entradas violentas, tanto é que foi substituído pelo técnico argentino para não gerar briga. Eu até entendo a violência desse tipo, acho natural pra quem está perdendo se irritar quando entra na roda e começa a tomar olé.

O que eu não aceito é a reação da imprensa e dos jogadores dizendo que aquilo é falta de respeito com o futebol brasileiro, o pentacampeão. Galvão brada contra os conhecidos catimbeiros, “isso é um desrespeito”, e os jogadores no final do jogo reclamam, “bla bla bla”.

Vá lá que ninguém presta muita atenção para o que os jogadores falam, no fundo voz de papagaio que repete a voz da imprensa, do senso-comum e deles próprios (haja pleonasmo e preconceito!). Mas foda mesmo é ouvir até o nosso técnico, tão inteligente e razoável, levar a conversa adiante.

Por deus, vocês que acreditam, me respondam o que era aquele Denílson que entrava no final do jogo para prender a bola nas laterais e no fundo do campo para mostrar a magia e o gingado do futebol brasileiro? “Pra cima deles Denílson!”, bradava o outro, “esse é o futebol brasileiro!”.

É isso desrespeito? Se for o Brasil já deveria ter sido preso por tanta injúria desde há muito tempo. Afinal nós somos campeões em dribles, toque de bola, rodas de bobo, não é assim mesmo? Mas é que nos acostumamos a ver o Garrincha e seus “Joãos” como arte, e a Tevez não.

Esse é apenas um caso dos que aparecem em todo jogo no futebol brasileiro e marroquino e inglês. O futebol brasileiro é igual grosso modo ao futebol do resto do mundo. Os xingamentos e humilhações são os mesmos. Diferente é o futebol que os brasileiros querem acreditar que têm.

O mundinho particular do futebol dos brasileiros é um mundinho que se estende e é extensão dos outros mundinhos que se proliferam pelo país. Temos mania de vítimas e de reclamação e gritamos tanto que não ouvimos quanto nossa própria voz é egocêntrica e preconceituosa e maniqueísta.

Do ignorante

Márcio

quarta-feira, maio 04, 2005

Voltando pelas beiradas

Há um bom tempo atrás teve um carinha aí meio trágico que formulou uma tese sobre um eterno retorno, que outro carinha menos louco porém com mais senso de humor e mais contemporâneo nosso chamou de forma singelamente poética de dar nome as coisas que estão sempre voltando.

Pois então eis esse mais um retorno que se eterniza, ou uma volta que está sempre a voltar, afinal. Mas na verdade o que vou tratar aqui não é bem do meu retorno, que guardadas as devidas proporções nada tem a ver com a tal tese afinal, foi só um meio de causar expectativa.

Acabara eu de entrar na internet e despretensiosamente lia meus e-mails quando vejo uma caixa do msn abrir. Não reconheci quem iniciava comigo uma conversa, já que essa pessoa se escondia com um nick que na verdade era está citação: “eu não saio daqui sem ver ele sair da água”.

Porém mais estranhas que a acunha com a qual essa pessoa se nomeava eram as palavras com as quais ela iniciava a conversa. “Você não imagina a pessoa com quem estou falando aqui no msn”, foi o que li. Pensei, “pô, no mínimo dei o meu contato pra alguma nigrinha que conheci por aí”.

Mas bem antes que vocês me indaguem com seus dedos se eu ando conhecendo ‘nigrinhas’ por aí e se nesse termo se esconde algum cunho racista, digo que não, essa ressalva é só mais um motivo de evasiva pra retardar aqui o rumo do relato e para criar mais um pouco de expectativa.

Enfim a ‘nigrinha’ em questão era Borestia. Era ele que estava por trás da lamentável citação, era ele que iniciava uma conversa entre amigos com uma nigrinhagem típica de namoradinhos pernambucanos que dizem: “desliga você primeiro... ainda não desligou?... não?... desliga você”.

Antes no entanto que vocês comecem a devanear sobre relações veladas entre nós dois, digo que logo após a estupefação do inusitado início de conversa, minha surpresa pacificou e a empolgação romântica de Borestia se justificou quando ele revelou com quem afinal estava falando no msn.

Quem apostou como eu que se tratava de Chico Science, errou, assim como que aposta suas fichas num tal de Serafa, o francês. Borestia virara ‘nigrinha’ por um antigo caso seu, um tal de João, o mineiro, com quem ele dera o bizio em Barra Grande numa ocasião especial: o reveillon.

Eis portanto as coisas que estão sempre a voltar num eterno retorno, pois era assim que eu lia na conversa com o nosso querido Borestia, o saudoso, toda a sua emoção revestida em frases como “eu estou emocionado”, “mineiro é gente fina” ou “ele diz que se eu chamar, ele vem mesmo”.

Pois é, preparemo-nos ou nos acostumemos, pois pelo que ficou da nossa conversa parece que Borestia, o ambíguo, disse que vai “chamar mesmo”, e se esse encontro se tornar realidade, provavelmente em Lençóis, só nos restará ouvir toda aquele linguajar novamente e dizer “nóóó”.

Borestia reservou já o seu...

Lá ele...

Márcio

Quando eu digo que todo argentino é viado... Posted by Hello

domingo, maio 01, 2005

Vai ver que estou agindo por interesse próprio, mas não acho certo que alguém vá para a cadeia simplesmente por causa do que escreveu ou disse. Ainda que xingamentos racistas sejam uma forma odiosa de agressão, considero que uma boa multa e algum tipo de sanção pesada no plano da Justiça Desportiva sejam suficientes, caso fique comprovada a culpa do jogador argentino Leandro Desábato.
A notícia já ficou meio antiga: ele foi acusado de insultar o brasileiro Grafite, do modo mais preconceituoso possível, durante um jogo da Taça Libertadores. Mas não vou comentar diretamente o episódio.
Até porque fico um pouco em dúvida. Embora tenha havido exagero no caso, senti uma ponta de orgulho ao pensar que, diante da opinião pública mundial, o Brasil deixou claro que racismo, aqui, é tratado com tolerância zero... Ou que, pelo menos, existem instrumentos legais severos para coibir o preconceito.
Deixo o assunto nesse pé, convencendo-me, com certo alívio, de que, afinal, não preciso decidir nada de uma vez por todas. E o tema deste artigo é outro. Topei com ele numa banca de jornal. Trata-se de uma revista, ou melhor, de um livrinho, de cerca de 80 páginas, produzido pela On Line Editora e dedicado exclusivamente a uma paixão brasileira: as piadas de argentino.
São 478 piadas, segundo a capa, "para você morrer de rir". Aqui vão alguns exemplos.
"O que dá um cruzamento de um paraibano com um argentino? Resposta: um zelador que acha que é dono do prédio."
"O que se deve jogar para um argentino que está se afogando? Resposta: o resto da família."
"Por que não há terremotos na Argentina? Resposta: porque nem a terra os engole."
"O que significa uma Kombi com um argentino caindo num penhasco? Desperdício: a Kombi poderia estar cheia."
"Por que os argentinos não brincam de esconde-esconde? Porque ninguém os procura."
Não cito as piores de todas nem as mais características. Com exceção da piada sobre o zelador, que leva a efeito uma dupla agressão, os exemplos acima não insistem na tecla da arrogância, do ego inflado que se costuma atribuir aos argentinos.
O que me pareceu curioso nessas piadas -e há muitas outras do mesmo tipo- foi o fato de expressarem um tipo de ódio ou de desprezo bastante indeterminado. Não apontam um defeito específico (real ou suposto) dos argentinos, mas servem apenas para dar vazão a uma inimizade que poderia, se assim quisessem os organizadores do volume, voltar-se contra japoneses, nordestinos, gaúchos, cariocas, ingleses, negros ou... brasileiros em geral.
Muitas das piadas do livro, aliás, parecem adaptações de velhos sucessos contra gaúchos ou campineiros. Houve uma época em que virou moda chamar de gays os nascidos em Campinas ou Pelotas: no livro, os argentinos ficam com essa fama também, numa contradição com o estereótipo mais comum a seu respeito. Outras anedotas os acusam de burrice, o que serve mais para atualizar antiqüíssimas piadas de português do que para extravasar nossas críticas ao país irmão.
Mas esse deslocamento, essa "troca de vítimas", não deixa de ser interessante. Posso imaginar que tenha existido ressentimento contra o colonizador português e que, aos poucos, isso tenha diminuído. É possível que, contra os gays, as piadas tenham um efeito psicológico claro: o de exorcizar os fantasmas que ameaçam a própria identidade sexual do sujeito que se acredita "macho 100%".
Mas o que os argentinos fizeram contra nós, além de ganhar algumas partidas de futebol? E qual o fantasma que, debochando deles, queremos expulsar de nós mesmos?
Seria preciso pesquisar, mas acho que o início das piadas de argentino coincide com nosso turismo de massa rumo a Buenos Aires e Bariloche, a partir dos anos 70. E com a crise do milagre econômico, pouco depois.
Defrontamo-nos com uma dupla experiência. Primeiro, pudemos tomar contato com uma cidade incrivelmente mais "civilizada" e "européia" do que as nossas. O aspecto mais antigo, mais estável e refinado de Buenos Aires -e de seus pedestres de terno e gravata- pode ter substituído, em nosso imaginário, o lugar do "povo mais velho", do "passado europeu", ocupado pelos portugueses.
A animosidade contra esse passado me parece menos importante, contudo, do que um outro sentimento, a saber, o medo da nossa própria arrogância, da nossa própria mania de grandeza. Todos os ideais de "país do futuro", de "Brasil grande" etc., vigentes até a década de 80, foram sendo amargamente contestados pelos fatos. Conhecemos crises e mais crises na economia, muito semelhantes às vividas pela Argentina.
É assim que, rindo das pretensões de superioridade do país vizinho, de alguma forma esquecemos o ridículo das nossas.
Preconceito contra argentinos? O termo tem muitos significados. Mas doses de raiva certamente existem. Algumas das piadas do livrinho que comprei são puro xingamento, coisa impublicável. Outras são até engenhosas ou não necessariamente antipáticas. "Segundo recentes estatísticas, de cada dez argentinos, 11 se sentem superiores aos outros." "Por que os argentinos saem para a rua quando está relampejando? Porque dizem que Deus está tirando fotos deles."
Talvez, nas piadas de argentinos, estejamos tirando fotos de nós mesmos também. E é possível que Leandro Desábato -sem querer desculpar o caso do jogador- esteja pagando por um racismo que é, acima de tudo, propriedade nossa.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2704200519.htm

MARCELO COELHO
coelhofsp@uol.com.br

sexta-feira, abril 29, 2005

Lado obscuro do Grateful Dead é exposto em livro

http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/cultura/1953001-1953500/1953026/1953026_1.xml

quinta-feira, abril 28, 2005

Não só p/ Dani...

Nessa sexta feira tem show de Alceu Valença, na Concha Acústica, pelo projeto "Sua Nota é um Show". Tô colado... Quem quiser marcar me ligue...

Borestia

BATEU SAUDADE

Há algum tempo, meu amigo Chico havia me dado a senha para postar no blog Manelé e eu ainda não tinha feito uso desta grande oportunidade a mim concedida. No entanto, desta vez, tive que apelar. A verdade é que, de tempos em tempos, bate uma saudade desesperadora de vocês. Antigamente, ainda encontrava um ou outro no msn e dava para bater um papo ou ficar sabendo das programações do calendário festivo Manelé. No entanto, dada a proibição, por parte da Agecom, do uso de "quaisquer sites ou ferramentas de entretenimento e lazer" durante o trabalho (aqui agente ganha pouco e não se diverte), estou aqui escondidinha (sim, blogs também estão proibidos) para dizer que QUERO VER VOCÊS. A menos que a vontade não seja recíproca, me digam qual é a próxima programação que estarei colada.

Cheiro,
Dani

terça-feira, abril 26, 2005

hello people!
alguém sabe se já saiu o calendário desse semestre?
beijos,
nanda

O que ta roalndo por aqui...

oi, povo...
por aqui as coisas vao bem. estou muito bem alojada, numa casa massa, de frente pro mar, lindao, azul, azul, sol, gente alegre. estou muito bem!!! era tudo o q eu queria, pegar um sol, ver o mar. o lugar e super bonito, cheio de morros com vegetacao natural, muito verde e azul do mar!! amei!
estou numa ilha e nao em barcelona ou outra cidade do continente. entao, tudo e menor e bem turistico. E uma grande ilha (palma de mallorca), q tem varias baias onde tem umas pequenas vilas. e tudo num estilo mais diferente de nossas praias, tudo mais acimentado. Nao tem aquele tro rustico ou mais natural. as praias sao ligadas por uma estrada. e tudo bem pertinho uma da outra, coisas tipo 3 kilometros. e bem legalzinho, mas so tem turista. um monte de alemaes e ingleses... vou conhecendo aos poucos. Estou querendo ir em Barcelona, pra um fim de semana, algo assim. queria ir pro ultimo jogo do barcelona, quando seria campeao. mas tao dizendo q o ingresso vai custar cerca de 100 euros, algo assim, o mais barato. cara, isso sao quase 400 reais pra um jogo. e nao sei se tenho coragem de pagar isso nao. ainda mais sem emprego. a grana ta bem apertada.
ja londres, que era meu primeiro destino, passoua ser quase o ultimo. como vou tentar arrumar trabalho, acho q so vai rolar no final do verao mesmo, la perto de ir embora. pq ai saio do trampo e viajo. queria passar uma semana la, mas tb depende da grana, quanto vai sobrar. minha vontade era de trabalhar so dois meses e depois viajar. mas nao sei se a grana do trabalho de dois meses e suficiente pra fazer tudo q quero.

o q fiquei triste ontem e q acho q nao vou fazer curso de espanhol nenhum. isso e chatao. e q o mais barato q achei custa 180 por semana, isso mesmo, por semana! 180 euros!!! com o material, sao mais de 800 reais por semana. nao rola, ne? ate pq uma semana de aula nao e nada. acho q deveria fazer no minimo 2 meses. isso significa 3200 reais em dois meses, um pouco mais q isso por causa do material, livros e essas coisas. nao vai rolar nao. e uma droga isso, pq queria mesmo aprender espanhol. espero q de para aprender algo no trabalho, se arrumar algum... entendo tudo, mas nao falo nada. acho q vou voltar falando portunhol mesmo! ai, chego no brasil e estudo espanhol.

no mais, ja to comecando a pegar uma cor. tava muito, muito branca e, por isso, to tomando so uma hora de sol por dia. desde antes de ontem, mas tb no sol frio. senao, vou ficar ardendo muito. e mesmo so com uma hora, nesse sol de primavera, fico vermelha. pode? nao sou mais a mesma marina de antes. mas agora, pelo menos, nao estou palida!! to ficando mais bonitinha de novo.
Ja a minha relacao com o mar esta meio fria, amor a distancia. tentei por o pe na agua ontem e sai correndo! congelante! nem pensar em um mergulho por agora. se a piscina ta gelada, imagine o mar! lindo, mas prefiro o amor platonico, por enquanto.

e isso. hoje de noite vou dar uma volta na cidade pra ver os barzinhos e ver como rolam as coisas. quero ver se acho um emprego. preferia de dia, mas e mais facil de noite...

beijao, inte a proxima!
Marina.

sábado, abril 23, 2005

Ho ho ho...

Colchão eléctrico

Que noite, Serafim. Que noite memorável!
Vinte vezes me vim e tu sempre prestável,
sempre em cima de mim, o cu a dar a dar
e eu num gozo sem fim, com ganas de gritar.
Que noite, Serafim. Foi assim como um choque
sempre a correr por mim, a cona num bitoque,
a pedir mais chinfrim, gulosa do caralho -
fogoso berbequim em ardente trabalho.
Que noite, Serafim. Electrizante estado
de volúpia atingi até que te vieste
de cabelos em pé, ofegando ao meu lado
dizendo em confissão
com ar triste de fado -
a merda do colchão
estava mal isolado.

Fernando Correia Pina.

aviso aos delirantes.

22 de Abril de 2005. O laboratório GW Pharmaceuticals se tornou a primeira companhia produtora de medicamentos a ganhar aprovação para lançar um remédio baseado em maconha destinado ao tratamento de pacientes portadores da doença esclerose múltipla (EM).
A aprovação do remédio no Canadá ocorreu depois de seis anos de trabalho da companhia, que cultiva a maconha em uma fazenda secreta(?) no sul da Inglaterra, e produz o medicamento Sativex para uso sublingual em spray. E marca uma inovação para sofredores da EM, que discutiam a ação da maconha há tempo no alívio dos sintomas da doença, inclusive da dor e da espasticidade.
As autoridades canadenses permitirão que a GW - através de sua empresa sócia, a gigante alemã Bayer - venda o Sativex como um analgésico sob prescrição, contanto que a empresa faça estudos clínicos adicionais do medicamento durante os próximos cinco anos. A GW deve confirmar os resultados dos estudos iniciais com a droga, para que esta seja mantida no mercado canadense.
Visando mercados alternativos a parceria GW Bayer prevê a compra de fazendas secretas no polígno da maconha, no nordeste brasileiro, a fim de fomentar a produção do analgésico. Fato ainda não comentado pelo governo brasileiro, que anda muito preocupado com problemas no Haiti e Equador, mas médicos cubanos contratados pelo ministério da saúde afirmaram que spray para uso sublingual apresentaria uma eficácia marginal, diminuta em relação ao uso em doses homeopáticas de charutos de maconha em estado natural.
O Departamento de Saúde do Canadá se tornou o primeiro agente regulador do mundo a aprovar um medicamento de prescrição baseado em maconha. A aprovação foi facilitada porque alguns dos pacientes com EM relatavam que suas dores não eram tratadas com os medicamentos existentes, o que acelerou o processo de aprovação.

A informação foi divulgada na edição eletrônica da revista British Medical Journal.

Fonte: British Medical Journal.

aviso aos delirantes.

22 de Abril de 2005. O laboratório GW Pharmaceuticals se tornou a primeira companhia produtora de medicamentos a ganhar aprovação para lançar um remédio baseado em maconha destinado ao tratamento de pacientes portadores da doença esclerose múltipla (EM).
A aprovação do remédio no Canadá ocorreu depois de seis anos de trabalho da companhia, que cultiva a maconha em uma fazenda secreta(?) no sul da Inglaterra, e produz o medicamento Sativex para uso sublingual em spray. E marca uma inovação para sofredores da EM, que discutiam a ação da maconha há tempo no alívio dos sintomas da doença, inclusive da dor e da espasticidade.
As autoridades canadenses permitirão que a GW - através de sua empresa sócia, a gigante alemã Bayer - venda o Sativex como um analgésico sob prescrição, contanto que a empresa faça estudos clínicos adicionais do medicamento durante os próximos cinco anos. A GW deve confirmar os resultados dos estudos iniciais com a droga, para que esta seja mantida no mercado canadense.
Visando mercados alternativos a parceria GW Bayer prevê a compra de fazendas secretas no polígno da maconha, no nordeste brasileiro, a fim de fomentar a produção do analgésico. Fato ainda não comentado pelo governo brasileiro, que anda muito preocupado com problemas no Haiti e Equador, mas médicos cubanos contratados pelo ministério da saúde afirmaram que spray para uso sublingual apresentaria uma eficácia marginal, diminuta em relação ao uso em doses homeopáticas de charutos de maconha em estado natural.
O Departamento de Saúde do Canadá se tornou o primeiro agente regulador do mundo a aprovar um medicamento de prescrição baseado em maconha. A aprovação foi facilitada porque alguns dos pacientes com EM relatavam que suas dores não eram tratadas com os medicamentos existentes, o que acelerou o processo de aprovação.

A informação foi divulgada na edição eletrônica da revista British Medical Journal.

Fonte: British Medical Journal.

sexta-feira, abril 22, 2005

Vale a pena ler.

Sobre a prisão do argentino Desábato. A última frase diz tudo.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult510u191.shtml

As lontras fazem a festa e a broa paga a conta...

Querido Dadá,
Entendo seu nervosismo, o destempeiro causado por decepções seguidas do seu ex-esquadrão de aço vem afetando sua percepção, fazendo com que você não veja o óbvio e agrida a quem tanto lhe preza e respeita.
Esperando uma retratação pública,
Broa.

PS: Jovino também ficou revoltado...

quinta-feira, abril 21, 2005

Praticamente um PC

A cada dia, infelizmente diga-se de passagem, me sinto mais e mais um PC faconiano. É capaz de trocar de curso, fato inédito na história da Facom, onde o caminho é sempre o inverso. Trabalhando na produção da Tv Aratu, fui convidado a produzir o fabuloso e tradicional Arraiá do Galinho (pelo menois ganho extra por isso). Em junho, já recebi a informação de que outro inesquecível evento está sendo programado e, pelo que me parece, fui incluído na lista.

Se existe o triste de Policarpo Quaresma, esse é o triste fim de um projeto de jornalista. Ou o início do fim. Mas eu persisto, acredito nos meus ideais e sei que um dia deixarei essa carreira nefasta. Não pretendo terminar meus dias como um produtorzinho de banda de pagode, que é o futuro de todos os PCs.

A todos os produtorezinhos que permeiam esse meio, deixo minha mensagem: "mudem de carreira enquanto Há tempo". Cara-de-Rato já tem projeto para isso. Congratulações, amigo!!!!!!

Deduca@uol, indignado com o rumo das coisas...

quarta-feira, abril 20, 2005

Tudo em família

Quer dizer que minha irmã tava lá foi Chiquinho? Deve ter sonhado broa.. Tenho provas concretas de que ela estava aqui, debaixo do mesmo teto que eu. Já a sua mãe tava em Salvador... eu também... e você não pode dizer que sabe o que ela fez nesses dias de sua viagem, amigo, ou de devo chamar de enteado?(SACANEEI! hehehehe...)

Dadá "Bateu, Levou",
Se num guenta, pra que veio?

O MÁGICO DE FLOYD

Tudo começou em junho de 1997, quando um DJ de uma rádio classic rock de Boston, nos EUA, disse que o disco "Dark Side Of The Moon", lançado pelo Pink Floyd em 1973, seria uma espécie de trilha sonora alternativa para o filme "O Mágico de Oz". Se você colocasse o disco pra rodar no ponto certo do filme, as imagens casavam perfeitamente com as músicas.
Você ouviu essa história? Bastante gente ouviu. Tanto isso que, uma semana depois, as vendas do disco haviam triplicado.
Funciona assim: você deixa o CD esperando em pause. Assim que, na abertura do filme, o leão da Metro der o terceiro rugido, você solta o pause e deixa o CD rodar. Nem o filme nem o CD devem ficar com o volume alto demais. Você precisa escutar os dois ao mesmo tempo para obter os melhores resultados e perceber as coincidências.
Como a gente sabe dessas coisas?
Você acha que a gente sabe só de ouvir falar? A redação fez o teste. Com o vídeo de "O Mágico de Oz" e o disco "Dark Side Of The Moon" em mãos, a gente saiu caçando coincidências. Desde as mais forçadas até as mais, digamos, claras.
Assim, a gente fez uma espécie de guia para quem quiser fazer a experiência e adiantamos: vale a pena, nem que apenas por curiosidade. Em certos momentos, é de arrepiar. Vamos aos fatos:
- Enquanto Dorothy tenta se equilibrar em uma cerca, ouve-se a letra de "Speak To Me" dizer "balanced on the biggest wave" (balançada pema maior onda). Logo que ela cai, a próxima música, "On The Run", começa.
- Quando um trecho da letra diz "look around", Dorothy olha à sua volta.
- Enquanto Dorothy canta "Over The Rainbow" ela parece observar os aviões que são sugeridos em efeitos sonoros do disco.
- E um momento, o cachorrinho Totó parece dar risada, mas a risada vem do disco.
- Quando a velha rabugenta do filme anda de bicicleta, se aproximando da casa de Dorothy, o disco faz barulhos de sinos e relógios "Time". Esses ruídos param assim que ela desce da bicicleta.
- Quando Dorothy chega ao trailer do adivinho, pode-se ler as palavras "Past, Present and Future" em uma placa. Isso acontece justamente durante o solo de "Time".
- Quando o adivinho diz a Dorothy que ela deveria ir para casa, a letra de "Time" diz "home, home again".
- Quando o tornado começa a tomar forma, a música muda para "The Great Gig In The Sky" (O Grande Espetáculo No Céu). Quando o tornado começa a fazer estragos, a bateria entra.
- Quando a música acaba, Dorothy acorda e abre os olhos.
- Assim que o filme fica colorido - e mais caro - a música muda para "Money" e a sincronia chega a impressionar.
- A bruxa boa mexe em sua varinha como se mexesse em uma guitarra.
- Os anõezinhos Muchkins, que dançam meio desajeitados o filme, parecem que estão dançando a música certa com o disco.
- A bruxa má aprece quando as palavras "black, black" são pronunciadas no disco.
- Enquanto a bruxa boa explica que existe a bruxa má do leste e a do oeste, a letra diz "e quem sabe qual é qual e quem é quem?"
- Quando a bruxa má está em cima da plataforma, ouve-se "up, up" e, assim que ela desce, pode-se ouvir "down, down". Quando Dorothy desce da plataforma, também ouve-se "down, down".
- Quando Dorothy se encontra com o Espantalho, o Floyd começa usar uma guitarra wah-wah. Toda vez que o espantalho fala, a guitarra toca.
- Quando o Espantalho mostra papel em sua barriga, a letra diz "paper boy".
- Ele diz que queria ter um cérebro durante a música "Brain Damage" (dano cerebral).

Tem gente que acredita que, se o disco for tocado duas vezes, a sincronia continua. Para isso, é preciso programar faixa a faixa pra primeira até a última duas vezes seguidas. Como essa não foi a experiência original, decidimos ficar só na primeira passagem do disco.
Vale a pena tentar.
É divertido pra cacete, principalmente quando você junta um monte de gente para catar coincidências. Depois de alguns minutos, todo mundo começa a chegar as sincronias mais estapafúrdias. No caso de "O Mágico de Oz" e "Dark Side Of The Moon" a impressão que se tem é que as coincidências são tão grandes que pode, sim, haver uma sincronia proposital.
A banda, entretanto, nunca confirmou nem negou.
O tecladista, Rick Wright, quando foi entrevistado pela mesma rádio de Boston que levantou a lebre, respondeu com um "imagina..." e deu risada, deixando todo mundo na mesma.
Esse é o tipo de coisa que, para a banda, é bem melhor que continue sendo falada, continue cercada de mistério e tudo mais.
Mistérios e lendas vendem mais discos que as mais poderosas campanhas de marketing .
A diferença é que uma campanha de marketing tem data para acabar.
Um mistério, meu caro, é pra sempre.

EXTRAÍDO DO SITE: http://www.rockwave.com.br/

Aviso aos manelés.

Galera, vamos manter o nível...

É bom avisar...

Cuidado Márcio!!! Com a raiva que vc tem de Recife tá todo mundo pensando que vc foi violentamente currado por um pernambucano!!!

Quanto a Darino... Quem disse que a gente não comeu ninguém? A gostosa da sua irmã tava lá!!!

Chico Science

Coca-cola um caralho!

De que adianta se picar pra Pernambuco, tirar um monte de fotos e voltar pra casa sem ter comido ninguem? E nao me venham com uma dessas frases do tipo: " pra que mulher se tinha..." Minha pica!

Se bem que voces aparentam estar bem felizes nas fotos... Sera que? Nao, nao, mil vezes nao!!! Prefiro nem pensar e continuar acreditando que os seus respectivos anus ainda sao virgens... Sera?

Ze Lele Dada,
Tambem amigo do Papa,
e seriamente preocupado com a opcao sexual
do trio de amigos(as?).

terça-feira, abril 19, 2005


Lembranças para os amigos. Posted by Hello

Lembrando dos amigos... Posted by Hello

Não tinha sururu... Posted by Hello

3º dia: Porto de Galinhas. Posted by Hello

e estrutura do hotel. Posted by Hello

Instalações... Posted by Hello

A FARSA

SOBRE A FOTO ABAIXO
1 - Observem no fundo entre Broa e Zé uma barraca de camelô com cangas à venda.
2 – Mais ao fundo ainda à direita de Zé duas manequins vestidas com roupa de praia.
Conclusão: eles não tirarão esta foto na praia muito menos em Pernambuco, mas sim na famosa e velha baixa dos sapateiros em Salvador.
Ass:
Silvia Popovique.

Bonecos de Olinda. Posted by Hello

Eu, Zé e nossa guia pernambucana... Posted by Hello

2º dia: Olinda. Posted by Hello

Dia útil? Posted by Hello

Que desgraça... Posted by Hello

Praia estilo pernambuco. Posted by Hello

Ovo de codorna ensacado, amendoim cozido, assado e coizado. Posted by Hello

Grupo formado! Posted by Hello

Boas vindas em Boa Viagem. Posted by Hello

Companheiros de viagem. Posted by Hello

Visando acabar com as especulações criadas por Márcio, posto as fotos da viagem a Recife. Posted by Hello

Programa de quarta-feira

Já que quinta-feira é feriado e pede-se um programa para a noite anterior, conversando hoje eu e Déa, chegamos a essa que é a primeira sugestão: comer pizza na Mouraria e depois tomar uma cerveja num bar (que esqueci o nome, mas é massa) lá no Santo Antônio, depois do Pelourinho.

Dizem que essa pizza aí de cima é uma das melhores de Salvador e o bar, além de ter cerveja gelada e com preço aprazível, tem umas das melhores vistas para a Baía de Todos os Santos. Então para aqueles que querem um clima lunar e um programa fora do habitual, eis a nossa dica.

Aprovem

Márcio

P.S.: Reparem que agora sou também o porta-voz de Déa Não Lemos.

Mais mistérios pernambucanos vão se revelando

Depois das primeiras informações investigadas que dão cabo do real motivo da viagem dos manelés para aquela terrinha pernambucana, a verdade começa aos poucos vir à tona. Mesmo com relatos por aí diluídos e informações confusas e muitas vezes contraditórias, algo já se vê.

Primeiro foi o de saber que Borestia queria mesmo era viajar de avião. Agora sabendo de mais alguns detalhes, desconfiamos que a turma não tenha nem ao menos ido ao local do Abril Pró-Rock, contentando-se tão somente com a grade de programação da Tevê Bandeirantes local.

Porém, algo ainda mais intrigante perturba nossa mente curiosa: as motivações do querido Broa. As primeiras palavras, únicas, que se ouviram dele ao voltar foram a descrição do que parece ser para ele um lugar muito agradável, recolhedor de alegrias e depósito de felizes reminiscências.

Pelas nossas desconfianças, e as primeiras inferências nos levam a esse ponto, o nosso querido Broa só foi para se hospedar num hotel. Pior do que isso, no entanto, não é o fetiche de Broa por toalhas brancas nem por sabonetes em formato de quadradinhos: pior é ele voltar apaixonado.

Pois é, algo de estranho, ou bem típico de Broa, aconteceu por lá. Ver que as lembranças de Broa são apenas as descrições de corredores, quartos e banheiros do hotel, é algo sintomático. E todo o mistério intencionalmente conduzido pela própria Broa acusada é de bastante suspicácia.

As primeiras hipóteses supõem que Broa somou mais uma aquisição para sua lista de inclusão social. Resta apenas saber que classe ele contemplou desta vez. Alguém então gritou “a camareira”, no entanto, logo após um sussurro se ouviu, e a sugestão foi bombástica: “o zelador”.

A polêmica está apenas começando mas aos poucos a verdade ostentará o seu devido lugar. Por enquanto, resta a nós fazermos as nossas apostas; e para melhor apostar, deixo duas preciosas dicas para entender o caso, a segunda deixada por Déa Não Lemos, a primeira pelo próprio Broa:

1.“Eu não caí na piscina; eu escorreguei no tobogã”.
2.“Não dê risada de tudo, quem acha tudo gozado é camareira de motel”.

Eu não digo mais nada, mas Cara de Rato fala por si:

“Ontem eu chupei cana até a minha boca doer”, e pelo visto estava azeda, pois chupou até cortar a boca!

Esses meninos...

Até

Márcio

CANSEI!

Caro amigo Boréstia e demais companheiros,

O mais bizarro disso tudo é não ter mais forças para contestar os argumentos. Tenho que concordar com tudo que você disse. O Bahia virou um perdedor de carteirinha. Especialista em morrer na praia, em frustrar expectativas, em desmoralizar visionários de araque (tipo “Pai Dadá”).

Confesso e assumo publicamente que meu encanto com o Bahia acabou. Cansei de perder. Não acredito mais, não gerarei mais qualquer tipo de esperança. Assim o tombo é menor. A dor, idem. Isso não significa que deixarei de torcer, não porque não queira. Vontade, aliás, é o que não falta. Contudo, não consigo. E só quem é torcedor de verdade sabe o que eu tô falando.

Por mais que sejamos derrotados, humilhados, pisoteados, estuprados, não dá para extirpar do coração esse sentimento de afeição, carinho, solidariedade, devoção, amor e sei mais lá o quê que se sente pela desgraça clube que torcemos. Que merda! E seja lá ele qual for.

Só tenho a dizer que é muito triste. Ver o Bahia coma força que tem, a torcida que tem, as paixões que o cercam, a história consagrada, as duas estrelas no peito (e isso pelo menos ninguém pode tirar, é que resta), se comportar como vem acontecendo ultimamente. O jogo de domingo é um exemplo disso. Precisando vencer, entra em campo com três zagueiros e dois volantes. Se aputa. Toma duas bola na trave. Fica com um jogador a mais e não esboça a mínima reação. E ninguém faz nada! Nem um quebra pau no final, para estragar a festa deles. Nem um murro, uma discussão, um soco, um pontapé, uma entrada desleal, uma “invasãozinha” de campo. Porra, não custava nada alguém mostrar indignação. Ninguém nem esboça quebrar o vestiário do Barradão (Aí que Luís Alberto fez falta). Ninguém para limpar a nossa honra! Essa inércia com tudo, e desculpe os insanos e injustificáveis exageros de um torcedor mais revoltado do que apaixonado, é que mais irrita e revolta.

Um clube que outrora tinha como costume espezinhar os rivais, que conquistou os maiores títulos na casa do adversário, que já deu de 10 nesse “Leão do Lixo”, ter medo de um time, convenhamos, limitado com o do Vitória hoje, com uma zaga composta pelos bostéticos Claudiomiro e Marcelo “Vaca” (quem como capim é o quê?) Heleno.

Para piorar, o clima é de total normalidade no clube. Jogadores e dirigentes seguem suas vidas, sem um evidente incômodo. O máximo o que fizeram foi uma “demissãozinha” nada criativa do medroso comandante: pra lá de tardia. Tudo isso evidencia e é a prova cabal do que eu mais temia – o Bahia se acostumou a perder. Se apequenou. Agora está a uma passo de virar um Ameriquinha, Ypiranga. Não duvido e não me surpreenderei se deixar de ser o que ainda é hoje daqui a 10 ou 15 anos (demorará tanto?), continuando do jeito que está.

Seguindo essa lógica de “neonanico”, acho que o real objetivo do Bahia na final foi não tomar mais uma goleada. E se contentou com isso. Ao menos, uma coisa positiva – meta alcançada! Conseguimos não perder para o Vitória no Barradão depois de três anos. Viva! É uma avanço. Saímos de lar sem tomar gol. Que beleza! Mais um tabu quebrado pelo estrondoso Esquadrão de Aço. Mais um feito histórico! Resta agora esperar que consigamos nos manter na Segundona, quem sabe nos livrando da queda para a Terceirona na última rodada, contra o Gama, lá em Brasília, aos 48 do segundo tempo, com um gol de Viola. Só para relembrar os velhos tempos de conquistas maravilhosas. É minha única esperança de reviver as épocas áureas do Ex-quadrão de Aço.

Triste fim, Bahia...

Dadá,
Desiludido e Desolado
com a (ainda) maior paixão da vida.

Quem sabe o Ipitanga...

Estávamos quase pousando em solo baiano quando ouvimos do comandante Ignácio: "Senhores passageiros, gostaria de informar que o Vitória acaba de se tornar Tetracampeão baiano!!!" Zé havia pedido p/ que ele entrasse em contato com a torre de controle do Aeroporto de Salvador. Estávamos, sim, ansiosos p/ saber o resultado do BaxVi. Mas não nos surpreendemos, nem sequer festejamos. Chico não parava de suar frio, e estava mais preocupado em chegar de forma segura. Porque será?

É triste perceber que o futebol baiano está cada vez mais previsível. Se no passado acreditávamos no surgimento de uma "terceira força", hoje não temos sequer uma segunda. Cadê aquele Bahia colecionador de títulos? O Bahia que vencia no final das partidas? O Bahia que ganhava do se arquirrival, mesmo com o time inferior? O Bahia de Raudinei? o Bahia de Darino?

Ah, que saudade daquela época! Era muito mais gostoso! Hoje tá fácil demais! O tetra rubro negro representa o fim da "segunda força" do futebol baiano. E como o Baraúnas é do Rio Grande do Norte, quem sabe o Ipitanga seja a salvação...

Borestia

segunda-feira, abril 18, 2005

A MAIS NOVA REVELAÇÃO DO ROCK

Dêem uma olhada no site dessa banda. É do caralho!
www.exxotica.com.br/

Decepções pernambucanas

Depois da volta de nossos amigos da terra do mangue, as primeiras informações sobre sua saga me deixaram muito decepcionado. Conversando com Borestia, o entusiasta, soube muito entristecido que os propósitos da viagem foram distorcidos, ou melhor, eram outros, na verdade.

Pelo relato de nosso meio-pernambucano Borestia, o entusiasta, vi que o Abril Pró-Rock era uma mera desculpa. Fora Zé, que soube gostou muito da apresentação do Placebo, os outros viajantes se estavam presentes, viajaram; se viram, não entenderam; e se ouviram, nem fez diferença.

Fiquei muito impressionado com Borestia, o entusiasta, que apesar de ter achado “de fudê” o festival, teve enormes dificuldades para citar pelo menos três bandas que se apresentaram lá. Para ele o festival teve só tais bandas: Massacration, Los Hermanos e Retrofoguetes. Do resto, nada.

Mas nem só de Abril Pró-Rock se faz um Pernambuco - e isso é uma ironia. Nossos amigos, claro, andaram por aquela cidade fétida e de tubarões, ou como diz nosso amigo Borestia, o entusiasta criativo e original, “sobre rios, pontes e overdrives”, muitíssimo original de fato, poético, né?

Só que não contavam Borestia e Zé que com a presença de Broa tudo se tornaria mais devagar. Segundo a descrição de Borestia (e eu crio intriga, mesmo!), “praticamente uma tia velha, só andava cansado; ‘vamos nessa, vamos nessa’, dizia”. E ainda soube que caiu na piscina do hotel...

Tantos fatos somados só poderiam culminar no que parece ter sido o melhor da viagem: andar de avião – e dizem as más línguas, né Pimpão?, que esse foi o principal motivo da ida de Borestia, o entusiasta voador e deslumbrado... Que absurdo tanto sarcasmo, vocês, viu? - “Fly, baby, fly”.

Me disseram que Borestia deu uma de Romário e exigiu a janela – foi a viagem toda com a cara colada no vidro do avião –, foi falar com a tripulação e ainda, claro, deu uma de tiete, pedindo autógrafos, tirando fotos e puxando o saco da galera do Retrofoguetes: Borestia, groupie de avião!

Se explique, Borestia, soube que até hoje você leva nos bolsos os pacotinhos de margarina, de sal, os palitinhos e os “creme craques” do avião! E ah, pediram pra te avisar: aqueles lenços úmidos que eles distribuem não são pra guardar, eles são descartáveis!, usa-se e joga-se fora...

Sacaneei...

Márcio

domingo, abril 17, 2005

Placebo

Bom, acabando de chegar do show do Placedo, eis as minhas impressões:

1. Se a cena rock de Salvador depender das bandas que tocaram hoje, tá muito é da fudida. Fora os Ladrões de Bicicleta só tocou banda merda (Brinde, Los Canos e Cantos dos Malditos - essa última uma grande merda!) e mais ou menos (Theatro do Serafim).

2. O show do Placebo foi muito bom, gostei mesmo. Fiquei pensando o que seria um show de uma banda que eu gosto muito e qual seria a reação de Pedrinho Pimpão ao ver seu ídolo em palco - pena que a gente não conseguiu ligar pra você de lá, Pimpão, seu celular deu fora da área de serviço...

3. Muito embora o show do Placebo tenha sido muito bom, o show mesmo foi da roadie da banda... Um show a parte!... Sensacional a mulher!... Tenho uma nova musa!

4. Se eu sou a versão masculina do vocalista do Placebo, Pedro é a versão feminina do baixista!, quem tava lá sabe do que eu estou falando...

Márcio

Fotos

E aí, pessoal?

É... assim... se não for muito incômodo... será que dava pros senhores postarem as fotos dos regues? Me gustaría mucho ver los compañeros em cenas deploráveis! (eheheh)
Brincadeira, mas é sério. PAREM DE MONOPOLIZAR A INFORMAÇÃO! LIBEREM O ARQUIVO FOTOGRÁFICO JÁ!

er... obrigada.

Paulinha

PS: requisito a cobertura de quem também não tem máquina digital e está puto com os colegas metidos!

sábado, abril 16, 2005

Estou viva!

Pra quem pensava que eu tinha desaparecido, estou viva! E, melhor, feliz da vida! Perambulando pelos cantos de Paris, ja eleita, por mim mesma, a cidade mais bonita da Europa. E a primeira que conheco, mas e incrivel como tudo, tudinho, e lindo por aqui. Cada canto, predio, bar, praca, museu, jardim. Tudo e bem cuidado e cheio de historia pra contar.

Estou maravilhada. Nao queria ir embora. Sao necessarias muitas e muitas semanas pra descobrir Paris. Desde a Torre Eiffel (e mesmo incrivel!) e a vista de la de cima, do alto, ate as casas e pracas, as pontes ligando os dois lados da cidade e pequenas ilhas, o proprio Sena, os artistas, cafes, lojas e avenidas. Tudo encata. Estou apaixonada!!, tenho que confessar!

Prometo, com mais calma, contar minhas aventuras em Paris. Tudo deu tao certo, esta sendo tao legal, que preciso horas pra contar. Coisa que meu acesso a internet aqui nao esta me permitindo nesse momento. Principalmnete pagando em euros!

A gente se fala em breve!
Marina, curtindo Paris pra caralho!!!

quinta-feira, abril 14, 2005

para os cineastas

FAVOR DIVULGAR ENTRE OS ALUNOS DE SUA FACULDADE:
>
> Estão abertas, até o dia 22 de abril (PRORROGADO), as inscrições para
as
Mostras Competitivas de
> Curtas em
> película e Vídeos do 10º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO.
O
Festival, a ser realizado
> entre os dias 26 de maio e 5 de junho no Centro Cultural do Banco do
Brasil - Rio e no Centro de
> Artes da Universidade Federal Fluminense - Niterói, aceita trabalhos
realizados por estudantes
> universitários de todo o Brasil e de qualquer curso universitário. O
Festival é uma realização da
> UFF e do CCBB-RJ e conta com o patrocínio do Banco do Brasil e da
Petrobrás.
> Maiores informações e fichas de inscrição nos e-mails:
> competitivacurtas@gmail.com; competitivavideo.fest.uff@ajato.com.br;
ou no
site
> www.fbcu.com.br ou
> nos tels: (21) 2539 1505 / (21) 9307 4623 (Guilherme Tristão)
>
>

quarta-feira, abril 13, 2005


"Vá se fuder maluco! Cadê minha camisa?", de Lourival para Darino, cobrando promessa em semana de decisão... Posted by Hello

Depois dessa eu não duvido que o Bahia estrague minha festa... Posted by Hello

Está aí o maior registro da história do manelé! O que ninguém jamais sonhou em ver e só Borestia conseguiu flagrar... Posted by Hello

A volta do "pai Dadá"

Olá amigos,

Em face dos últimos acontecimentos envolvendo o clube do qual sou devoto (a palavra é essa mesma, já que se trata praticamente da minha - única - religião), aproveito para alardear mais uma vez os meus dotes visionários.

Apesar da covardia do técnico, do destempero de Luís Alberto, de jogar no Barralixo, de ter que vencer a qualquer custo, de Beijoca não jogar mais, do assessor rubro-negro, do time não ter padrão de jogo, da torcida não acreditar e não comparecer, de Ivete Sangalo, ACM e Popó serem Vitória, de estarmos todos com os salários atrasados, de não ganharmos no Manoel Lixadas há sete anos, das cornetadas da imprensa, de Chico e Boréstia pensarem o contrário, de jogar com a camisa remendada, do orgulho ter se perdido há muito tempo, do humilhante 6 a 2, de não vencer há três jogos, de Viola falar mais do que jogar, da morte do Papa, da macumba de Rosicléide, dos Imbatíveis, de Reginaldo ser dúvida, enfim, apesar de ter todos os motivos do mundo para pensar o contrário, acho que vamos ser Campeões domingo!

Não me pergunte o motivo. Acho que é aquele sentimento de otimismo e confiança inexplicável que, no fundo, no fundo, move qualquer torcedor apaixonado, até os mais céticos.

Na verdade, na verdade, só me resta isso, acreditar. Eu num guento mais perder...

Pai Dadá,
Mais angustiado e ansioso que confiante,
mas ainda assim, confiante,
acreditando na quebra do tabu e na conquista
do 44o título de Campeão Baiano.
BORA BAHÊA MINHA DESGRAÇA!!!!

segunda-feira, abril 11, 2005

Valeu, Luís Alberto!!!!!!!!!

Nem Zé Roberto, nem Marcelo Ramos. O melhor jogador do Vitória no clássico de ontem foi o meia Luís Alberto, do Bahia. Pena que, por causa da expulsão, ele não joga no próximo domingo. Mas mesmo sem o nosso craque, seremos Tetra!!!!

Borestia

quinta-feira, abril 07, 2005

A flor com seus espinhos

Se existe algo batido é saber que da flor que se machuca pode vir o espinho que nos espeta: semelhante será a reação de quem após um ataque, perdendo as pétalas, se amua, e calado, prepara o bote: se tem alguma coisa que eu tenho medo é de apanhar de uma menina melindrosa.

Tetra? hahahahaha

O único tetra que vocês vão ver na finalíssima do Barradão e também na Fonte Nova é VIOLA!
Não adianta chorar!!! O refrão sucesso do momento é esse:

"XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! Não deixa ninguém te pegar, Baraúnas.. Tem um Vitória na toca, Baraúnas! Feito pra gente BROCAR, Baraúnas!!!"

XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS! ...

Dadá Potiguar,
Mais feliz ainda hoje,
agredecido ao Vitória por me fazer acreditar novamente,
e avisando: Quanto mais falar vai ouvir!

Baraúnas de C... é R... Eu quero é o Bahia!!!

TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA, TETRA!!!

Borestia Seis a Dois Lyrio, lembrando a Dadá que domingo tem BAxVí.

quarta-feira, abril 06, 2005

XÔ! XÔ! XÔ! BARAÚNAS!!!

HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!...

Cícero Dadá Ramalho,
Em estado de graça,
Sem palavras...
SÓ RISOS!

Aguardem

Vem aí o maior registro fotográfico de toda a história do manelé.

terça-feira, abril 05, 2005

De ponta-cabeça

Esse blog aqui anda meio parado. Poucos são os posts, quase nenhum comentário; não há mais frases, e muitas fotos deixaram de figurar por aqui. O que anda a acontecer? Esse mundo anda às avessas!, e quem não acredita que dê uma olhada no que anda acontecendo com os manelés.

1. Eduardo: ex-putão, macho, simples e rude. Primeiro comprou um celular, bem chique, e como ele mesmo diz, o mais fino do mercado; depois virou romântico, tudo bem, tudo bem; mas logo após, esqueceu sua ex-condição de pit boy, deixando dois amigos seus quase serem espancados.

2. Broa: grande fã de Ney Matogrosso e Ivan Lins. Amoedo: ex-repórter esportivo, defensor da axé music e advogado do pagode. O primeiro se torna cada dia mais agressivo. O segundo se tornou publicitário e “ervólatra”. Ambos agora vão, junto com Borestia, o entusiasta, pro Abril Pró-Rock.

3. Jennifer: ex-ativista anti-liberalismo, boicotera da Coca-Cola e McDonalds. Cineasta engajada na capital; no interior leva uma vida submundana. Figura em pôsteres de botecos de beira de estrada como “Jennifer, a rainha do arrocha” e faz filmes com títulos como “Jennifer e o Pônei”.

4. Borestia: repórter “em ação” de Eliseo, ídolo de Serafa, o francês, ex-estandarte do romantismo e da água tônica. Coitado, virou passivo (meu!) e anda a fazer a sobrancelha com Rubens, dispensando Mendes. Pior, acaba de anunciar que fará o “contorno”, e com cera quente!

5. Willownildon Willow: marxista, amigo de sem-terras e detentor do maior arquivo de cultura inútil entre os manelés. Virou funcionário público; refém, ou melhor, escravo de banqueiros; canta em corais religiosos na Praça da Sé e ainda gosta de Engenheiros, Angra e Evanescence!

6. Pimpão: o ex-proto-punk, beat e fã de Jim Morrison; vídeo-maker e publicitário, fã de Can. Hoje Pimpão chora com filmes chineses, é discípulo do diretor de “A Mãe”, mantêm relações promíscuas com um tal de Moca e começou a malhar! Há de se repetir, Pimpão tá malhando!

7. Cara de Rato: esse sempre esteve às avessas, e continua o mesmo: libertino, pilheiro e michê. Exibe seu São Jorge no Porto, extorque seus benfeitores como a meretrizes, pratica pequenos delitos em fast-foods e continua sendo o único Filho de Gandhi a passar em branco no carnaval.

Bom, eis sete pontos que põem esse mundo de ponta-cabeça. Quem tiver lá um espírito ongueiro, contando cada pessoa, são oito motivos para tornar o mundo melhor. Eu particularmente não confio na empreitada, afinal virei barão morador do Itaigara – só me falta arranjar um emprego!

Márcio

P.S.: Para quem não sabe, como eu não sabia até ser alertado pelas meninas (que fizeram, por sinal, meu mundo cair), o “contorno” é uma região que algumas mulheres precisam depilar, sobretudo modelos, região essa que circunda a púbis, ou sendo mais preciso, o orifício anal, o cu.

segunda-feira, abril 04, 2005

E-mail

Oi! Estou com um novo email porque o meu esta quase sem espaco. anota ai!

marinnasilva@gmail.com

E igualzinho ao antigo, mas gmail. Mantenho o hotmail, so que as vezes nao recebo as mensagens pq a caixa esta cheia...
Ah! tenho novidades, mas estou sem tempo agora... escrevo depois! beijao,

Marina.

A frase que mais marcou o último Seminério de Cinema Internacional

"Porra!!! Essa pergunta foi de fuder", de Cara de Rato, se referindo à magnanimidade da pergunta que gerou "arranca rabos" entre intelectuais do cinema. Pergunta essa feita por ele próprio, arauto da modéstia e humildade roedora.

Borestia e Márcio